Saber-Literário

Diário Literário Online

BARROSO QUE VÁ DEFENDER LEGALIZAÇÃO DA COCAÍNA FORA DO STF!

Um ministro da mais alta corte do país deveria ser bastante discreto, manifestar-se somente pelas decisões por escrito, muito raramente conceder entrevistas, e, acima de tudo, prezar pela sua função de guardião da Constituição. A divisão de poderes é essencial para a democracia desde Montesquieu. O poder executivo existe para executar e administrar, o legislativo para legislar e o judiciário para fazer cumprir as leis.

Mas o Brasil tem visto uma grande suruba entre os poderes, com cada um tentando se meter no papel do outro. Principalmente o poder judiciário, em seu mais alto grau, tentando legislar, como nos casos de aborto, casamento gay e outros temas delicados. Não é sua função, e quando o STF banca o Congresso, sabemos que a democracia corre sérios riscos. Quem julga tais avanços de poder com base em cada decisão em si, aplaudindo quando de acordo com suas crenças e condenando quando contrária, ignora o “big picture” e não tem noção do perigo.

Esse ativismo do STF tem aumentado à medida em que o Congresso vive uma crise de credibilidade, e também por conta de uma composição cada vez mais “progressista”, com quase todo ele montado por indicações de Lula e Dilma, ou seja, do PT. A visão de mundo petista não dá a mínima para a divisão de poderes ou para valores republicanos que pretendem preservar as instituições de estado. Governo, partido e estado são a mesma coisa para os petistas.

Luís Barroso talvez seja o mais “progressista” dos ministros vermelhos. E quando ele prega, numa entrevista, a legalização das drogas, inclusive da cocaína, está ultrapassando e muito o limite de seu cargo. Alguns socialistas e libertários podem vibrar, por acharem que todas as drogas devem mesmo ser legalizadas. Mas esse não é o ponto-chave aqui. Essa gente erra o alvo. Não cabe a um ministro do STF dar pitaco sobre esse assunto. É temerário! É indecente! Não é parte de suas atribuições, simples assim. Eis o que Barroso disse:

A primeira etapa, ao meu ver, deve ser a descriminalização da maconha. Mas não é descriminalizar o consumo pessoal, é mais profundo do que isso. A gente deve legalizar a maconha. Produção, distribuição e consumo. Tratar como se trata o cigarro, uma atividade comercial. Ou seja: paga imposto, tem regulação, não pode fazer publicidade, tem contrapropaganda, tem controle. Isso quebra o poder do tráfico. Porque o que dá poder ao tráfico é a ilegalidade. E, se der certo com a maconha, aí eu acho que deve passar para a cocaína e quebrar o tráfico mesmo.

O site “Implicante” escreveu um pequeno texto argumentando que, se há espaço para um ministro que defende a legalização da cocaína no STF, então também há espaço para um que defenda a família. Refere-se a Ives Gandra Filho, cotado para assumir a vaga de Teori Zavascki. Ives é da Opus Dei, conservador, assumidamente a favor da família tradicional. A reação da esquerda à sugestão de seu nome foi de horror. Fizeram um escarcéu, ficaram em polvorosa, chocados com o “retrocesso” dessa possibilidade: um cristão ortodoxo no Supremo? Onde já se viu?!

“Se pode haver um membro do STF falando em legalização da cocaína, precisa haver um que analise a situação do ponto de vista do drama familiar, cujo o vício em drogas tantas vezes a consome do início ao fim. É assim que o jogo funciona”, conclui o texto. Mas não está totalmente correto isso. A visão pessoal de cada um não deveria ser o único fator levado em conta, ou sequer o mais relevante. Note-se que Ives é totalmente a favor da flexibilização das leis trabalhistas anacrônicas e fascistas que temos, mas no Tribunal do Trabalho ele precisa julgar… de acordo com a lei vigente!

Um juiz não está lá para legislar, repito, mas sim para fazer cumprir as leis. Um conceito básico para republicanos, e ultrapassado para “progressistas”. Neil Gorsuch, indicado para o lugar de Antonin Scalia para a Suprema Corte por Trump, disse com clareza que um juiz que gosta de todas as decisões que toma não é um bom juiz. Exatamente. Mas Barroso não é capaz de compreender algo tão básico do direito. É um ativista disposto a vestir o chapéu de deputado. Um absurdo!

Reinaldo Azevedo foi preciso em sua análise, concluindo que caberia até o impeachment do ministro:
É isto mesmo: acho que ele tem de ser impichado. E por quê?

Porque ele não se conforma com o seu papel de magistrado. Nota-se o seu desconforto com os limites que lhe são impostos pela Constituição. Barroso, a gente percebe, quer ser legislador, tem aspirações a Rasputin do Executivo; vende suas idiossincrasias e heterodoxias como se fossem um novo umbral do pensamento. Confessadamente — basta ler o que escreveu sobre novo constitucionalismo, entende que o papel de um magistrado é fazer justiça com a própria toga, mandando pra tonga da milonga do cabuletê os códigos que temos.
[…]

É claro que não cabe a um ministro do Supremo dar-se a essas especulações. Que renuncie à toga e vá disputar eleição, ora essa. Mas não o fará. Barroso quer precisamente isto: ser um ministro do Supremo, estar protegido por uma quase intocabilidade e, dentro do aparelho de estado, atuar para minar as suas bases.

[…]

“Impeachment porque ele quer legalizar as drogas, Reinaldo?” Não. Essa defesa destrambelhada e burra que fez só expõe a sua natureza. Ele tem de ser impichado é por seu solene desprezo ao Congresso, já verificado muitas vezes. Ele tem de ser impichado porque parece entender que seu papel no Supremo é rasgar os diplomas legais que não estão a seu gosto.

