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Venezuela: Aécio Neves e comitiva de legisladores voltam ao Brasil após agressões

AFPAFP – 5 horas atrás

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O senador Aécio Neves é visto no aeroporto de Maiquetia, em Caracas, Venezuela, em 18 de junho
de 2015 Ver foto:

O senador Aécio Neves é visto no aeroporto de Maiquetia, em Caracas, Venezuela, em …
AFP - 7 horas atrás
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O senador Aécio Neves, que aterrissou nesta quinta-feira na Venezuela com outros parlamentares para interceder por políticos opositores presos, denunciou que manifestantes atacaram o veículo em que viajavam em Caracas, além de bloquear a passagem da comitiva.
"Estamos sitiados em uma via pública. Nossa van foi atacada por manifestantes", escreveu Aécio em sua conta no Twitter.
O senador social-democrata visitou o país com outros cinco legisladores, em uma missão política e, ao mesmo tempo, "humanística". O objetivo era pedir a libertação dos opositores presos Leopoldo López, Antonio Ledezma e Daniel Ceballos.
O avião oficial da Força Aérea Brasileira pousou no Aeroporto Simón Bolívar - localizado a 40 km da capital - por volta do meio-dia. Desde então, a delegação tentou seguir para Caracas e chegar à prisão onde López está recluso. Passadas as 17h locais (18h30 de Brasília), a comitiva decidiu embarcar na aeronave e voltar ao Brasil.
"Tentamos ir para a penitenciária novamente. Mas o tráfego, mesmo com a influência dos bloqueios, o tornou impossível", escreveu Aécio no Twitter.
O fluxo de veículos entre o aeroporto e a capital foi interrompido por um protesto e por uma operação de limpeza dos túneis, situados na autoestrada que liga os dois pontos.
A AFP constatou, na tarde desta quinta-feira, a presença de membros da Guarda Nacional bloqueando a via.
No Brasil, o Congresso reagiu.
"Há relatos de cerco à delegação brasileira, hostilidade, intimidação, ofensas e apedrejamentos do veículo onde estão os senadores", destacou uma nota oficial.
"O presidente do Congresso Nacional repudia os acontecimentos narrados e pedirá uma reação altiva do governo brasileiro", acrescentou.
Um grupo da oposição também convocou um protesto em frente ao consulado venezuelano em São Paulo.
Líder da ala radical da oposição, López está detido em uma prisão militar nos arredores de Caracas há quase 16 meses. Ele é acusado de incitar à violência em protestos contra o governo que deixaram 43 mortos entre fevereiro de maio de 2014, assim como Ceballos, ex-prefeito de San Cristóbal (Táchira, oeste).
Ceballos está em uma dependência do serviço secreto, e Antonio Ledezma, prefeito de Caracas, acusado de conspiração e detido em 19 de fevereiro deste ano, está em prisão domiciliar, após ser submetido a uma cirurgia.
Em entrevista concedida à emissora americana CNN, a presidente Dilma Rousseff chegou a manifestar seu desejo de que o governo venezuelano liberte os opositores presos. Em nenhum momento, Dilma criticou explicitamente o governo de Nicolás Maduro.
Já o Itamaraty divulgou uma nota, afirmando que pedirá esclarecimentos à Venezuela por "atos hostis inaceitáveis".
Nos últimos meses, várias personalidades políticas, entre elas o ex-presidente da Colômbia Andrés Pastrana; o do Chile Sebastián Piñera; o da Bolívia Jorge Quiroga; e o da Espanha Felipe González, visitaram o país caribenho. Eles também não tiveram autorização para ver López, o que gerou críticas da comunidade internacional ao governo Maduro.


Fonte:  Yahoo Notícias 

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