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Soneto do Poeta de Água Preta

Postado por Rilvan Batista de Santana 11/07/2015

Soneto do Poeta de Água Preta


Por Cyro de Mattos

           Dedico a Florisvaldo  Mattos
            e sua poesia com 50 anos
             na estrada.

Nessa lavra que é memória de lida
Esplende o timbre de Ávila no feudo,
O tempo galopa na madrugada
De brasões, cai na tarde enriquecido.

Palavra solidária que cativa
Tristes braços comoventes de seiva,
Duro clamor de sombras expectantes
Que o camponês recolhe nos poentes.

Vem das manhãs de Água Preta esse grito
Civil, a rosa que não cala, pede
O homem sem as algemas da cidade

E espadas vis cegando a liberdade.
Quanto mais segue na esperança o vento
Sabe do mundo o amor como verdade.

Amigos e Amigas
 
O poeta Florisvaldo Mattos fez sua estreia literária há 50 anos. Foi na livraria Civilização Brasileira, da inesquecível Rua Chile, por onde toda a cidade de Salvador passava. Estive lá e não esqueço o brilhantismo do evento com o nascimento de um grande poeta, que já estreou por cima.De lá para cá foram muitos livros de poesia que vieram dessa lavra esplêndida  sob o domínio de um poeta dotado de qualidades expressivas. O soneto que envio a vocês, no anexo,  pretende dizer  um pouco do trajeto notável do poeta de Água Preta. Serve, também, um pouco,  para homenageá-lo com suas motivações poéticas durante 50 anos de estrada.
 
Abraços fraternos.
 
Cyro de Mattos

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