Está certo, nesse caso, Reinaldo Azevedo, de quem tenho discordado em outras questões recentemente. E notem que ele apresentou os argumentos pelos quais discorda totalmente do conteúdo em si da entrevista de Barroso, ou seja, da legalização das drogas (leves ou pesadas). Mas não vou entrar nessa questão aqui, pois não é o foco. Eu poderia ser a favor da legalização até do crack, mas isso não faria com que eu aplaudisse um ministro do STF defendendo tal bandeira por aí. É errado. É perigoso. É anti-republicano. Impeachment nele! - Rodrigo Constantino.




SOBRE / RODRIGO CONSTANTINO
Economista pela PUC com MBA de Finanças pelo IBMEC, trabalhou por vários anos no mercado financeiro. É autor de vários livros, entre eles o best-seller “Esquerda Caviar” e a coletânea “Contra a maré vermelha”. Contribuiu para veículos como Veja.com, jornal O Globo e Gazeta do Povo. Preside o Conselho Deliberativo do Instituto Liberal.


Fonte: 

http://rodrigoconstantino.com/artigos/barroso-que-va-defender-legalizacao-da-cocaina-fora-do-stf/?utm_medium=feed&utm_source=feedpress.me&utm_campaign=Feed%3A+rconstantino

P. S.: O Saber-Literário é cadastrado no blog de Rodrigo Constantino e recebe as postagens por e-mail. 




PESSOAS DO BEM OU SOMA, OU SOME - JOÃO BATISTA DE PAULA

PESSOAS QUE CANTAM E ENCANTAM - JOÃO BATISTA DE PAULA – ESCRITOR E JORNALISTA.


JUNTE-SE ÀS PESSOAS DE BOM CORAÇÃO. BOAS ATITUDES.

PESSOAS AMÁVEIS. PESSOAS ACOLHEDORAS.  PESSOAS QUE PRATICAM A BONDADE, QUE PRATICAM A GENTILEZA, QUE PRATICAM A CORTESIA.


JUNTE-SE AS PESSOAS FELIZES, SIMPLES, HUMILDES, TOLERANTES E QUE VIVENCIAM O AMOR, QUE TRABALHAM PARA O BEM ESTAR DE TODOS.


JUNTE-SE AS PESSOAS QUE AMAM, QUE TRABALHAM, QUE SE ABRAÇAM, QUE SE RESPEITAM, QUE ORAM E AGRADECEM PELA VIDA, PELO AMOR A VIDA.


JUNTE-SE ÀS PESSOAS QUE ADORAM OS ANIMAIS, ADORAM AS FLORES, ADORAM A BELEZA, ADORAM A SINCERIDADE, ADORAM A UNIÃO, ADORAM VER GENTE SORRINDO. ADORAM A FELICIDADE.



MISTURE-SE COM PESSOAS DE BOM CORAÇÃO.
PESSOAS QUE COLABORAM.
PESSOAS GRATAS.
PESSOAS QUE LOUVAM.
PESSOAS QUE EDIFICAM TEMPLOS AS VIRTUDES.
PESSOAS CONFIÁVEIS.
PESSOAS AMOROSAS.
PESSOAS DE DEUS.

MISTURE-SE ÀS PESSOAS DE BOM HUMOR, QUE ADORAM SERVIR, QUE SÃO ALTRUÍSTAS E NÃO EGOÍSTAS.

PESSOAS ESPIRITUALISTAS E NÃO MATERIALISTAS. MISTURE-SE ÀS PESSOAS ÚTEIS E DE BM CORAÇÃO.

PESSOAS FELIZES E DE AMOR AMPLO. PESSOAS QUE LEVAM A VIDA DE BEM COM A VIDA, COM MAIS AMOR, COM MAIS RISOS, COM MAIS EXEMPLOS BONS, COM MAIS ENCONTROS E AÇÕES QUE ENGRANDECEM E VALORIZAM AS PESSOAS COMO AMADOS FILHOS DE DEUS.

VOCÊ SABIA?

QUE SE VOCÊ SE ALIMENTAR SAUDAVELMENTE, DORMIR BEM, PRATICAR EXERCÍCIOS REGULARMENTE, NÃO CONSUMIR ÁLCOOL E NEM TABACO E SEMPRE BEBER ÁGUA, VOCÊ VAI MORRER DO MESMO JEITO? A ENTRADA E A SAÍDA DA VIDA SÃO IGUAL PARA TODOS. PESSOAS SÃO PESSOAS.

EU, DANIEL BLAKE: QUANDO O SISTEMA MATA
publicado em cinema por Fernanda Villas Boas
Filme dirigido por Ken Loach, “Eu, Daniel Blake”, que lhe garantiu a segunda Palma de Ouro no Festival de Cannes 2016 nos acorda para a estupídez da burocracia e a gradativa pobreza do capitalismo.
 
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Este filme de Ken Loach (2016) vai direto no seu coração, e sem que você perceba cria uma enorme empatia com Daniel Blake (Dave Johns) um viúvo que, aos 59 anos, sofreu um AVC e é posto de licença médica. A trajetória segue o ponto de vista ideológico e humanista através do herói popular, muitas vezes, tão parecido conosco. Nossas fraquezas e nossas forças vão sendo expostas na ferida de Daniel. Embora os médicos não o liberem para voltar ao trabalho, uma vez que ainda está enfraquecido fisicamente, o outro setor da burocracia estatal, a que lhe garante o pagamento da pensão, insiste que ele pode voltar e deve também procurar trabalho.

