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A morte de João Batista Mt 14, 1-12

Postado por Rilvan Batista de Santana 01/08/2015

A morte de João Batista
Mt 14, 1-12
Naquele tempo Herodes, o governador da Galiléia, ouviu falar a respeito de Jesus. Então ele disse aos seus funcionários: 

- Esse homem é João Batista, que foi ressuscitado. Por isso esse homem tem poder para fazer milagres. 
Pois Herodes tinha mandado prender João, amarrar as suas mãos e jogá-lo na cadeia. Ele havia feito isso por causa de Herodias, esposa do seu irmão Filipe. Pois João Batista tinha dito muitas vezes a Herodes: "Pela nossa Lei você é proibido de casar com Herodias!" 
Herodes queria matá-lo, mas tinha medo do povo, pois eles achavam que João era profeta. No dia do aniversário de Herodes, a filha de Herodias dançou diante de todos, e ele gostou tanto, que prometeu à moça: 
- Juro que darei tudo o que você me pedir! 
Seguindo o conselho da sua mãe, ela pediu: 
- Quero a cabeça de João Batista num prato, agora mesmo! 
O rei Herodes ficou triste, mas, por causa do juramento que havia feito na frente dos convidados, ordenou que o pedido da moça fosse atendido. E mandou que cortassem a cabeça de João Batista, na cadeia. Aí trouxeram a cabeça num prato, entregaram para a moça, e ela a levou para a sua mãe. Então os discípulos de João vieram, levaram o corpo dele e o sepultaram. Depois foram contar isso a Jesus.
Comentário do Evangelho
O banquete de Herodes
Mateus retoma aqui a narrativa de Marcos sobre o banquete de Herodes, resumindo-a. Em ambos os evangelistas ela antecede a narrativa da partilha do pão entre Jesus, os discípulos e a multidão. 

Podemos destacar aqui dois aspectos. Na articulação do poder em vista da morte de João, pode-se ver uma prefiguração da morte de Jesus e, também, uma advertência aos discípulos: quem assume a missão assume também o destino daquele que o enviou. Outro aspecto é a contraposição entre este banquete dos poderosos, Herodes e os que o cortejam, e a refeição de Jesus com o povo. O banquete dos poderosos, pretendendo comemorar um aniversário, tem como desfecho a opção pela morte. Por outro lado, a partilha do pão com Jesus e a multidão é a festa da fraternidade e da vida.
Oração


Pai, na qualidade de discípulo de teu Filho Jesus, quero inspirar-me na coragem inabalável de João Batista, denunciando profeticamente a prepotência dos grandes.


Fonte:www.paulinas.org.br 

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