Saber-Literário

Prof. Rilvan Batista de Santana / Cel.: (73) 98893-9460

 

Viva a vida

Não coloque sua Felicidade em lugares distantes e inatingíveis… A Vida é cheia de pequenos detalhes e momentos especiais, que fazem a diferença e trazem Felicidade… A melhor forma de viver tudo isso é harmonizar-se e SORRIR…

O Sorriso é uma porta que se abre para a Vida, é um convite para que você desfrute da convivência familiar com Paz e vibrações positivas…

São esses momentos que nos transformam verdadeiramente, pois além do bem estar, reagimos positivamente diante da Vida!…

Faça acontecer os seus melhores momentos, junto de todos que compartilham o mesmo espaço que você, porque estar alegre é alegrar a Vida!!

 

Fonte: Gotas de Paz

 Carta para Júlia (II)

R. Santana

Querida Júlia:

 

Nunca mais lhe dei notícias minhas, aliás, a recíproca é verdadeira. Mas, deixemos de lado essas picuinhas e cobranças, irei me ater às notícias literárias e sua desenvoltura à frente dessa casa de saber acumulado.

Não mais ouvir falar de sua casa. Quais são os projetos para 2014? Em 2013, salvo algumas ações internas de somenos importância, não soube de nenhum feito relevante de sua administração. Querida Júlia, a sociedade atual não é mais utópica nem se contenta com tertúlias estéreis, reuniões que não decidem e inócuas, palavrório sem significado...

Hoje, não é mais aquele tempo de saraus e serenatas, quando a poesia de versos românticos e os livros tomavam conta dos espíritos refinados e ciosos de conhecimento, ler naquela época, era um passatempo lúdico e uma necessidade intelectual, diferente dos tempos atuais de notícia sucinta, rápida, dinâmica e informatizada, portanto, a administração moderna de uma casa de arte e cultura tem que se adequar à realidade de que a informação de ontem é velha e não mais estimula o leitor.

Querida amiga, nem sempre o eleito para administrar uma entidade é aceito por todos os seus pares e pela comunidade que ele está inserido, não faz muito tempo (resguardando as proporções históricas), o cardeal Joseph Ratzinger, Bento XVI, foi escolhido para liderar sua igreja, mas desde cedo, enfrentou uma enorme oposição dentro e fora da comunidade católica, porém, mudou o curso da história e renunciou no momento certo, quando entendeu quão difícil é a conversão de forças reacionárias e mudar vícios e vicissitudes arraigados. Longe de mim, eu lhe sugeri que renuncie, porém, é necessário generosidade e sabedoria para liderar cabeças inteligentes.

Júlia, a grandeza da alma no ocaso da vida é o que conta, os conceitos cartesianos e racionais devem dar lugar ao bom senso e ao entendimento do outro, não estigmatizá-lo e marginalizá-lo. Entendo que a nossa idade e a nossa saúde não mais permitem alimentar a indiferença, o ressentimento e o ódio. É sabido que ninguém é melhor do que ninguém... A vaidade, o orgulho, a presunção, a soberba e a arrogância afastam o homem do caminho do bem e de Deus.

Nunca alimentei a ingênua fé de imortalidade literária, eu não produzi ainda prosa ou poesia nesse patamar, aliás, eu não me considero um artista da palavra! Quando entrei na sua casa, não me moveu nenhuma vaidade intelectual ou imortalidade, mas moveu-me o desejo de contribuir para divulgação de nossas produções tupiniquins e levar essas produções ao conhecimento de jovens e adultos através da escrita e da leitura. Modestamente, eu consegui esse objetivo sem o seu respaldo e dos meus pares, mas por intermédio do “Saber-Literário”, “Itabuna Centenária”, portal “Domínio Público–MEC”, e, outros instrumentos de comunicação moderna.

Querida amiga, cercear, advertir, censurar, limitar palavras e ações, não ajudam agregar, mas são elementos que geram antipatia e desconforto administrativos, gerando, inclusive, renúncia e afastamento dos membros de sua casa. Liderança e carisma são dons inatos, porém, eles podem ser adquiridos pela predisposição e exercício. Qual o significado para comunidade de sua casa se ela não deslancha? Discussões, propostas e projetos que não saem do papel, o destino é a lata de lixo!...

A entidade deve estar acima das vaidades pessoais. A entidade não deve atender interesses individuais de fulano ou sicrano em detrimento dos demais. A entidade deve ser una e trabalhar com o objetivo de atender o pleito de todos os seus membros à medida de suas possibilidades financeiras e operacionais. Se uma entidade literária ou científica desvia do seu papel cultural e social para dar atenção a antiprojetos e projetos individuais, o esfacelamento e a divisão serão as consequências dessa entidade.

Enfim, querida Júlia, dirigir uma entidade de tantas mentes articuladas, algumas ardilosas e envolventes, é preciso que tenha o “jogo de cintura”, o desprendimento e a inteligência de um grande atacante de futebol que se sentindo impossibilitado de driblar os volantes e os zagueiros adversários, renuncia a autoria do gol e lança a bola para um lateral ou um meia com mais condições de finalização, às vezes, ele tem mais aplausos e reconhecimento de que se tivesse feito o gol.

 

Cordialmente,

Narvil






Autor: Rilvan Batista de Santana

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CHEGA DE BURRICE – Guilherme Fiuza 

"No início da Pandemia aqui no Brasil, o cara (Jair Messias Bolsonaro) quis fazer uso da Hidroxicloroquina e defendeu o isolamento vertical; a resistência foi contra!

O resultado: hoje a Hidroxicloroquina é uma realidade e o isolamento ao qual fomos submetidos com a finalidade de construir leitos de hospitais, não cumpriu seu papel.