Ao procurar os benefícios do Estado que lhe concedem uma forma de subsistência, vê-se preso a uma burocracia injusta e constrangedora. Teve licença médica pelo AVC sofrido, já que ele continua frágil para exercer uma profissão fisicamente exigente. A burocracia estatal na Inglaterra insiste que ele pode voltar e deve também procurar trabalho. Estamos diante de Oewell quando previu em seu Big Brother, um aparato que dominaria toda a sociedade tornando-a autômata, com deveres a cumprir e falas já decoradas, perdendo completamente qualquer traço humano. Todos têm atitudes erradas diante dos problemas e ao invés de resolver, eles prendem a pessoa em, diversos departamentos que nada resolvem e a questão se alastra.

Durante uma espera numa repartição da Segurança Social conhece Katie (Hayley Squires), uma mãe solteira de duas crianças a precisar de ajuda urgente, que se mudou recentemente para Newcastle (Inglaterra). Daniel e Katie, dois estranhos cujas voltas da vida os deixaram sem forma de sustento, vêem-se assim obrigados a aceitar ajuda do banco alimentar. Da necessidade básica humana nasce uma forte amizade entre os dois e as crianças de Katie. Preso num labirinto burocráticos, Daniel afirma sua sabedoria de homem simples, compondo um emocionante protagonista que nos cativa a primeira vista, por sua empatia e sensibilidade. Katie e seus dois filhos estão literalmente passando fome, dependendo dos chamados “bancos de alimentos” e Daniel se aproxima delas como uma forma de se fazer útil, passa a frequentar a casa da amiga, ajudá-la com as crianças e fazer pequenos consertos já que ele é um carpinteiro.

Daniel tem um olhar positivo dentro de um sistema ligada ao acesso limitado de procura pública, mentindo e humilhando Daniel que vai criando defesas e se conscientizando de que ninguém fará nada por ele. Desesperado picha uma parede enorme do prédio público com suas palavras: “ I, Daniel Blake.......e vai preso. Todo e qualquer ato é reprimido, e sua pressão se mistura às dores de Katie a quem ele orienta paternalmente. O desenvolvimento da personagem o faz valente e mais consciente da realidade, quando diz: quando você perde o auto respeito, você se acaba.” A fala dupla e sem humanidade acordam Daniel que observa os demais, entre os quais Katie que perde seu abrigo público por uma goteira e é através de Daniel que ela passa a confiar na vida e no ser humano. O filme é um aviso. Daniel somos todos nós, escravos de um sistema corrupto, organizado para nos dar zero chances. A desumanização vinda dos sistema burocrático espelha ideologicamente os objetivos do governo. A vida insossa e crua das repartições, secretarias e outros órgãos públicos que capricham em sua estupidez maquinal. Daniel morre, mas com sua morte morremos um pouco. Mesmo corretos, mesmo sinceros, afetuosos, esperançosos, morremos a cada dia num banheiro público tentando negociar nosso direito de viver como gente que somos.


Fonte:






Fontes: You Tube / Paulo Leonardo

DE VINÍCIUS A VALDELICE - Antônio Lopes

        
Vinícius de Moraes
(Google)
    A questão é tão antiga quanto o poema e o canto: letra de música é poesia? Para mim, é; para os que, de fato, entendem do assunto, não é. Manuel Bandeira (poeta que, desencantado com este mundo vasto e real, decidiu mudar-se para a imaginária Pasárgada) tinha “Tu pisavas nos astros, distraída” como o mais belo verso da língua portuguesa.

E agora? O texto de Chão de Estrelas, de Orestes Barbosa, poderia ser inscrito em qualquer seleção de poesia – desde que Sílvio Caldas não fizesse a “bobagem” de lhe pôr melodia. É um poema romântico, todo versado em decassílabos, acentuação quase sempre na 3ª, 6ª e 10ª – algo parecido com um martelo agalopado.

Muitos outros autores da MPB atingem o mesmo grau de excelência de Orestes Barbosa: Noel, Tom, Vinícius, Belchior, Caetano, Antônio Maria, Gil, Paulo César Pinheiro, Dolores Duran, Cândido das Neves, Aldir Blanc, Chico Buarque – não há como esgotar a relação, pois riquíssima é a letra em nosso cancioneiro popular. 134 - COM O MAR ENTRE OS DEDOS Temos da simplicidade de Caymmi (“Marina, você já é bonita com o que Deus lhe deu”) ao barroco do misterioso Otávio de Sousa (com aquele coração “pregado e crucificado sobre a rosa e a cruz do arfante peito teu”), de Rosa (melodia de Pixinguinha). Cada um pode fazer sua escolha, em meio a diferentes estilos e idades. Para mim, isso é poesia, pois tem o impacto estético da poesia. Chão de Estrelas, apresentada a Sílvio Caldas em 1941, assustou o músico. Ele achou que era impossível o público aprovar versos tão sofisticados, decassilábicos, acadêmicos, poema mais pra ser lido em livro do que cantado em serenata de balcão, janela e sacada. Mas foi convencido por Orestes a musicar tais paroles e gravá-las. Fê-lo com tal competência que a canção entrou na história da MPB como o “hino nacional dos seresteiros”, com mais de 40 regravações de artistas de variada estirpe, de Elizeth Cardoso a Roberto Carlos, de Nelson Gonçalves a Baden Powell, Carlos Alberto, Maurici Moura, Maysa e tantos outros. Para abonar minha modesta opinião, lembro à gentil leitora e ao ilustre leitor que “transformar” poesia em letra de música não se constitui, propriamente dito, em novidade.
Valdelice Pinheiro
(Arquivo)
Autores que, em princípio, nada pareciam ter com esse “plebeísmo” cantado por aí, tiveram seus versos musicados, às vezes até com grande aceitação: vêm-me à mente Drummond, Clarice Lispector, Florbela Espanca e o próprio Bandeira. ANTÔNIO LOPES - 135 Em discurso na Academia de Letras de Itabuna, o escritor Ruy Póvoas declamou o poema Retrato, de Valdelice
e Soares Pinheiro. O belo texto (em redondilha menor), rico de aliterações, parece pronto para receber música, talvez à espera de Marcelo Ganem: “O canto contido/ no centro do corpo/ o pranto pasmado/ perdido de dor...” 
         Penso que, musicado, o escrito poético não se apequena, não deixa de ser poético. Dando aval e fé a esta tese estão poetas de diversas tendências e idades, de Vinícius de Morais a Valdelice Pinheiro.

