Tempo
de Sodoma e Gomorra
R.
Santana
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Hoje, estamos vivendo o “Tempo de
Sodoma e Gomorra”, pela depravação moral da sociedade, com respaldo da grande
mídia, das casas legislativas, dos tribunais e instituições governamentais, em
nome da liberdade de expressão e dos direitos individuais e das cláusulas
pétreas da Constituição Federal. Embora a Constituição de 1988, prescreva que
todos nós somos iguais perante a lei, pouco e pouco, os direitos da maioria são
solapados pelos privilégios legais das minorias.
Somos contra a violência física ou
moral, porém, repudiamos em nome dos bons costumes, da família e de Deus, as
condutas aviltantes que grassam em nossa sociedade, pervertendo mentes jovens e
contribuindo para males sociais danosos. Não queremos ser nenhum Nostradamus ou
afirmar que o nosso pecado chegará até Deus, como no tempo de Abrão e Ló.
Porém, o crente atual acredita que os tsunamis, os vendavais, os maremotos, os
terremotos e outros sinistros da natureza, são avisos de Deus para que a
humanidade encontre o caminho do bem, da retidão moral, da justiça, da paz, que
a humanidade não seja destruída em carne e espírito nos fins dos tempos.
Qual a pessoa de bom senso que não
se arrepia de medo com as marchas para legalização da maconha, casamentos de
gays e lésbicas, paradas gays e a apologia de um novo modelo de família? Se não
se manifesta contra ou escamoteia o que sente, é para não atrair a fúria
desnecessária desses segmentos sociais que, a cada dia, têm atraído simpatias e
apoios relevantes de pessoas que têm medo de serem estigmatizadas de
preconceituosas, de atrasadas, etc., etc.
As pessoas têm que ser respeitadas
conforme sua natureza. Entendemos que transformar o homem em mulher ou
vice-versa empregando artifícios e métodos cirúrgicos revolucionários, somente,
em casos de aberrações biológicas. Afora isto, é uma afronta da criatura ao
Criador.
Ultimamente, as famílias (simples ou
abastadas), que possuem boa formação moral e religiosa, proíbem os seus filhos
assistirem certos programas de televisão (novelas, entrevistas, humorísticos
etc.), que de uma forma ou de outra, incentivam o homossexualismo com cenas de
beijos, gestos de carícias, trejeitos e falas dos seus personagens em horário
nobre.
Os donos desses meios de comunicação
de massa, os autores, os jornalistas e os produtores não pensam noutra coisa
senão no lucro e estão pouco se lixando para o conteúdo da mensagem veiculada
desde que aumente o índice de audiência das emissoras ou eleve a venda de
edições de revistas eróticas, revistas de TV, revistas semanais, e façam
grandes contratos comerciais, ignorando esses profissionais da grande mídia,
que a consequência dessa enxurrada de conteúdo glamouroso desagua na
promiscuidade sexual, na prostituição de adolescentes, na prostituição de
adultos, na pedofilia, na droga, e, noutros crimes...
Enfim, não temos pretensões
puritanas, não queremos consertar o mundo, somos contra a discriminação, o
preconceito, a segregação, a violência e as penas capitais que sofrem os
homossexuais em alguns países islâmicos. Entendemos que a condição homossexual
é um fato, assim como as relações homoafetivas, todavia, achamos que em nome
dos direitos individuais e da liberdade de expressão, as autoridades
governamentais e juízes têm sido coniventes com alguns segmentos e negligentes
com a maioria da nossa sociedade.
Autor: Rilvan Batista de Santana
Itabuna, 21 de junho de 2011.











Professor Rilvan, não vai demorar essas pessoas exigirem uma mudança na certidão de nascimento, e com razão, deverá constar um terceiro sexo: Masculino, feminino e homossexual. Como o senhor, eu nada tenho contra homossexuais, nunca parei para pensar se essa condição humana é natural, desvio de conduta ou pura descaração (como diria a mamãe).Na semana passada li um comentário sobre esse assunto que afirmava estar na hora de reivindicarmos também o direito de termos dois ou mais cônjuges, como nos países islâmicos. Eu antevejo também irmãos apaixonados um pelo outro, pais e filhos casando-se entre si, enfim, tudo sendo consentido e ratificado pelas autoridades "modernas", todos achando tudo muito natural...