O STF, com seus 11 Presidentes da República, tirou do cara a prerrogativa de gerir a crise da Covid19, deixando a cargo de Governadores e Prefeitos a gestão! O que nós vimos? Roubos, superfaturamentos, Lockdown pra quebrar a economia, meia dúzia de máscaras e álcool em gel pra calar a boca da massa de manobra.

A OMS negligenciou informações cruciais, a Ditadura Chinesa matou médicos e jornalistas que divulgavam coisas sobre o vírus; Governadores e Prefeitos ignoraram o vírus pra pular Carnaval, mas o “genocida” é o cara que, em reunião fechada, defende a sua nação com unhas e dentes!

            A última agora, é a troca do horário de atualização do número de mortos e infectados pela Covid19, porque os curados nunca interessaram! Agora, não permitir que a Globo anuncie em rede Nacional, comemorando como se fosse um recorde olímpico, os números do Brasil, é esconder informação? Vocês sabiam que existe outro meio de se informar, que não seja pela Globo, que aliás, só desinforma? Assistam aos jornais da imprensa livre; vocês vão ficar chocados com a quantidade de informação que estão sendo ocultadas!

Você não precisa gostar do cara, mas não precisa torcer pro vírus só porque você perdeu a eleição! O Brasil não é uma partida de futebol, onde quem perde fica puto, pega a bola e acaba com o jogo! O Brasil é nosso, de quem ama suas cores e honra sua bandeira!

O Brasil não é de quem, em nome de uma ideologia, queima seu maior símbolo! Odeie o cara, é um direito seu, mas não deixe esse ódio te fazer torcer pro seu país quebrar; lembre-se que com a sua ignorância, você não entra mais nos Estados Unidos e vai ter que, finalmente, amargar férias da sua Disney imaginária, na Venezuela! 

Chega de cegueira! Chega de burrice! Chega de dissonância cognitiva! Chega de cagação de regra de quem votava, vota e defende bandido! Chega!! Chegou a hora dos brasileiros de bem tomarem conta do futuro do país!"

Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!

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Guilherme Fiuza - Rio de Janeiro, 30 de maio de 1965 é um jornalista e escritor brasileiro.

 

* * *

 

Fonte: YouTube

Labirintos da inteligência

R. Santana

Não faz muito tempo, solicitei o serviço de uma empresa de informática para consertar e configurar o meu computador. Enquanto o técnico mexia e remexia no CPU, observei que certas operações eram automáticas e repetitivas, o técnico, certamente, já tinha feito aquelas operações dezenas de vezes, embora o serviço de informática tenha o status de conduta inteligente, o raciocínio pouco lhe era exigido no desempenho daquela tarefa, então, descobri naquele momento, que as experiências retidas na mente de uma pessoa, são condições necessárias para o bom desempenho da inteligência.

Se inteligência é a capacidade de resolver problemas ou a reestruturação imediata de dados perceptivos com ingredientes emocionais e cognitivos, a medida do QI é tão relativa e inesperada quanto um atirador acertar na “mosca” de um estande a longa distância. A mente do ser humano não é um pedaço de matéria sujeito à medida do homem e a sabedoria popular de que “nunca se conhece o outro” corrobora no mistério da mente.

Para explicação de mentes como a de Einstein, Leonardo de Vinci, Darwin, Winston Churchill, Thomas Edison, Rousseau, Maomé, e, outros gênios da humanidade, que tiveram desempenho sofrível em determinadas atividades e foram capazes de revolucionar o mundo quando descobriram os seus reais dons, a ciência, hoje, recorre às teorias de Daniel Goleman, Alfred Binet, Theodore Simon, mais recente, a teoria da Inteligência Espiritual de Danah Zohar e Iam Marshall, pois uma só teoria não responde às perguntas que o homem faz ao longo do tempo.

Existem coisas que quanto mais se explica, mais se tropeça em definições e conceituações. O neófito estudante de matemática não entende quando o professor conceitua a “Teoria dos Conjuntos” e dentre os conceitos, ele se depara com “Conjunto Vazio” e “Conjunto Unitário” que não acepção do dia a dia, conjunto significa várias coisas, ele não entende como “um elemento” e um “espaço vazio” têm o significado de “conjunto”, isto vale pra explicação de inteligência, quanto mais se conceitua ou se define “inteligência”, mais questionamentos se suscitam.

Sem rigor científico, “inteligência” é um grande labirinto, de compartimentos pequenos, médios e grandes, interligados (sinapses), em que o pensamento percorre e desenvolve elementos lógicos, elementos emocionais e elementos espirituais com potencialidades diferentes. Alguém afeito à lógica jamais irá cultuar a digressão, porém, em condições sócio-econômicas iguais, ele terá as mesmas possibilidades se perseguir os mesmos ideais.

O mestre chamar o discípulo de “burro”, “orelhudo”, por dificuldade de aprendizagem, é ignorar os meandros psicológicos e mentais, não se apreende o que não inspira prazer e significado (a percepção do menino da cidade é diferente do menino da zona rural), se o mestre souber combinar o gosto pela aprendizagem e o seu significado, ele não terá dificuldade de ensinar nenhum assunto.

A tradição de que a pessoa culta é mais inteligente do que a pessoa não culta vem de longe até os dias atuais. A Grécia berço da civilização ocidental reservava o trabalho manual, o trabalho braçal, enfim, a mão-de-obra não qualificada, para os escravos, as mulheres e os camponeses. Os filósofos, os oradores, os políticos, os sofistas (mestres do saber e contemporâneos de Sócrates), eram os cultores do saber, os detentores do conhecimento, os guardiães da justiça e do estado, a elite inteligente...

O homem comum, intelectualmente, é diferente do gênio? Potencialmente, não! Todos têm as mesmas faculdades e as mesmas possibilidades em condições iguais, apenas, o interesse e o significado de algo para o homem comum é diferente do interesse e do significado de algo para o gênio.

