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Diário Literário Online

Vamos proteger nossas crianças e acabar com essa história de que todo menino é condenado a comer mal




Nivia de Souza, Editora

Oi, leitor,

Como estamos de feriado?

Vai aproveitar para descansar ou já planeja uma lista de afazeres?

Espero que você não se esqueça de se divertir e de relembrar os tempos de infância.

Afinal, neste 12 de outubro, também celebramos o Dia das Crianças.

E por falar nelas, nós recebemos muitos e-mails perguntando sobre a alimentação infantil.

Então, resolvi juntar estes dois ensejos e chamar a consultora da Jolivi Juliana Carreiro para elaborar dicas para quem deseja oferecer aos pequenos uma alimentação segura desde já.

E o que ela dividiu comigo foi realmente muito importante.

Porque, precisamos reconhecer, nossas crianças estão adoecendo.

Aos 8 anos, já apresentam corações de idosos.

Aos 10, são diabéticos.

Aos 11, têm gordura no fígado.

E tudo isso por causa da alimentação.

Então, eu tenho dois convites:

1) Reserve o feriado para conhecer um pouco mais sobre o Remédio Natural, nosso novo produto editorial que desvenda a alimentação.



2) Compreenda que a alimentação segura é uma forma de cuidar dos nossos filhos e netos. E pode ser muito mais saboroso do que transformar qualquer afeto em chocolate.

Chicória & Chocolate

Vamos lá.

Há alguns anos, foi exibida na televisão brasileira uma propaganda em que um menininho fazia um pequeno escândalo no supermercado porque queria comer brócolis e chicória.

O comercial deixou todo mundo surpreso naquela época.

E o ano era 2004 e 12 anos depois ainda ficamos boquiabertos quando vemos uma criança comer com naturalidade legumes.

Em 2016, não deveria ser assim. Nossas estatísticas de saúde clamam por mudanças.

Mas a publicidade ainda não escuta.

(Falando em propaganda, por sinal, o reclame aqui relembrado era para vender ‘Sustagem’, uma espécie de crime açucarado nutricional, ainda vendido como solução para crianças que não comem legumes).

Não era assim antes que essa mesma publicidade que, hoje, nos faz ficar surpreendidos com uma criança brócolis, nos induziu e incitou a comer cada vez mais produtos industrializados, que funcionam como verdadeiras bombas açucaradas e de compostos químicos.

Portanto, leitor, incentivar as nossas crianças a comerem de forma segura e saudável não tem a intenção de transformá-las em ETs ou de estimular as chacotas na escola porque seu filho não leva bolacha recheada para comer no recreio.

O objetivo desse esforço e empenho é fazer com que essa geração não se transforme na nossa geração, tão viciada em açúcares e outros compostos e totalmente desacostumada a enxergar a alimentação como um investimento em saúde a curto e longo prazos.

Vamos, então, conhecer 4 passos de Juliana Carreiro para mudar a alimentação dos seus filhos, netos, sobrinhos e afilhados.

1) Perseverança e insistência:

Quando você oferecer ao seu filho alguma verdura, legume ou fruta e ele rejeitar, não desista de primeira.

“Com o meu filho Felipe, de 2 anos e 10 meses, eu misturo um pouco melhor o 'verdinho' com os demais alimentos, e ele sempre come tudo. A aceitação também pode variar com o tempo. Ele já teve dificuldade para aceitar a textura da uva e do caqui e a acidez do abacaxi, por exemplo. E eu continuava oferecendo estes alimentos com alguma frequência. Hoje, ele come as três e adora”, conta.

A Juliana aponta que existem várias maneiras de apresentar um alimento para os pequenos. O Felipe pode não gostar de alguma verdura crua ou mesmo refogada, mas sempre deixa o prato vazio quando elas são misturadas com ovo mexido ou em forma de omelete.

A berinjela, por exemplo, que normalmente é de difícil aceitação, é consumida em forma de torta. E o Felipe adora!

2) Exemplo dos pais e responsáveis;

Se as crianças adoram repetir algumas palavras que estão sempre no vocabulário das pessoas ao seu redor, com as refeições este comportamento tende a ser o mesmo.

“Quando comemos os alimentos que queremos que eles consumam na frente deles, normalmente a aceitação é mais fácil. E o mesmo acontece com aqueles que não queremos que eles comam”, observa nossa consultora.

3) Recorra ao lado lúdico;

Fazer pratos coloridos e cheios de histórias pode estimular as crianças a comerem melhor. Elas costumam projetar nas brincadeiras seus questionamentos e amadurecimentos. Portanto, usar este lado mais fantasioso pode ajudar.

A Juliana relata que sempre descasca a cenoura e o pepino para que o filho coma em palitinhos antes das refeições assim como um “coelhinho”.

4) Use o paladar não-viciado das crianças em favor deles;

É bom lembrar que o paladar dos pequenos é muito menos viciado do que o nosso. Ou seja, eles se acostumam com doses menores de sal e açúcar com muito mais facilidade do que nós.

Aproveite esta característica para reduzir o consumo destes itens.

“Os sucos naturais não precisam ser adoçados, os bolos caseiros podem ser menos doces e a comida que preparamos menos salgada. Isto é possível quando colocamos literalmente a mão na massa e, com um pouco de esforço, preparamos a comida que iremos oferecer”, diz a consultora.

Ela ainda complementa dizendo que se deixarmos este papel regulador para a indústria alimentícia, as crianças terão acesso a comidas empobrecidas, com baixas quantidades de vitaminas e minerais e ricas em substâncias nocivas a eles, como gordura e aditivos químicos.

“Para se motivar, pense que quando criamos um hábito positivo desde a infância é muito mais provável que ele seja incorporado para o resto da vida”.

Aos poucos, com boas doses de exemplo, paciência e, claro, amor, as crianças vão se habituar a comer frutas, verduras e legumes e a entender que se alimentar bem é o primeiro passo para uma vida repleta de saúde e qualidade.

Feliz Dias das Crianças para as crianças de todas as idades e que leem a Jolivi!


Fonte: Jolivi



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