 Fonte:




Participe do lançamento de É agora como nunca, que acontece em São Paulo no dia 22 de fevereiro, às 19h, na Tapera Taperá.



Neste volume, Adriana Calcanhotto reúne 41 poetas novos e novíssimos e reforça seu estreito laço com a poesia.



Organizado pela cantora, É agora como nunca reúne 42 novos poetas brasileiros nascidos entre 1973 e 1990. Com humor e melancolia, os versos, reunidos, formam um panorama vibrante e múltiplo da poesia atual. Cada um à sua maneira, os poemas têm uma característica em comum: falam sobre este mo
mento, este minuto, este agora como nunca.
Fonte: Companhia das Letras

IMORTAIS - João Batista de PAULA.

João de Paula
Nada é eterno.
DE João Batista de PAULA. Escritor e jornalista.
Imortal só se for a palavra de DEUS.  A razão superior. Até o encantamento a gente perde a beleza, a luz material e o amor morrem.
Nada é eterno!
A flor morre.
O sentimento morre.
RICO e POBRE morrem.
O homem alto e o baixo morrem.
O orgulhoso e o humilde morrem.
O INVEJOSO morre.
O tolo e o sábio morrem.
Quem não morre?
Quem é imortal?
O homem e a mulher morrem.
O empresário e o empregado morrem.
O imponente e ar bola  morrem.
A mansão dos mortos NUNCA DIZ CHEGA!
A entrada é a saída da vida é igual para todos nós.

Morre o homem.
Morre o animal.
Morre a ave.
Morre a planta.
Morre TUDO,
TUDO se acaba.
Imortal mesmo é o sol que ninguém consegue esconder o mesmo por muito tempo.
Imortal é a vida eterna propagada por Jesus Cristo.
O Velho e novo morrem.
Aleijado e perfeito morrem.
Autoridade e leigo morrem.
Juiz e condenado morrem.
Bendito é aquele que acredita que DEUS nos  fará justiça.
Acaba o orgulho.
Acaba a riqueza.
Acaba a fama.
Acaba o alimento.
Acaba a água.
Acaba a arrogância.
.Acaba o orgulho.
Acaba a inveja.
Acaba o bem material.
acaba o medo.
acaba o poder.
acaba a flor.

Sim, VIVO devemos acreditar em nossos sonhos. Porque  a VIDA dos humanos acaba; a vida tem um inicio, meio e fim. O homem intelectual e sábio, orgulhoso, maioral, cheio de honra e gloria ao invés de achar que tem o título de imortal, deveria viver mais e fazer o bem sempre, o mal nunca e a ninguém.

Lembre-se que não temos poder de transformar um só fio de cabelo em branco ou preto sem ser artificialmente. Nem transformar os fios de cabelos em fios de ouro.

Estaremos aonde daqui há 50 anos? É claro que estaremos na mansão dos mortos, pode ser ate hoje ou amanhã, porque o IMPREVISTO não manda AVISO prévio.

Gordo ou MAGRO morrem.
Sadio e doente morrem.
Médico e paciente  morrem.
Morrem o homem de bem.
Morre o homem mal.
Morre o Pai.
Morre a Mãe.
Morre o ateu e morre o homem de DEUS.
Enfim, a vida se renova.
A natureza se renova.

Nós mortais devemos mudar os nossos sentimentos e viver bem com os nossos semelhantes, porque a entrada é a saída da vida é igual para todos. Não tem como trapacear com a morte, com o espirito que se separa do corpo.


Agora, não queira ser imortal, porque ate as pedras um dia tem seu fim. E você que quer ser gente boa, o notável, antes de morrer seja feliz, porque imortal só DEUS.

O PRESENTE GUARDADO

O vinho ainda está à espera
Transpirando o suor frio de abandono, 
O presente de Natal que não te dei
A caixa guardada permanece
Um pouco amarelada, talvez
De um tempo paciente ainda em espera.

O beijo que não te dei
O abraço que não solicitei
As palavras que não citei
Isso tudo e ainda mais quis te dar.
O tempo passado
Não recuperado,
Amor desperdiçado!

Na Prudência
Em busca de uma saída de emergência
Esqueço das feridas que às vezes teimam em sangrar!
O vento forte levou a folhagem que camuflava
A uva verde, imaturada
Do vinho que tornou-se ácido.

Como a natureza, vou me renovando.
Encho-me de esperança, a minha parceira diária
No imo e no meu olhar
Apenas vejo, 
Que de ti só queria talvez,
Ouvir: te amo.