Se alguém, por exemplo, é um gênio da música, é que a música, aliada à disciplina e muito trabalho, foi o seu norte e sua razão de viver, se um gênio não persegue o seu ideal, ele não é gênio, é um homem comum.

Se Darwin e Isaac Newton não perseguissem suas idéias, eles não teriam deixado a “Origem das Espécies” nem a “Philosophiae Naturalis Principia Mathematica”, duas referências da Ciência Moderna. Certa feita, alguém perguntou a Thomas Edison, se seus inventos eram frutos de sua genialidade e para surpresa do curioso, ele lhe respondeu que os seus inventos eram frutos de “transpiração” e não de “inspiração”.

Um indivíduo de emoção instável, sob pressão, jamais terá o mesmo desempenho de um “cuca fresca” em um exame de vestibular ou coisa que valha, não por ser menos inteligente ou por ter menos conhecimento, decerto, a sua memória e o seu raciocínio serão embotados por fatores emocionais instáveis, portanto, desconfie de escalas Stanford-Binet, desconfie dessas medidas de QI, cuidado com os aplicadores contaminados desses testes!...

 

 





Autor: Rilvan Batista de Santana

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Piada Hilária: Quatro Casamentos e um Funeral?
O Editor: Bruno Á.

Uma senhora de 80 anos de idade estava sendo entrevistada por uma emissora de notícias locais, pois ela tinha acabado de casar pela quarta vez. O entrevistador começou a entrevista fazendo perguntas sobre a sua vida e por que ela decidiu casar novamente aos 80 anos. Então, ele perguntou qual é a profissão do seu novo marido. “Meu marido é agente funerário”, ela respondeu. “Que interessante”, disse o repórter. No entanto, o repórter ficou curioso sobre seus últimos três maridos e, quais eram suas profissões. Depois de alguns minutos pensando, a mulher sorriu e respondeu com orgulho: ela disse que, nos seus 20 anos, casou-se com um banqueiro; aos 40, com o dono de um circo; aos 60, com um pastor de igreja, e agora, nos seus 80 anos, com um agente funerário.

   


O repórter ficou sem entender a resposta e, em seguida, perguntou por que ela se casou com quatro homens com carreiras e estilos de vida tão diferentes um do outro. A mulher mais uma vez sorriu e explicou: “Eu casei com o primeiro pelo dinheiro, com o segundo para me divertir, o terceiro para me preparar, e o quarto para me garantir!”

 

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Serenidade

Não peça a Deus que retire as pedras do seu caminho, mas que te ensine a fazer uso delas para construir “pontes”!… Não peça a Ele que acabe com suas dificuldades, mas que te mostre os meios de superá-las e de aprender com cada uma delas!…

Tudo nesta Vida tem um propósito, só precisamos acreditar no poder da Providência Divina e agir com inteligência, para suportar as dores e as adversidades, com Fé, Confiança e Serenidade!!

Com paz e serenidade tudo se resolverá mais facilmente durante nossa jornada terrestre.

Fonte: Gotas de Paz

 

Piada do Dia: A coincidência do fazendeiro e duma mulher

O Editor: Ana O. 

Um criador de galinhas entrou no bar da cidade. Ele sentou-se ao lado de uma mulher e pediu uma taça de champanhe. A mulher disse: "Que estranho, eu também acabei de pedir uma taça de champanhe." "Que coincidência", disse o homem, que acrescentou: "É um dia especial para mim. Estou comemorando." "É um dia especial para mim também, eu também estou comemorando!", disse a mulher. "Que coincidência!", disse o criador. Enquanto brindavam, ele perguntou: "O que você está comemorando?"  

"Meu marido e eu estamos há anos tentando ter um filho e, como você pode ver, minha champanhe é sem álcool - descobri hoje que estou grávida!", disse a mulher, cheia de alegria em seu rosto. "Que coincidência", disse o homem. "Eu sou um criador de galinhas e há anos que todas as minhas galinhas são inférteis, mas agora elas estão todas botando ovos fertilizados." "Isso é incrível!", disse a mulher. "O que você fez para as suas galinhas ficarem férteis?" "Eu usei um galo diferente", disse ele. A mulher sorriu e disse: "Que coincidência..."

 

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Do crente ao ateu, não faltam explicações para o racismo religioso no Brasil

Fonte: OAB, por Maíra Vida

Foto: Publicação

Maíra Vida: Advogada, Professora, Conselheira Estadual da OAB BA e Presidenta da Comissão Especial de Combate à Intolerância Religiosa (Foto: Angelino de Jesus)

          Uma das medidas da qualidade da democracia, num estado que adere a esse regime político, é a efetividade dos direitos e garantias fundamentais, que pode ser observada pela capacidade (ou não) de fruição dos direitos e das liberdades individuais e coletivos, pelo povo, que é o componente central de uma organização deste molde, sobretudo, quando não se recusa a realística possibilidade de existência próspera de sociedades sem estado, mas não do estado sem sociedade, o que a experiência de nossos povos originários demonstra irrefutavelmente.

          A intolerância religiosa e o racismo religioso não integram a pretensão de um estado democrático e laico, não fazem parte, na concepção e no programa, de uma comunidade constitucional inclusiva, ou seja, uma comunidade em que todas as pessoas sejam sujeitas de direito. Aqui no Brasil, entretanto, a intolerância religiosa no Brasil se confunde com a própria colonização e com a escravidão nas américas e aprendeu a se metamorfosear e seguir autoimune à república e à democracia.

          No Brasil nós tivemos primeiro um código penal pátrio, em 1830, antes de uma codificação civil própria – chega quase 100 anos depois -, mas ambos nascem afogados por discursos supremacistas e patrimonialistas subsidiados pelo que chamamos de racismo científico e racismo institucional, epistemicídio, darwinismo social, punitivismo e liberalismo econômico, elementos de sedimentação do genocídio material e imaterial dos povos negros e indígenas, indicadores poderosos das tecnologias eleitas pelo estado para estender o seu poder à sociedade e lidar com particulares: classificando-os e segregando-os.

