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O Reino dos céus é como uma festa Mt 22, 1-14

Postado por Rilvan Batista de Santana 25/08/2015

O Reino dos céus é como uma festa
Mt 22, 1-14
De novo Jesus usou parábolas para falar ao povo. Ele disse: 

- O Reino do Céu é como um rei que preparou uma festa de casamento para seu filho. Depois mandou os empregados chamarem os convidados, mas eles não quiseram vir. Então mandou outros empregados com o seguinte recado: "Digam aos convidados que tudo está preparado para a festa. Já matei os bezerros e os bois gordos, e tudo está pronto. Que venham à festa!" 
- Mas os convidados não se importaram com o convite e foram tratar dos seus negócios: um foi para a sua fazenda, e outro, para o seu armazém. Outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram. O rei ficou com tanta raiva, que mandou matar aqueles assassinos e queimar a cidade deles. Depois chamou os seus empregados e disse: "A minha festa de casamento está pronta, mas os convidados não a mereciam. Agora vão pelas ruas e convidem todas as pessoas que vocês encontrarem." 
- Então os empregados saíram pelas ruas e reuniram todos os que puderam encontrar, tanto bons como maus. E o salão de festas ficou cheio de gente. Quando o rei entrou para ver os convidados, notou um homem que não estava usando roupas de festa e perguntou: "Amigo, como é que você entrou aqui sem roupas de festa?" 
- Mas o homem não respondeu nada. Então o rei disse aos empregados: "Amarrem os pés e as mãos deste homem e o joguem fora, na escuridão. Ali ele vai chorar e ranger os dentes de desespero." 
E Jesus terminou, dizendo: 
- Pois muitos são convidados, mas poucos são escolhidos.
Comentário do Evangelho
A parábola é dirigida aos
chefes dos judeus
Esta parábola é encontrada também no Evangelho de Lucas, em um estilo mais suave. Mateus a narra em um estilo literário entremeado de violência e crueldade, como acontece com algumas outras parábolas suas. A cidade incendiada pelas tropas do rei parece ser uma alusão a Jerusalém, incendiada pelos romanos no ano 70, que Mateus interpreta como castigo pela morte de Jesus. A parábola é dirigida aos chefes dos judeus, que se julgavam o povo eleito, e que, rejeitando Jesus, perderam seu espaço para os gentios que creram em e aderiram a Jesus. A parte final, excludente e rude, sobre o homem sem o traje de festa, parece ser uma orientação do próprio evangelista para a exclusão daqueles que nas comunidades são infiéis.
Oração


Pai, tendo respondido ao teu convite para ser discípulo do Reino, desejo conformar toda a minha vida ao teu querer sendo fiel a ti. 

Fonte:www.paulinas.org.br  

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