Autora: Lucrecia Rocha

Thumbnail image for DSC_0297_.jpgfoto: da autora
ENTRE PARTIDAS, INÍCIOS E FINS

Vivemos em ciclos. Todo dia é um início, um fim, um recomeço, talvez. Mas mudanças não são fáceis e nossa forma de ver o novo é por vezes ingrata. Não respeitamos que a vida tem suas diversas estações e queremos só os dias floridos. Não seria melhor viver um dia de cada vez, com suas devidas alegrias e tristezas?

Vivemos em ciclos, cada dia é um dia. Todos acabam as 23:59. Todos os dias nós lidamos com fins e não concebemos o quanto os inícios e fins oscilam em nosso cotidiano. Inícios, fins, recomeços, tropeços, histórias que acabam, histórias que se iniciam. A todo momento nascemos e morremos. E ainda sabemos tão pouco lidar com os fins, tanto lutamos logo pelo prazer do recomeço sem saber que este mesmo já está ali nascendo. Lutamos para não sofrer os fins, sem saber que adiar dores as prolonga. O fim é natural, por que demoramos tanto a aceitá-lo?

Passamos anos sofrendo por fins de relacionamentos, mesmo quando está claro que vivíamos em um capítulo não tão feliz de nossa história. Tornamos as dores das partidas por muitas vezes mais torturantes do que realmente são. Queremos o novo e muitas vezes não abrimos mão do que já não nos pertence mais. Amamos inícios, mas não queremos os fins. Sempre gostei muito de uma música do Semisonic com a fatídica frase “Every new beginning comes from some other beginning’s end”(todo novo começo vem do fim de outro começo). E é isso! Seguem assim nossos dias, entre novos começos e fins.

Somos lembrados constantemente do caráter duplo do tempo: esse oscilar entre ser eterno e e efêmero. Quantos momentos de plenitude nos fazem viver a eternidade daquele instante e se faz morada em nós. Em contrapartida, outras situações nos fazem sentir apequenados perante sua avassaladora efemeridade. Acidentes, doenças, partidas. Nunca estamos prontos para lidar com a finitude: de um corpo, de um bom momento, de uma história.

O finito nos assombra. Lidar com a ideia de que nosso corpo além de limites tem um fim. Não aprendemos a nos despedir. Não aprendemos a ter mais gratidão pelas vidas compartilhadas do que sofrimento pelos que vão. Todo fim dói, mas a dor não pode tirar a beleza de tudo que foi vivido. Nos punimos a não visitar a memória, por medo de sofrer. Deixamos de passear pelas praias e montanhas mais belas por nos levarem a algum lugar dentro de nós. Nos negamos conviver com o que deixaram em nós aqueles que partiram pela equivocada visão que temos do fim: ele é um vilão.

Perdemos tanta beleza quando somos pequenos. Os fins não são fáceis e também na deixam de ser contornos da nossa história. Merecemos lembrar tudo que vivemos sem dor. Devemos acessar qualquer fase do nosso livro da vida com coração transbordando amor. Os fins que vivemos são parte do que somos. Os fins são tão importantes quanto os inícios.

De tudo o que o vento traz Quase nada permanece Permanente vem e vai Coisas sempre morrem, nascem (Vem e Vai – 5 a seco)

E assim a vida segue, permanente mudança, crescimento, inícios e fins. Cada instante, cada ciclo, com sua devida beleza. Cada momento deixando de ser presente pra ser memória, daquelas que vamos lembrar daqui há 20, 30, 40 anos. Memórias que transbordam muitas vezes do coração pros olhos, porém com uma alegria sem tamanho. Memórias que são nossa história, nossa caminhada, tudo que tivemos o prazer de partilhar com quem passou pela vida. Todas as idas e vindas, todos os caminhos tortos e os certos. Tudo que foi efêmero para o tempo e eternos em nós. Ciclos, partidas, inícios e fins.

 

ELLEN PEDERÇANE
Fotógrafa que largou o escritório(e a Arquivologia) para se encontrar. Amo o amor e tudo que ele me traz. Tenho um coração meio nômade, com espaço pro mundo inteiro. Sonho despretensiosamente que minha brincadeira com as letras alcance corações por aí. Respiro para não pirar, medito para melhor sorrir. .



Fonte: 