          Não surpreende a posição do estado brasileiro, até a década de 50, século XX, de total negação da existência de qualquer forma de racismo ou de discriminação racial, com base na difundida tese da democracia racial, e oposição ao reconhecimento da relação intrínseca entre racismo e intolerância religiosa no Brasil. Evitava-se assumir até mesmo a necessidade de debater a problemática, pois o país promovia uma imagem de aceitação plena de todas as pessoas e crenças, de convivência harmônica e pacífica entre as raças e grupos sociais diversos, mesmo à denúncia das políticas eugenistas, muito populares até a década de 30, cujo manejo hábil do universo jurídico chegou a quase fulminar a possibilidade de diversidade representativa nas instituições, a partir do apelo à padronização do próprio corpo social.

          As religiões afro-brasileiras sempre foram marginalizadas e criminalizadas, com reforço do Direito, o que ilustra a engenhosa e potente máquina de controle social do estado, que incide sobre subjetividades, consciência e arbítrio. No Brasil, a repressão institucional sistemática chegou a coagir lideranças religiosas à solicitação de licença especial de autorização para funcionamento às polícias e à emissão de laudo sobre a saúde mental de suas sacerdotisas e sacerdotes para ministração.

          Achille Mbembe trata sobre controle social a partir do que novo léxico que ele mesmo cria, necropolítica, hoje, já entendida como um campo de estudo, que avalia o exercício do estado dirigido a determinadas parcelas populacionais de forma a, independente de um estado de calamidade pandêmico, como o que vivemos, garantir que a “normalidade” das condições de vida desta gama de pessoas e coletividades seja um verdadeiro estado de exceção, pela falta do mínimo existencial e exposição contínua à morte biológica, social e simbólica: seja pelo braço armado do estado, seja pela vingança privada a alguns autorizada, seja pelas injustiças socioculturais  e político-econômicas, seja pela impunidade. Por essa via, alguns corpos, grupos, convicções políticas, filosóficas e religiosas hegemônicas detém certos privilégios e aproveitam, intencional ou não, premeditadamente ou não, o bônus gerado pela hiperconcentração das vulnerabilidades despejadas em outros grupos.

          Qualquer religião pode sofrer intolerância religiosa. O desrespeito religioso consiste em qualquer conduta dirigida a limitar ou impedir o pleno gozo da liberdade religiosa, que é um direito fundamental que se conecta com tantas outras liberdades, como a de pensamento, de expressão religiosa, artística, de associação, crença e consciência. As práticas de intolerância religiosa se fundamentam na desigualdade de direitos, em ofensas destinadas à pessoa ou à comunidade religiosa, descredibilização e desqualificação, a partir de um modelo de moralidade religiosa, podendo incorrer na incitação ao preconceito e à discriminação, típico crime de ódio religioso, previsto no art. 20 da Lei nº 7.716/89.

          É preciso, por honestidade intelectual e política, consignar que a intolerância religiosa no Brasil se revela de forma mais violenta, degradante e letal contra religiões afro-brasileiras – estatisticamente demonstrado – e isso é legado do racismo e um problema a ser enfrentado e combatido por toda a sociedade brasileira, mas, sobretudo, por quem criou, recria, preserva e reproduz o racismo e de quem usufruiu ou usufrui das benesses dessa dita herança, pertencente a poucas pessoas, mas, que continua condenando à pena de morte (em vida) toda uma maioria silenciada.

         Assumir o pluralismo religioso como um valor social é a resposta política abalizada numa sociedade republicana, e que se pretende democrática, para lidar com os desafios da diversidade e conflitos de interesses, mormente quando fundamentados na moralidade religiosa.

          A inviolabilidade da liberdade de crença, consciência e culto é um direito fundamental consagrado pela Constituição federal de 1988, no art. 5º, §6º e em outros dispositivos do mesmo diploma, de legislações internacionais ratificadas pelo país, e infraconstitucionais. Essa norma garantidora da diversidade só é possível em um estado laico e democrático de direito porque a liberdade religiosa é uma conquista popular da substituição da religião pelo direito, como moldura ética administrativa do estado.

          A laicidade não transforma o Estado em neutro. Temos um abismo funcional em se tratando do implemento da laicidade no Brasil, mas esse estado, através dos seus agentes e instituições, passa a dever imparcialidade, tanto internamente quanto nas relações internacionais, sendo forçado a justificar eventuais desvios, favorecimento ou abusos dirigidos.

          Em parte, fomos vencidas/os: há imensa dificuldade entre nós, juristas brasileiras e brasileiros, de inclinarmos nossa escrita para a liberdade religiosa, em si mesma, seja como direito, seja como liberdade, porque acabamos por trata-la a partir da ausência (de eficácia) ou da sua existência mitigada pela violência religiosa. A percepção de quem lida com casos de violações de direitos humanos e intolerância religiosa no ano de 2020 é de crescimento dos casos em plena pandemia, o que confirma que o desrespeito religioso é endêmico, problema de segurança pública, mas, também, de saúde pública, pois adoece e mata. Por isso, a intolerância religiosa captura tanto nossas atenções.

          Concluo enaltecendo a trajetória de Mãe Gilda que, mesmo após a sua fatídica morte, deixa para o campo dos direitos humanos e das relações raciais um precedente jurisprudencial paradigmático.

