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O NOSSO INIMIGO COMUM - João Batista de Paula

Postado por Rilvan Batista de Santana 12/10/2016

O NOSSO INIMIGO COMUM.

A  morte e o imprevisto que não mandam aviso prévio são os nossos inimigos comuns. Oremos. Vigiemos.

De: João Batista de Paula – Escritor e Jornalista.

A falta de conhecimento, a incompetência, a falta de preparo, a mentira, a incerteza de que dias melhores virão, bem como, a falta de poder e ausência de  firmeza no que pensamos e acreditamos,

São os chicotes e os freios da alma que impedem nosso progresso em  ser cidadãos capazes de avançar rumo ao progresso e ao bem-estar social, com honestidade, luta, conhecimento e capacidade.

Vogam a boa educação e as boas maneiras nesse processo de viver o hoje.

O que é o inimigo?
O que é a traição?
O que é o medo?
O que é a incapacidade?
O que é a falta de conhecimento?
O que é a falta de competência?
O que e a falta de  equilíbrio?

Nosso maior inimigo é a morte, é o imprevisto,  que não mandam avisos prévios.
É por não segurar firme na corda da salvação, as milhares de duvidas e a ociosidade que fazem surgir o inimigo.
É a falta de saúde, a falta de dinheiro, a falta de Deus, que geram inimigos de nós mesmos neste nível terrestre.

Viva o amor.
Viva a oração.
Viva a ação.
Viva o conselheiro.
Viva a aprendizagem.
Viva o conhecimento.
Viva a verdade.
Viva a sinceridade.
Viva a razão.
Viva a cultura racional.

Viva a existência da corda da salvação, que faz a gente considerar a morte e o imprevisto como desígnios de Deus.

Viva Deus.


Nosso maior inimigo é a segunda  pessoa que vive em nós, nosso Ego, nosso intimo, que nos avalia e critica, mas sem tomar atitude que possamos realizar para renovar nossos pensamentos, nossas afirmações, nossas escolhas, nossos procedimentos, nossa visão de mundo ideal.

 O inimigo  chamado medo é que impede de você caminhar, atravessar o outro lado da vida, olhar para os céus e para o alto.
O inimigo é nossa própria sombra; nossos medos, nossas intimidações, nossa falta de ação e providências, que nos deixam fora da competitividade em deixar a vida morna, sem luz, sem esperança maior no amor, sem ser digna de ser vivida, edificada com a paz, a saúde e a prosperidade.

Numa reflexão e avaliação a respeito do que somos e do que são os nossos inimigos, vamos concluir que além da falta de saúde e de dinheiro, a ausência de Deus, Luz em nossas  vida, braços cruzados, comodismo e fraqueza, na realidade em que vivemos, são as falhas que precisam ser reparadas para que possamos ter os pés no chão e o olhar voltado para o futuro.

Meus inimigos são:
- Meus ressentimentos, meus ódios, minhas iras, meus nãos, meus egoísmos, meus apegos aos bens materiais. Minhas máculas, minhas incompreensões e medo de tudo e de todos.

Ai,  estão, realmente, os inimigos da nossa mente e do nosso coração. Eu mesmo! Por isso, devemos renovar nossos pensamentos e atitudes, sair da rotina, buscar manter o equilíbrio das coisas que vivemos e que buscamos alcançar.

O medo de arriscar, o medo de acertar, o medo de fazer afirmações positivas para uma vida mais feliz, o medo de conhecer a verdade dos encantamentos, nos tronam frágeis nos pensamentos e no recolhimento,  como se fossemos insignificantes e acomodados, passivos e ignorantes, mediante a realidade tal como ela é.

 São nossos inimigos íntimos, que residem em nós, no nosso corpo, na  mente e no coração:  a ausência da fé, ausência de coragem, ausência de esperança, ausência da mão de Deus em nossas vidas.

O apego aos bens materiais, o medo e a incompreensão são os nossos terríveis inimigos.

A incompetência...
O despreparo profissional...
A falta de amor...
A ausência de atitude...
O desconhecimento do certo e do que é errado...

A incerteza de dias melhores e a ausência de luz divina, o amparo espiritual e reconforto das culturas espiritualista e materialista,  acabam sendo nossos  inimigos íntimos e secretos.

Viva o amor.
Viva a oração.
Viva a ação.
Viva o conselheiro.
Viva a aprendizagem.
Viva o conhecimento.
Viva a verdade.
Viva a sinceridade.
Viva a razão.
Viva a cultura racional.

Viva a existência da corda da salvação, que faz a gente considerar a morte e o imprevisto como desígnios de Deus.


Viva Deus.

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