Site literário ou obituário?
R. Santana

           
Algum desavisado, pelo título, poderá antecipar: “Oxente, não é sua academia?” De chofre, responder-lhe-ia: “Já foi amigo, hoje, é de alguns condestáveis, que o silêncio é sua dialética, ademais, não critico a instituição em si, a instituição é perene, porém, seus membros são pobres mortais com defeitos e qualidades, mas que alguns pecam em enxergar em si, excelências e, defeitos nos outros, ou seja, Deus pra si e Diabo para os que não lhes dizem amém sempre”.
Google
            No ano que findou, depois que fui informado que haveria eleição na academia, escrevi: “Bom senso na ALITA”, quando ressaltei a necessidade de renovação em sua administração e tracei, mais ou menos, o perfil de um novo presidente para a instituição: um presidente agregador, competente e desenvolto na comunidade itabunense.
            Mas, estimado leitor, voltemos ao título: “Site literário ou obituário?”, permita-me antes, com devida vênia, perguntar-lhe: “Já acessou o site da ALITA?”, se me responder que “sim”, vai concordar com esse título, pois ali, afora alguns textos e informações de lançamento de livro do pessoal da corriola, os demais espaços registram as mortes recentes e não recentes de personagens ilustres da comunidade itabunense ou além mar de Ilhéus; se me responder que “não”,  peço-lhe que o acesse e irá constatar que nosso argumento não é gratuito, não é de “inimigo” ou, de pessoa ressentida por admoestação e alijada do grupo, mas de pessoa que gostaria de ver a academia sair da pasmaceira que se encontra.
            Entendo e pratico no meu diário online, que o registro do passamento das pessoas que contribuíram para nossa terra que já foi do cacau, é condição sine qua non, porém, deve ser uma informação passageira, não duradoura, quase definitiva.  Acho um desvio de finalidade de um site acadêmico ou qualquer veículo de informação e de conhecimento.
            Embora de saudosa memória, me “arrepio” quando abro (há um mês) o site da ALITA e lá encontro a imagem da professora Litza Câmara, vem à mente, suas aulas no Colégio Firmino Alves ou quando me empurrava, a contragosto, goela adentro, as teorias didáticas de Nerici e genéticas de Lauro de Oliveira na Faculdade de Filosofia. É justa sua homenagem, assim como de Ramon Vane, José Adervan, e, tantos outros, porém, não condiz com a finalidade de um site de literatura, cujo objetivo maior, é propiciar aos seus leitores, informações literárias, científicas, a indicação de bons livros, bons contos, boas crônicas, bons poemas, de autores regionais e do país.
             Certamente, essa linha editorial mórbida não é da acadêmica Raquel Rocha, é notória sua competência na área de comunicação, todavia, ela possui prerrogativas limitadas, isto é, ela reina, mas não governa... Sei quanto é difícil lidar com personalidades autossuficientes, pseudo-democráticas, egocêntricas e “estrelas”.
            Esta semana, um estimado confrade, telefonou-me e avisou que haveria reunião (não sou convidado há um ano), naquele dia, na ALITA, que a presidente estava lhe responsabilizando pelo meu comportamento difícil. Respondi-lhe que sou de trato fácil, amigo, solidário, fiel, todavia, não gosto que me subestime, porque de energúmeno, de jeca, só tenho a aparência e o jeito de andar. Contudo, não denigro ninguém, não sou néscio para fazer ataques pessoais, eu expresso o meu descontentamento de ideias, não sou repositório da verdade, mas acredito que a verdade surge no contraditório, na boa discussão, não acredito no “magister dixt et dixt”.  
            A ciência surgiu da observação de Francis Bacon, do susto de Isaac Newton (a maçã caiu em sua cabeça e descobriu a Lei da Gravidade), da maiêutica de Sócrates, da curiosidade de Einstein, de Fermi, de Darwin, de tantos outros gênios da humanidade. A ciência assim como a literatura e a arte, evoluem pelo descontentamento, pela mudança, não pelo “status quo” permanente, não pela resistência ao novo e medo de mudança. Ideias centralizadoras, resquícios autoritários, nunca contribuíram para o desenvolvimento da humanidade.
            Entrei na ALITA, graças ao espírito generoso de Dr. Marcos Bandeira (não nos conhecíamos, ele conhecia as bobagens que eu produzia e lhe enviava por e-mail e mais 5000 amigos virtuais). Não fui movido pelo desejo de “imortalidade”, mas fui movido pelo desejo de fazer parte do “nous aristotélico”, isto é, estar entre as inteligências mais reconhecidas da cidade. Todos nós somos mortais. A obra consistente, inspirada e diferente, permanecerá. Não é qualquer “obrinha” que ficará para posteridade, mas a obra diferente, o resto, irá pra o lixo da História.  Não importa se o sujeito pertence a mais de uma academia de letras, de ciências, de artes, de Jurídicas, se pertence a clubes de poetas, de escritores, etc., importa, se ele não é um mero reprodutor de temas esgotados, de ideias conhecidas e ultrapassadas, mesmo que seja erudito e membro de muitas confrarias.

            Sartre, Graciliano Ramos e Mário Quintana, não se notabilizaram como acadêmicos, este último, depois de tanto concorrer para ABL e ser rejeitado, brincou: “...eles passarão, eu, passarinho...” Não me satisfaz ser membro de uma academia, se o preço for balançar a cabeça como lagartixa, entretanto, honra-me pertencer ao mundo dos “imortais” se o meu pensamento for livre, independente, limitado, apenas, por princípios éticos e morais.
              Enfim, estimado leitor, que conhece o site da ALITA e o compromisso daquele que não a conhece, conhecê-la: "Site literário ou obituário?..." 




Rilvan Batista de Santana, Itabuna, 18.02.2017
Licença: Creative Commons. 


O fenômeno Doria

Muito se fala sobre o fenômeno Trump. Como o magnata conseguiu derrotar todo o poderoso establishment de Washington, Wall Street e da mídia? Fala-se muita bobagem, claro. Afinal, é a própria leva dos derrotados que impõe sua narrativa. Essa turma continua sem compreender direito o que aconteceu.

Em que pesem as claras diferenças, algo parecido se dá com João Doria, em São Paulo. Doria não é Trump, não tem seu estilo fanfarrão. Mas as semelhanças são muitas: um empresário de sucesso, que vem de fora da política, com a coragem de desafiar o politicamente correto, a grande imprensa, e se comunicar diretamente com o povo, esse ilustre desconhecido da elite que adora falar em seu nome.

Doria chegou botando para quebrar, vencendo logo no primeiro turno, e com um apoio tímido do próprio partido. Em seguida, impôs um novo ritmo de trabalho que políticos e servidores públicos em geral não estão acostumados. Visitas surpresas para averiguar a gestão, metendo a mão na massa como gari em atos simbólicos, e limpando a cidade dos pichadores criminosos.