         A Iyalorixá Gildásia dos Santos e Santos, conhecida como Mãe Gilda de Ogum, que fundou em 1988 o Ilê Axé Abassá de Ogum, após ter sua saúde fragilizada em decorrência de agressões morais e invasão do Terreiro por extremistas religiosos, fora fatalmente vitimada pelo ódio religioso. Em 28 de Novembro de 2014 foi inaugurado um busto em homenagem a Iyalorixá, as margens da Lagoa do Abaeté. Relevante ativista social local, Mãe Gilda teve sua vida e legado reconhecidos pelo governo federal com a criação da Lei nº 11.635/2007, que estabeleceu a data de deu falecimento, o dia 21/01, como Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, em sua memória e em memória de sua luta.

          A família de Mãe Gilda demandou judicialmente a organização religiosa pelo uso indevido de sua imagem associada a calúnia e difamação, bem como acerca da invasão do terreiro, seja pela inviolabilidade do direito à propriedade (privada), seja por se tratar de local de culto. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou a igreja a indenizar os filhos e o marido da sacerdotisa do candomblé por danos morais.

          O Caso Mãe Gilda inaugurou um importante precedente jurisprudencial. O STJ, em decisão inédita, julgou uma ação que envolvia intolerância religiosa cometida por uma instituição confessional. Entretanto, preferíamos Mãe Gilda viva, uma daquelas obviedades que precisam ser ditas. Nenhuma reparação indenizatória compensa a perda de uma vida. De igual modo, a liberdade não tem preço.

*Advogada, Professora, Conselheira Estadual da OAB BA e Presidenta da Comissão Especial de Combate à Intolerância Religiosa

Fonte: OAB, por Maíra Vida

Maíra Vida: Advogada, Professora, Conselheira Estadual da OAB BA e Presidenta da Comissão Especial de Combate à Intolerância Religiosa (Foto: Angelino de Jesus)

 

https://www.geledes.org.br/do-crente-ao-ateu-nao-faltam-explicacoes-para-o-racismo-religioso-no-brasil/

Fonte: GELEDÉS


Como matam os envenenadores de Navalny

A tentativa do Kremlin de assassinar por envenenamento o dissidente Alexei Navalny foi frustrada, pois ele foi salvo num hospital alemão especializado em venenos exclusivos dos serviços secretos russos.

O crime motivou uma investigação feita pela rede de dissidentes russos “The Insider” e a revista alemã “Der Spiegel”. Esta desvendou atos e métodos do ‘esquadrão de ataque’ da FSB – a polícia política russa, sucessora da KGB – cujos membros constituem uma unidade clandestina de envenenamento.

Vladimir Putin, ex-coronel da KGB, conhece como ela funciona, mas nega saber qualquer coisa a respeito.

 

  Comunismo, KGB, Putin, URSS

Fonte: ABIM

Nozinho

João Rodrigues Ramos, Nozinho, foi o “pai” que conheci na primeira infância. Marido de “mãe Judite”, nos seis anos que vivi a suas expensas, não vivia no fausto, mas não beirava à miséria.

Quando a minha “mãe Judite” me trouxe de Sergipe, ainda envolto em fraldas, desnutrido, fazendo xixi e coco em cima dum jirau, Nozinho resistiu me aceitar como filho adotivo (o casal não tinha filho), mais tarde, com o costume e o cuidado de ambos, tomou gosto e assumiu duma vez as funções de pai e ai de quem dissesse que eu não era seu filho!...

Um homem simples e bom coração. Em Sergipe, rapazinho, trabalhou como um condenado na lavoura de fumo até se casar com Judite em 1944 ou 1945, pouco tempo depois, pegou sua jovem mulher e veio parar no Sul da Bahia tangido pela fama do cacau, encontrar trabalho e, riqueza fácil.

Trabalho e riqueza existiam na terra do cacau, porém, não para pessoas pusilânimes e cordatas como Nozinho, mas para homens de coragem, desalmados, desbravadores de terras virgens, capazes de transformá-las em produtivas, depois, ser alvo da sanha ambiciosa de algum coronel do cacau e ter que defender o seu pedaço de chão atrás de um toco com um clavinote ou um parabélum; então, ficar-lhe desde o  início às suas ordens, incorporado ao bando de seus jagunços ganhando muito dinheiro, eliminar quando surgisse necessidade, pequenos fazendeiros que se metiam à besta!... - Nozinho era incapaz de matar uma mosca.

Os seus sonhos de fazendeiro foram somente sonhos, não contente em ser somente um simples camarada, arrendou uma olaria e com tijolo e telha ele sustentava sua casa, sua mulher e tempos depois, o seu filho...

Deleitava-me medir a profundidade dos barreiros ou pegar o barro in natura, transformá-lo em bonequinhos, xícaras, pires, pratos e outros utensílios e pedi ao meu pai Nozinho que os colocasse no forno com centenas de Graus Fahrenheit e logo depois, eu estava no chão da olaria brincando com os meus estimados brinquedos.

Estava escrito nas estrelas como diz o poeta que o meu destino seria marcado pela separação: - “mãe Judite” não aguentou a vidinha medíocre ao lado de Nozinho. Morena taluda, bonitona, personalidade forte, acostumada com as intempéries da vida, mas que não se deixava cair, deixou Nozinho em 1951 ou 1954 e, pouco tempo depois, jogou-se para o Sul do país em busca de trabalho e sonhos, largando-me aos cuidados dos seus irmãos Pedro, Paulo e Jason, jurando-me que seria por pouco tempo.

Embora eu fosse uma criança, tinha sensações que mais dia menos dia, cada um tomaria destino diferente. Se o leitor pensa que não sofri com essa separação, não sabe os efeitos emocionais que causam numa criança quando ela é obrigada separar de quem gosta. Nozinho, naquela época, representava para mim o pai que a vida me dera e, eu o aceitei.

