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MENTIRAS DE AMOR - João Batista de Paula

Postado por Rilvan Batista de Santana 02/12/2016

MENTIRAS DE AMOR - João Batista de Paula 

A sinceridade deve ser a base de qualquer relacionamento para firmar o amor. Acredito que quem ama, não mente.  Quem ama, não trai. Quem ama, não maltrata. Quem ama, não inferniza a vida do outro. Quem ama, cuida. Quem ama, protege.  Quem ama, não mata. Quem ama, ama. Quem ama, quer estar sempre juntos, unidos, olhando as estrelas e os céus. Quem ama, gera felicidade. Quem ama, segue avante com sol ou chuva, com flores ou espinhos. Quem ama, manifesta a beleza de sentimentos e de gratidão.


Os segredos do coração somente o superior racional conhece e pode parar de matar o amor, porque as mentiras expressas  por várias vezes, com tanta firmeza e determinação, acabam funcionando como verdades. 

É preciso trazer a verdade à tona, para que o amor  verdadeiro prevaleça;  o amor amplo, o amor a humanidade, o amor de Deus, porque o amor não mata, não gera sofrimento, não causa dor, não trai, não mente, não exclui  sentimentos benéficos e que elevam os níveis de realização pessoal.


As mentiras de amor  geram sombras e duvidas, deixando de brotar flores e belezas numa vida a dois.  O time de Caim  mente, finge, mata, rouba, trapaceia, esconde o verdadeiro sentimento “ mentiroso” objetivando conquistar os seus interesses camuflados na mente maldosa.



As mentiras de amor geram consequências graves e  decepções.  Vamos ser sinceros, amar mais, edificar templos ao amor divino, ao amor que  gera vida, que constrói, que gera beleza e gratidão, satisfação, segurança, poesia, gentileza, doação e compaixão.


As mentiras de amor não ficam bem no relacionamento com as outras pessoas, nem com coisa alguma, porque vão gerando duvidas, desconfiança, medo, nojo, desprezo, revolta e  insatisfação, dando projeção e vez  a incredibilidade e as incertezas de que dias melhores virão.


Eu te amo; não que eu ache! Eu sou fiel meu amor; vou já me encontrar com a amante! Eu sou seu eternamente;  dormindo na cama com o inimigo. Eu te beijo; e o coração está bem longe de você. Eu escrevo amor; e apago com o desamor.


São terríveis as juras de amor, as alianças, os conchavos, as comemorações, as trocas de alianças, sentimentos, bens, comunhão de corpos,  pensamentos, almas, amizades e famílias, quando o amor não é aquele que vem dos céus, o amor de Deus, que é  belo, verdadeiro e real, no final  das contas acaba gerando sentimentos de tristezas e desolação.



O amor verdadeiro e a beleza de sentimentos anulam as mentiras de amor seja qual for a ocasião, porque nem sempre os meios justificam os fins.  Amor é amor, amor se paga com amor.  Vamos amar muito mais. O mundo precisa sim de mais amor.

1 Responses to MENTIRAS DE AMOR - João Batista de Paula

  1. MESTRE RILVAN BATISTA DE SANANA, RESTA-ME SO MANIFESTAR MINHA GRATIDÃO POR SUA ATENÇÃO E ACOLHIMENTO AOS MEUS CONTEXTOS. VAMOS BRINDAR O AMOR, O AMOR AMPLO, O AMOR ALTRUISTA, O AMOR DE DEUS, AMOR A HUMANIDADE.
    OBRIGADO E FELIZ FINAL DE ANO.
    ATENCIOSAMENTE,
    JOÃO BATISTA DE PAULA.

     

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