Tudo isso fez com que Doria ganhasse ainda mais aprovação por parte da população. Mas eis o irônico: o aumento de ataques na imprensa é diretamente proporcional ao crescimento de sua estima perante o povão. Aquele que a esquerda rotula de “coxinha” é na verdade quem goza do respeito popular. Enquanto isso, são os que se dizem representantes dos pobres, os “intelectuais”, jornalistas e artistas, que partem para ataques cada vez mais violentos contra o prefeito.

Em evidência aqui está o mesmo tipo de fenômeno que explica Trump e o Brexit: essa elite “progressista” perdeu completamente o elo com a realidade, pois vive numa bolha e enxerga o povo somente como uma abstração.

O caso dos pichadores é sintomático. O povo quer cidade limpa, quer a sensação de lei e ordem. Mas os “intelectuais” defendem os marginais, que chamam de “artistas”, enquanto suas próprias casas continuam protegidas dos mesmos pichadores que defendem. A hipocrisia é total, e todos já se deram conta disso. É por essa razão que Doria conta com amplo apoio em sua cruzada contra esses delinquentes, enquanto um juiz socialista decide rasgar a lei que deveria zelar para fazer ativismo ideológico, prejudicando milhões de cidadãos decentes.

O fenômeno não é novo, mas sua dimensão sim, graças às redes sociais. A esquerda fala em nome dos pobres e das “minorias”, mas na prática prega bandeiras que prejudicam essas pessoas. Enquanto isso, aqueles retratados como monstros terríveis por essa esquerda são os que realmente despertam aplausos do povo. Só resta à esquerda chorar no Facebook e atacar a democracia e esses “alienados” todos que preferem a direita.

Doria conta com amplo apoio em sua cruzada contra pichadores, enquanto um juiz socialista rasga a lei para fazer ativismo ideológico, prejudicando cidadãos decentes






Fonte: Blog Rodrigo Constantino - Um blog de um liberal sem medo de polêmica ou da patrulha da esquerda “politicamente correta”.


8 Atitudes Que Prejudicam Seu Sistema Imunológico

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Como você provavelmente já sabe, a saúde do seu sistema imunológico é a SUA saúde. Quanto melhor, mais resistente você estará contra vírus e infecções invasoras. Muita gente pensa que a maior influência sobre o sistema imunológico vem das vacinas e das doenças, mas isso é apenas a ponta do problema.

 Os seus hábitos, as coisas que você faz (ou não faz) no seu dia a dia, têm um enorme impacto no seu sistema imunológico e, no final das contas, na sua proteção contra doenças. Especialmente à medida em que você envelhece. Aqui estão oito atitudes que perturbam o seu sistema imunológico que você deve evitar, para o seu próprio benefício.

1. Você não conversa o suficiente

Está ficando cada vez mais evidente que interação social não faz bem apenas à mente, mas também ao corpo. O simples comportamento social pode contribuir e muito para o nosso bem-estar. Pesquisas indicam que baixos níveis de interação social em casa, no trabalho ou na comunidade contribui para nos deixar doentes. Quando não temos nenhuma relação social, quando não nos relacionamos com ninguém, nosso cérebro começa a encher-se de substâncias químicas geradoras de ansiedade, e acabamos tendo vidas mais curtas do que pessoas mais sociáveis. Um estudo com 270 pessoas com idades entre 18 e 55 anos mostrou que aqueles que tinham seis ou mais interações sociais em termos regulares eram 4 vezes mais resistentes ao ataque de virus da gripe.

Solução: Todos nós levamos vidas corridas, mas não podemos nos esquecer de cultivar e manter nossas amizades. Elas são tão importantes quanto nosso comparecimento à academia de ginástica.3. Você é um chato, pessimista, um estraga-prazeresEstudos sérios já demonstraram que as pessoas que tendem a ver o copo meio vazio e com vazamento têm vidas mais estressantes e uma saúde fraca. As pessoas mais otimistas possuem uma quantidade maior de células T, uma resposta melhor do sistema imunológico, e anticorpos mais poderosos. Claro, pode ser apenas que pessoas mais otimistas tomem mais cuidado com sua saúde, mas parece bem lógico que uma visão negativa da vida causará depressão e, com ela, o mau funcionamento do sistema imunológico.

Solução: Não é fácil simplesmente bater palmas e puf! Você é otimista. É preciso um real esforço para mudar sua atitude em relação à vida, e seus padrões negativos de comportamento. Comece perguntando a si mesmo: "de que outro ângulo posso olhar para isso?" "Há outra forma menos negativa de julgar isso?" Tente um pouco de cada vez. Experimente entender realmente que alguém ou alguma coisa pode ser melhor do que você imaginava. A mudança virá com o tempo. E, com ela, a melhora do seu sistema imunológico.


  2. Você não dorme o suficiente

Há sempre algo mais a fazer e, hoje em dia, algo mais para assistir. Só que... dormir tarde e acordar cedo é um habito que muitos especialistas associam à baixa imunidade, pois o organismo começa a não produzir a quantidade de glóbulos brancos necessária para combater germes e vírus. Uma pesquisa conduzida pela Universidade de Chicago indicou que homens que dormem apenas 4 horas por noite, por apenas uma semana, produziram apenas a metade (!) da quantidade de anticorpos destinados a combater o resfriado, comparados com os que dormiram de 7.5 a 8.5 horas por noite.