 O vínculo foi rompido com a longa separação, não havia mais afinidade quando nos reencontramos, ele descendo a ladeira da vida, quanto a mim, desabrochando na juventude. Além disto, ele aflorou maluquices e esquisitices mentais latentes, desde passar o dia numa esquina olhando apaixonado por uma moça que nunca lhe dera um dedal de prosa ou adentrar mata adentro correndo de ninguém...

Nozinho morreu sozinho e abandonado numa cidade do Espírito Santo, sem mulher, sem filho, sem parentes e sem aderentes alguns meses depois dos seus primeiros surtos mentais. Deus lhe dê a vida eterna!...

 






Fonte: Capítulo VII do livro “Lágrimas Rolando...”

Autor: Rilvan Batista de Santana

Licença: Creative Commons

 

EMBATES ENTRE EXECUTIVO E JUDICIÁRIO SE MULTIPLICAM NA AMÉRICA LATINA E PREOCUPAM JURISTAS E ONGS!

 

(O Globo, 10) Depois da decisão da Assembleia Nacional de El Salvador, de maioria governista, de destituir todos os juízes da Câmara Constitucional da Corte Suprema de Justiça e o procurador-geral, o governo da Argentina redobrou na semana passada os ataques à Corte Suprema de Justiça, que deu aval ao funcionamento presencial das escolas da cidade de Buenos Aires, derrubando um ponto central de recente decreto do presidente Alberto Fernández e se alinhando com a política sanitária do prefeito opositor Horacio Rodríguez Larreta. Para a vice-presidente argentina, Cristina Kirchner, a ação da Corte foi um “golpe institucional”.

Os embates entre os Poderes Executivo e Judiciário em países da região, entre eles o Brasil, preocupam juristas e organizações como a Human Rights Watch (HRW), que observam uma tendência autoritária de governos eleitos. Na visão de José Miguel Vivanco, diretor da divisão das Américas da HRW, “não se trata de casos isolados. Pouco a pouco, está se impondo um discurso autoritário, de caudilhos que tentam convencer as sociedades de que devem ter a última palavra”.

— Estão sendo desafiados princípios básicos da democracia nos últimos três séculos, entre eles o da separação de Poderes — enfatiza Vivanco, em entrevista ao GLOBO.

Depois de anunciada a decisão do Supremo argentino sobre as escolas, Fernández afirmou que a resolução refletia a “decrepitude” da Justiça.

— A Justiça causou muito dano, o Estado de Direito precisa de uma institucionalidade adequada. Escolham o candidato a presidente que quiserem, mas não usem as sentenças para favorecer seus candidatos — declarou Fernández, em referência à suposta tendência da corte em favor do ex-presidente Mauricio Macri (2015-2019).

Já Cristina, que enfrenta oito processos por suposta corrupção e nos últimos meses intensificou sua ofensiva contra os tribunais, escreveu em sua conta no Twitter que “está muito claro que os golpes contra as instituições democráticas eleitas pelo voto popular já não são como antes”.

A Associação de Magistrados e Funcionários da Justiça Nacional, o Colégio de Advogados e a ONG Seremos Justiça divulgaram comunicados repudiando a atitude da Casa Rosada. O presidente da Associação de Magistrados, Marcelo Gallo Tagle, disse sentir “profunda preocupação pela sucessão e o estilo de declarações das mais altas autoridades políticas da nação”.

Na opinião de Daniel Sabsay, professor de Direito Constitucional da Universidade Nacional de Buenos Aires, “pela primeira a Corte Suprema tratou de atos de um governo em exercício, de forma constitucional, porque a sociedade está farta desse tipo de decretos e a palavra do presidente perdeu autoridade”.

— A cidade de Buenos Aires é autônoma, está em nossa Constituição. Várias câmaras inferiores deram razão ao chefe de governo portenho, e a corte simplesmente deu a última palavra — explica Sabsay.

O jurista lamenta que a vice-presidente “ataque para tentar garantir sua impunidade”.

— O maior problema de Cristina é que o governo não tem maioria parlamentar para lhe dar proteção e promover, por exemplo, uma ampliação do número de membros da Corte ou alguma outra reforma — diz Sabsay. — A Argentina é mais um exemplo de tentativa de cooptação do Judiciário na região.

A tensão entre Executivo e Judiciário tem se acentuado em vários países latino-americanos. Dirigentes de esquerda e direita questionam as decisões e posicionamentos dos mais altos tribunais de seus países. No México, o presidente de esquerda Andrés Manuel López Obrador, o AMLO, conseguiu aprovar uma reforma do Judiciário que ampliou o período de mandato do presidente da Corte Suprema, hoje seu aliado, de quatro para seis anos. A oposição considera a reforma inconstitucional.

— Cada vez que a corte faz alguma coisa que AMLO não aprova, o presidente acusa o tribunal de ser neoliberal e corrupto. Os presidentes da região têm um cardápio de ataques a serem usados contra os tribunais — ressalta Vivanco.

Segundo o diretor da HRW, governos como os de Bolsonaro, Fernández e Nayib Bukele, em El Salvador, “usam argumentos fraudulentos para questionar os que colocam pedras em seu caminho” . Para este tipo de líderes, disse Vivanco, “quem ganha uma eleição leva tudo. (Hugo) Chávez foi o grande precursor da tese”.

— As democracias têm uma legitimidade de origem, que é o voto popular, mas também uma legitimidade que deve ser preservada no exercício do poder. Caso contrário, os presidentes viram tiranos.

Ele lembrou que, na Bolívia, 90% dos juízes são provisórios, o que torna o Judiciário dependente dos governos de turno. No Brasil, onde o presidente Jair Bolsonaro voltou a ameaçar o Supremo de baixar um decreto para garantir a circulação de pessoas na pandemia, desautorizando prefeitos e governadores, Vivanco acredita que “a democracia está sólida, em grande medida, pela atuação do STF frente a um governo despótico”.

