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(*) Direito de resposta - R. Santana

Postado por Rilvan Batista de Santana 13/04/2017

Google - modificada
Lamento a falta de ética da administradora do site ICAL (Eglê Santos Machado) e site da ALITA (este site ainda mantém em sua primeira página o “Manifesto de Desagravo” como se eu fosse um marginal das letras desta terra; o outro, ainda mantém o manifesto em seu arquivo), como se eu tivesse cometido algum crime pra ficar exposto à censura dos intelectuais desta terra. Os divulgadores do malfadado “Manifesto de Desagravo”, não atentarem para os princípios éticos e jurídicos que norteiam a imprensa escrita e falada: “O Direito de Resposta”.
Se os responsáveis pela divulgação do agravado “Manifesto de Desagravo” tivessem consciência ética e fossem justos, probos, teriam me dado o direito de resposta (Lei nº. 13.188/15),  em seus sites, sem ação judicial que o caso requer.
                Por isso, cabe-me requerer em público, mais uma vez, o direito de responder ao "Manifesto de Desagravo" em seus sites.
            Citando Voltaire: "Eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo", todavia, é necessário o direito de defesa que é de natureza humana, um direito nato.  Rilvan Batista de Santana. Itabuna, 08.04.2017



(*) Cópia do manifesto no site ICAL:


MANIFESTO DE DESAGRAVO DA ACADEMIA DE LETRAS DE ITABUNA



Manifesto de desagravo da
Academia de Letras de Itabuna


          Os membros da Academia de Letras de Itabuna – ALITA, signatários desta nota pública, vêm manifestar seu repúdio às atitudes injuriosas e difamatórias do acadêmico e blogueiro Rilvan Batista de Santana contra a instituição e seus diretores atuais, sendo ele um dos integrantes do quadro associativo da entidade.
            Entendemos que uma academia de letras deva pautar-se pela postura ética de seus membros, afetividade e lealdade, promoção e defesa da liberdade de expressão como uma de suas metas principais. Se a ALITA não está sendo eficiente nas suas funções, merece a crítica da sociedade, do formador de opinião, mas em um julgamento pautado em princípios éticos, antes de tudo, com base em elementos verdadeiros e construtivos.
            O membro que renega seu perfil acadêmico e vai ao público para difamar sua entidade, melhor faria se, por coerência, pedisse o afastamento e, desligado da instituição, emitisse sua opinião agressiva sobre a atuação dos demais membros, ou mesmo da instituição como um todo.
            É inadmissível que a crítica nutrida na aleivosia, ressentimento e perseguição seja levada ao público por um dos seus membros contra a própria instituição e os integrantes de sua Diretoria, pessoas honradas, que vêm prestando serviços positivos à sociedade local ao longo dos anos. O plantel de membros da Academia de Letras de Itabuna é constituído de expressivos escritores e poetas, comunicadores, juristas, competentes professores universitários, valorosos atores, gestores culturais.
            Desprovida do bem, a crítica insensata, praticada reiteradas vezes por um dos membros da Academia de Letras de Itabuna à própria instituição, da qual o ofensor faz parte, não merece crédito, levando-se em conta vários aspectos. Quando usa seu blog, o acadêmico em foco o faz no afã de difundir o terrorismo cultural, ferindo a ética, maltratando a verdade, tornando a vida tumultuada e feia. Demonstra, com isso, a natureza de alguém que, na condição de órfão do mundo, quer aparecer a qualquer custo e enganar os incautos.
            Desde 2011, quando foi instalada, até a presente data, a instituição vem prestando serviços relevantes à comunidade. O registro da memória das atividades desenvolvidas faz parte do noticiário local e dos assentamentos arquivados na ALITA, inteiramente à disposição de quem queira consultá-los.
            A Academia de Letras de Itabuna foi criada pelo idealismo do promotor Carlos Eduardo Lima Passos, dos juízes de Direito Antonio Laranjeira e Marcos Bandeira, do professor universitário e escritor Ruy Póvoas e do escritor Cyro de Mattos. Não surgiu para abrigar figuras inexpressivas em seu quadro, nem ser um clube de serviço onde circule o elogio fácil e o alimento da vaidade. Não se trata de um valhacouto de idosos como ofende injustamente o acadêmico inconformado e blogueiro Rilvan Batista de Santana.
            Em razão dos fatos expostos, os signatários desta nota pública, de maneira constrangida, vêm manifestar seu repúdio geral e irrestrito às acusações inconsequentes e infundadas do confrade Rilvan Batista de Santana contra a Academia de Letras de Itabuna e sua diretoria atual.

Itabuna, 10 de março de 2017

Sônia Carvalho de Almeida Maron, Ruy do Carmo Póvoas, Lurdes Bertol Rocha, João Otávio de Oliveira Macedo, Cyro Pereira de Mattos, Carlos Eduardo Passos, Marcos Antonio Bandeira, Sione Porto, Janete Ruiz Macedo, Silmara Santos Oliveira, Maria Delile Miranda de Oliveira, Maria Palma de Andrade, Raquel Rocha, Margarida Cordeiro Fahel, Ary Quadros Teixeira, Maria de Lourdes Netto Simões, Carlos Valder do Nascimento, Maria Luísa Nora.

* * *


Postado por Eglê Santos Machado às 08:47 Nenhum comentário: 
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Marcadores: ALITA, divulgação, manifesto, Rilvan Santana
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