Solução: A maioria dos adultos necessita entre 7 e 9 horas de sono ininterrupto por noite. Porém, se você ainda sentir-se cansado meia-hora depois de acordar, provavelmente, é porque a qualidade do seu sono não é boa. Tente dormir o suficiente e, caso ainda esteja cansado, consulte um especialista em sono, pois este é crucial para o seu sistema imunológico e bem-estar geral.​

3. Você é um chato, pessimista, um estraga-prazeres Estudos sérios já demonstraram que as pessoas que tendem a ver o copo meio vazio e com vazamento têm vidas mais estressantes e uma saúde fraca. As pessoas mais otimistas possuem uma quantidade maior de células T, uma resposta melhor do sistema imunológico, e anticorpos mais poderosos. Claro, pode ser apenas que pessoas mais otimistas tomem mais cuidado com sua saúde, mas parece bem lógico que uma visão negativa da vida causará depressão e, com ela, o mau funcionamento do sistema imunológico.


Solução: Não é fácil simplesmente bater palmas e puf! Você é otimista. É preciso um real esforço para mudar sua atitude em relação à vida, e seus padrões negativos de comportamento. Comece perguntando a si mesmo: "de que outro ângulo posso olhar para isso?" "Há outra forma menos negativa de julgar isso?" Tente um pouco de cada vez. Experimente entender realmente que alguém ou alguma coisa pode ser melhor do que você imaginava. A mudança virá com o tempo. E, com ela, a melhora do seu sistema imunológico.

4. Você discute com seu cônjuge da maneira equivocada Uma interessante pesquisa realizada pela UCLA descobriu que os casais que discutem seus problemas abertamente recebem o mesmo estímulo para seu sistema imunológico e anticorpos que eles obteriam através de exercícios moderados. Por outro lado, casais que usam de sarcasmo, insultos e atitudes passivo-agressivas têm menos quantidades de células T, níveis mais altos de hormônios de estresse (óbvio) e podem levar até 40% a mais do tempo necessário para recuperar-se de ferimentos do que os casais mais abertos e positivos.Solução: É difícil mudar hábitos e dinâmicas no relacionamento, e muitos casais aprovam o "deboche amigável". O problema é quando o deboche se torna MUITO agudo ou frequente que as pessoas começam a sofrer, e isso nunca é bom para o relacionamento. Se você tem um problema real, discuti-lo corajosa e abertamente com seu cônjuge não será saudável apenas para a sua relação, mas, aparentemente, para seu corpo também.

5. Estresse contínuo

Todo mundo, ocasionalmente, tem que enfrentar estresse. Porém, o que acontece com alguém que está assim dia após dia, quase sem cessar? O sistema imunológico começa a declinar em sua capacidade de combater infecções, vírus e germes. Períodos de estresse sem pausa rapidamente provocam redução na contagem de células T e enfraquecem a imunidade do corpo. É fato conhecido que viúvas e viúvos têm muito mais tendência a adoecerem no ano que segue à perda dos seus cônjuges do que pessoas que não passaram por um evento que provoca altos níveis de estresse como este.

Solução: Cada um tem que encontrar a sua. Todos nós temos maneiras de aliviar o estresse - seja um banho de imersão, fazer exercícios, tirar uma folga no trabalho por uns dias ou qualquer coisa que ajude. Lembre-se das coisas que fazem você relaxar e pratique-as seguidamente. Sim, abra espaço no seu calendário para "relaxamento". Isto é, se você quiser ter uma vida mais saudável.

 6. Você pega coisas emprestadas dos outros
Siga nosso conselho: se você precisa de uma caneta, traga a sua. Se você precisa de uma calculadora, traga a sua. Se precisa de um laptop... bem, você entendeu. Germes de gripe e resfriado são transmitidos, de maneira comum, por contato. Você não sabe onde os objetos estiveram nem quem os tocou. Não queremos dizer que você deve fugir de quem lhe oferece uma caneta, mas sim, que não deve ter o hábito de tomar coisas emprestadas dos outros - você nunca sabe quando poderá se contagiar com algo e passar para sua família.

Solução: Faça uma lista dos ítens mais comuns que você usa e precisa durante o dia. Carregue uma bolsa ou uma roupa com grandes bolsos para coisas básicas como caneta. Não empreste coisas que você traz de casa.​

7. Não apele para os antibióticos
Os antibióticos foram inventados para combater severas infecções e germes. Tomar antibióticos todas as vezes que você tem um problema leve ou apenas sintomas fará com que seu organismo desenvolva resistência a essas substâncias, e você ficará vulnerável a infecções mais sérias. Pesquisas indicaram que pacientes que consomem muitos antibióticos têm sistema imunológico frágil, o que significa vulnerabilidade a doenças no futuro. Portanto, você está apenas adiando um problema leve e trocando por algo bem mais sério no futuro.

Solução: Só tome antibióticos quando tiver infecção bacteriana. Tome tanto quanto for receitado, mas não os use para prevenir doenças, a menos  que seja assim orientado pelo seu médico. Não guarde antibióticos não usados para o futuro. Tome conforme a receita e jogue fora o resto.

8. Por que você está tão sério?

Não é engraçado, mas seu sistema imunológico adora uma boa risada. Pesquisas demonstraram que as emoções que acompanham uma risada genuína provocam redução nos níveis dos hormônios do estresse no corpo, bem como também de certas células importantes do sistema imunológico. Em recente estudo realizado na Universidade de Medicina Loma Lina, adultos assistindo a um filme cômico por uma hora mostraram significativo aumento na atividade do seu sistema imunológico.

Solução: Bem, acho que este não precisa de explicação. Riam mais, pessoal! Assistam suas comédias favoritas, encontrem-se com os amigos mais divertidos, leiam textos engraçados e abram-se para novas experiências!
 
 Imagens: imagerymajestic, razvan ionut, Grant Cochrane, stockimages, renjith krishnan, Ambro, Danilo Rizzuti / FreeDigitalPhotos.net

Fontes: Andréia A. / Tudo por e-mail



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