Na eleição presidencial peruana, também está em debate a independência dos tribunais. Antes do primeiro turno, o candidato de extrema esquerda, Pedro Castillo, que disputará o segundo turno com Keiko Fujimori em 6 de junho, prometeu “desativar o Tribunal Constitucional” e promover a eleição popular de novos juízes e promotores.

 






Fonte: Ex-Blog de César Maia


 A Academia Grapíúna de Letras promove palestra

 “COVID 19: Fatos e boatos. Ciência e política” 

            No último sábado, 8/4, às 17h, a Academia Grapiúna de Letras (AGRAL) de Itabuna, realizou na plataforma Google Meet, em função da inviabilidade de reunião presencial, por causa das medidas restritivas acerca de distanciamento social, face à pandemia Coronavírus, prestigiada reunião ordinária com direito a palestra do confrade-cardiologista Jairo Xavier Filho.

A reunião, que foi conduzida pelo acadêmico-presidente Samuel Leandro Oliveira de Mattos, teve as participações dos acadêmicos Vercil Rodrigues, José Carlos de Oliveira, Lílian Lima Pereira, Antônio José de Souza Baracho, Maria da Glória Oliveira Brandão Marques, Jairo Xavier Filho, Kleber Antônio Torres de Moraes, Luiz Cláudio Zumaêta Costa, Zélia Possidônio dos Santos e Samuel Macedo Guimarães e dos convidados Damares Maria de Oliveira Mattos, Iris Silva Brito, Josanne Francisca Moraes, Telma Viana Soares Brito, Rebeca Lília de Mattos Filgueiras, Isis Silva Brito, Edilza Bastos de Sousa, Eliel Brito Medeiros, Isabela Silva Brito Medeiros, Emyr Apolônio Brito Gomes e Wynne Brito Gomes.

A confreira e poetisa Glória Brandão, na oportunidade, brindou a todos, declamando um dos seus poemas, intitulado “Amigo é doce abrigo”.

Samuel Leandro agradeceu as presenças dos confrades e convidados, e deu votos de boas-vindas aos confrades que retornaram às atividades regulares da “Casa de Letras de Itabuna”, o jornalista Kleber Antônio Torres de Moraes, ao professor-escritor Luiz Cláudio Zumaeta Costa e ao professor universitário Samuel Macedo Guimarães, bem como apresentou o plano de trabalho da equipe gestora, referente ao biênio 2021-2023.

 A assembleia provocada, deliberou unanimemente favorável à proposta da diretoria em conceder ao confrade Ivann Krebs Montenegro, o título de ‘Presidente Emérito da AGRAL’, visto ter sido o seu primeiro presidente e um dos seus idealizadores.

Dentro da proposta da diretoria da AGRAL de fomentar a cultura lato sensu, o confrade Jairo Xavier Filho, que é médico cardiologista, proferiu brilhante e esclarecedora palestra, com o título “COVID 19: Fatos e boatos. Ciência e política”. E após à palestra, abriu-se para acadêmicos e convidados momento para perguntas e comentários.

 

Dr. Vercil Rodrigues





Enviado pelo e advogado acadêmico da AGRAL: Vercil Rodrigues

MUITO OBRIGADO, INSETOS – Nelson Lima

O nosso obrigado às criaturas das trevas, por se revelarem com tanto esmero que nos acordaram. Antes só queríamos trabalhar e cuidar de nossos filhos e vê-los crescer e nos dar netos. Mas graças a vocês, descobrimos que seria impossível. Vocês querem destruir nossa família e nossos valores. Então só nos resta também defenestrá-los da vida pública.


“Muito Obrigado Insetos"

•Muito obrigado à Maria do Rosário. O seu chilique vitimista, quando se intrometeu - absolutamente descontrolada - naquela entrevista, fez com que o Brasil conhecesse quem era aquele parlamentar que combatia fortemente sua ideologia nefasta, mas vocês o silenciavam.

•Muito obrigado ao Jean Wyllys. Suas declarações intolerantes, mostrando que se recusaria a qualquer tipo de diálogo, nos mostrou quem são os verdadeiros fascistas. Não podemos nos esquecer, também, da sua luta aguerrida pela ideologia de gênero nas escolas e pela sexualização das nossas crianças.

•Muito obrigado à Dilma Rousseff. Seu governo desastroso, próprio de quem não consegue sequer concatenar uma frase, revelou quais são as verdadeiras consequências da esquerda.

•Muito obrigado ao Lula. A exposição da corrupção deslavada, que você comandou, fez com que os brasileiros percebessem o quão idiotas foram, acreditando na sua demagogia de “homem do povo”.

•Muito obrigado ao Fernando Henrique Cardoso, que levantou da sua sepultura política para tentar defender, de forma ridícula, o projeto ideológico criminoso que planejou nos anos 90.

•Muito obrigado ao Haddad, que muito antes das eleições já tinha sido o Ministro do Kit Gay e tentou erotizar nossos filhos dentro das salas de aula.

•Muito obrigado ao Ciro Gomes que esqueceu o Rivotril e nos mostrou um pouco da “Cirocracia”, ao esmurrar um repórter que lhe fez uma pergunta incômoda.

•Muito obrigado ao Senador Paulo Paim, que enviou uma “nota de censura” a um comediante, em papel timbrado do Senado Federal, expondo o total repúdio que têm à liberdade de expressão.

•Muito obrigado ao Grupo Globo e Folha de São Paulo. As constantes tentativas, patéticas, de desmerecerem o caráter do presidente eleito (Vocês chegaram a publicar que ele chamava uma coleguinha de gorda, aos 6 anos de idade. Pelo amor de Deus) só mostraram para o povo que, em quase 30 anos de vida pública, não tinham NADA para acusá-lo.

Um obrigado mais especial à Miriam Leitão, por ter psicografado um editorial e negado o próprio Roberto Marinho, ao vivo. Aquela cena foi impagável.

