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BOLSONARO DIZ QUE ACABARIA COM DEMARCAÇÕES DE TERRAS E
FINANCIAMENTO PARA ONGS

O deputado Jair Bolsonaro finalmente discursou na Hebraica, após muita polêmica. Foi alvo de protestos e também de muitos aplausos. Brincou várias vezes com a situação, atacou os manifestantes, chamando-os de “cérebros de ovo cozido”, e disse que jogaria sanduíches de mortadela para eles. Eis um resumo:
 
Boa parte da palestra, que acabou mesmo como discurso de campanha, serviu para Jair Bolsonaro criticar medidas adotados pelos ex-presidentes petistas, sobretudo às que dizem respeito à demarcação de terras. “Pode ter certeza que se eu chegar lá (Presidência da República) não vai ter dinheiro pra ONG. Se depender de mim, todo cidadão vai ter uma arma de fogo dentro de casa. Não vai ter um centímetro demarcado para reserva indígena ou para quilombola.”

Para Bolsonaro, as reservas indígenas e quilombolas atrapalham a economia. “Onde tem uma terra indígena, tem uma riqueza embaixo dela. Temos que mudar isso daí”, afirmou. “Eu fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais. Mais de R$ 1 bilhão por ano é gasto com eles.”

Ou seja: dá bilhão! Na verdade, dá muito mais que bilhão. Só o gasto com ONGs chega a vários bilhões. A política de assentamento, dominada pelo MST e “quilambolas”, representa um esquema de transferência de riqueza do trabalhador para grupos organizados, e mais de 13% do território nacional já se encontra sob a proteção dessa gente. É riqueza desperdiçada mesmo, pois as “favelas rurais” não dão conta do recado como fazem as empresas privadas.



Bolsonaro tem dito algumas besteiras, especialmente na área econômica, mas merece elogios quando acerta. E nesse caso está coberto de razão. É para cortar o cordão umbilical desses grupos mesmo. É para secar a fonte de recursos dessa turma. Acabar com as demarcações de terras “indígenas” e de “quilambolas”, e lembrar do significado da letra N na sigla ONG. O povo trabalhador não aguenta mais pagar essa fatura.

Sobre facilitar o acesso às armas de fogo, novamente Bolsonaro acerta e está em sintonia com o que quer o povo. O plebiscito de 2005 deixou claro isso, mas o governo ignorou a vontade popular e seguiu com a política autoritária desarmamentista, usurpando da população seu direito básico de legítima-defesa. Bolsonaro está certo em combater isso.

A parte que gerou mais revolta foi sobre controlar mais as fronteiras nacionais, num momento Trump. O presidenciável também fez críticas a refugiados: “Não podemos abrir as portas para todo mundo”, disse. Mas não se mostrou avesso a todos os estrangeiros: “Alguém já viu algum japonês pedindo esmola? É uma raça que tem vergonha na cara!” O comentário foi considerado racista, e o uso do termo “raça” foi extremamente infeliz mesmo. Se em seu lugar fosse usado cultura, não seria nada absurdo. Ou alguém acha mesmo que tanto faz um imigrante japonês ou um imigrante muçulmano, em termos culturais?

Vale destacar também o momento de humildade sincera do deputado, quando ironizou: “Eu não sou bom, não. Mas os outros são muito ruins. Me esculacham tanto e mesmo assim eu continuo subindo nas pesquisas”. Bolsonaro não seria um candidato razoável em condições normais, num país normal. Mas o Brasil não é normal: é um antro esquerdista. E as condições são bizarras: está tudo dominado pelos partidos de esquerda. Nesse cenário, até mesmo alguém como Bolsonaro passa a ser visto como uma alternativa…

Rodrigo Constantino

O COMUNISMO ACABOU. O SENHOR NÃO VIU?


Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.

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