Tributo
ao Rio de Janeiro - Aurea Domenech
Rio de Janeiro, a alma que se espraia
E estira-se na areia como espuma,
Também se ergue e arde sob o sol do estio.
Se é bom cantá-la, tanto mais
é vê-la.
Assim, Cidade, da tua enorme claridade,
Eu quero, eu busco, eu acharei a
tua estrela.
E então, eu cantarei a tua frágil qualidade,
Que é toda
poesia e alegria e surpresa e beleza.
Forte como os temporais das tardes fumarentas -
As ferventes tempestades a
tremular as linhas retas -
Ou fina, como as notas escritas nas areias por
gaivotas,
Exilada de ti, cidade fluorescente, jamais serei poeta.
E eu te quero Rio, rindo mesmo sob nuvens.
Nas tuas mães, nas babás de
branco, nas crianças.
Nos atletas coloridos das calçadas, nos jovens e nos
anciãos;
Na felicidade orgulhosa de teus cidadãos, amável cidade.
Quero-te no sorriso de teu povo mais humilde.
Só te acredito rindo, Rio.
Essa é a tua qualidade.
Passara, passara ali pelo desenho lusitano das
calçadas.
Correndo a bailarina do verão a desfilar.
E, como o olor de pão francês das padarias inundasse o ar,
Chegou, em seu
périplo dourado, janeiro inolvidável.
E coloriu e perfumou e fez mais jovem
e bela
A alma sazonal do Rio que o revela antigo e incomparável
ALERTA TOTAL NO MEIO DO POVO - 2012
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A equipe do Alerta Total agradece a cada um de vocês que estiveram
presentes no evento e aqueles que estavam em casa assistindo pela TV.
Marcelo, Tiffany ...
4 horas atrás











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