•Muito obrigado à Daniela Mercury, Claudia Leitte, Anitta e toda a galerinha do “Ele Não”. Vocês expuseram a farsa da Lei Rouanet, que usa dinheiro DO POVO para comprar o apoio de artistas milionários.

•Muito obrigado ao Duvivier, Felipe Neto, Marcelo D2 e outras aberrações do universo das subcelebridades, que resolveram se reinventar como cientistas políticos, com toda a credibilidade de quem posta fotos no Instagram abraçado com pés de maconha.

•Muito obrigado aos alunos das Federais. A participação de vocês, com seus seminários, palestras e saraus, nos mostrou a decadência do ensino da “Pátria Educadora”, que transformou as universidades em fábricas de alienados.

•Muito obrigado aos coletivos sociais. Sem a militância de vocês, jamais teríamos uma clareza tão absoluta sobre a “reengenharia social” que tentavam nos impor.

•Muito obrigado à Fernanda Montenegro, ao José de Abreu, ao Chico Buarque, ao Caetano Veloso. Vocês nos lembraram que nem sempre os cabelos brancos trazem sabedoria, que precisamos de renovação. Afinal, como disse Rui Barbosa, “Os canalhas também envelhecem”.

•Muito obrigado ao Cid Gomes e ao Mano Brown. O discurso de vocês não adiantou de nada, mas nos rendeu boas risadas. Ver a cara de tacho dos petistas, tendo que ouvir algumas verdades, dentro de seus próprios comícios, foi sensacional.

Enfim, muito obrigado a cada político/militante esquerdista, que passou as últimas décadas lutando por essa ideologia genocida que, enfim, passou dos limites.

Se não tivessem abusado, agido como donos da sociedade, tentado impor o “politicamente correto” à qualquer custo, provavelmente nós não teríamos um presidente de direita.

Bolsonaro é a consequência dos seus desmandos e sandices. É a resposta de um povo abusado, roubado, esgotado.

Então, muito obrigado!

Se não houvesse insetos, não haveria o inseticida.

Nelson Lima

Medico Aposentado na empresa Ministério Público do Estado do Pará - MPPA

Estudou Medicina em http://Uepa - Universidade do Estado do Pará

 

 

 


Deus te ama


Faça florescer o seu jardim, faça prosperar o que te faz forte, o que aumenta a sua fé e alimenta a sua felicidade.

Não permita que nenhuma erva daninha venha impedir suas flores de crescer nem sua árvore de dar frutos.

Priorize o que é teu, seu jardim, sua terra e seu espaço, não se preocupe se alguém vigia ou julga o teu jardim, quem te protege jamais permitirá que alguém roube seus frutos ou copie o teu espaço.

O que é teu ninguém toca, atrapalha ou impede de prosperar.

De uma coisa tenha a certeza, Deus te cuida, te protege e te ama, e Ele estando contigo, seu jardim sempre irá florescer, prosperar e dar frutos.

 

Fonte: Gotas de Paz

 

 


"ENTRE ASPAS"

“O Amor não suporta dúvida – a crença lhe 

é fundamental.”

- BETTY MILAN, em E o que é o amor? (Editora Record)

..... 

“Deixe o tempo soprar seu cabelos, 

enquanto ainda tem alguns.”

- DAVE WEINBAUM

..... 

“Os jovens estão quase biologicamente 

destinados a terem esperança.”

- MARSHALL GANZ, citado por SARA RIMER no New York Times

..... 

“Quem não faz 

sacrifícios não 

alcança benefícios.”

- MARQUÊS DE MARICÁ

.....

“O que é visão? É uma imagem 

compulsiva de um futuro exequível.”

- LAURA BERMAN FORTGANG, Take yourself to the top (Werner)

.... 

“Eu pensava que o cérebro humano 

fosse a parte mais fascinante do 

corpo. Mas depois percebi: Bem... vejam 

quem está me dizendo isso!”

- EMO PHILIPS

..... 

“Grande parte da vitalidade numa 

amizade é respeitar as diferenças, e 

não apenas gozar as semelhanças.”

- JAMES L. FREDERICKS em Journal of Ecumenical Studies

..... 

“A vista mais bonita é a da beira 

do abismo.”

- FRITS BOLKENSTEIN, citado por L. J. BRUIJN. Países Baixos

..... 

“O bravo não é 

quem não sente 

medo, mas quem 

vence esse medo.”

- NELSON MANDELA

..... 

”A pessoa não pode existir sem esforço. 

Os seres humanos não nascem 

com a alma pré-fabricada; recebem 

os materiais para construí-la.”

- J. L. MARTÍN Descalzo em blanco y negro, Espanha

..... 

“O pai é um homem que espera 

que os filhos sejam tão bons quanto 

ele pretendia ser.”

- CAROLYN COATS, Thingsyour dad Always told you but you didn’t want to hear (Nelson)

..... 

“Chamamos de complexo aquilo 

que não compreendemos, mas isso 

significa que não encontramos um 

bom meio de pensar no assunto.”

- TSUTOMO SHIMOMURA, Takedown (Hyperion)

  

FONTE: Reader’s Digest – SELEÇÕES, Abril 2000

 

 

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Licenciado em Filosofia/Matemática e pós-graduado em Psicopedagogia. Membro fundador efetivo da Academia de Letras de Itabuna - ALITA e da União Brasileira de Escritores - UBE. Administrador do blog literário: "Saber-Literário", desde o ano de 2007, cujo objetivo é divulgar bons textos de escritores nacionais e estrangeiros e estimular a leitura e a escrita de jovens e adultos. Além deste blog, publica em forma de e-books, nos Sites: Domínio Público - MEC, Recanto das Letras, Casa do Editor, Bookess, Itabuna Centenária (RSIC), Letras Taquarenses etc.