CONFISSÕES
Lamento-me com a Lua
segredando ilusões,
logros,
buscas minhas!
Segredando minhas angústias,
delírios, alegrias,
fugas minhas!
Nadando em águas da inocência
a criança, que em mim mora,
busca a paz em ninhos violentos,
busca a vida em desertos solitários
busca a coragem num mar em fúria,
o sonho, alegrias em vestígios de esperança,
esbarrando-me na arrogância dos malévolos.
As insatisfações anímicas,
que em mim moram,
traduzem inquietações
dos tempos de agora!
Oh! Lua bela!
Que selas vida,alma, tantas coisas belas!
Compreendes meus lamentos
e com tua pureza
clareias meus caminhos
para que eu não tropece... não me perca
na escuridão,
na insensatez
desse pecaminoso,
violento,
mundo de agora!
LADRA
Morte, és ladra!
Da presença dos amados,
Ladra das palavras
Engolidas por tua titânica força,
Que me assusta,
Que me confina,
Ladra da compreensão,
Tantas lágrimas roubadas do meu coração.
Que desolação!
És gelada como o inverno,
Afiada como um punhal
Que sangra o dia-a-dia
De muitos que feriste
Com a ausência dos amados.
Trépida fico...
Quando penso,
Quando sinto
A tua dolorosa presença.
Enigmática, insidiosa morte!
Já roubaste alguns meus
Já roubaste alegrias minhas
Já roubaste sonhos meus.
És ladra!
És falsa!
És egoísta!
Funesta, trevas.
Roubas alguns de muitos
Amores, sabores de outros
Mas não roubas a saudade,
Lembranças... o amor
Que mansamente aplacam minh´alma.
Aí, és derrotada!
LUCRECIA ROCHA
http://br.mc364.mail.yahoo.com/mc/compose?to=lucreciarocha@gmail.com
Lamento-me com a Lua
segredando ilusões,
logros,
buscas minhas!
Segredando minhas angústias,
delírios, alegrias,
fugas minhas!
Nadando em águas da inocência
a criança, que em mim mora,
busca a paz em ninhos violentos,
busca a vida em desertos solitários
busca a coragem num mar em fúria,
o sonho, alegrias em vestígios de esperança,
esbarrando-me na arrogância dos malévolos.
As insatisfações anímicas,
que em mim moram,
traduzem inquietações
dos tempos de agora!
Oh! Lua bela!
Que selas vida,alma, tantas coisas belas!
Compreendes meus lamentos
e com tua pureza
clareias meus caminhos
para que eu não tropece... não me perca
na escuridão,
na insensatez
desse pecaminoso,
violento,
mundo de agora!
LADRA
Morte, és ladra!
Da presença dos amados,
Ladra das palavras
Engolidas por tua titânica força,
Que me assusta,
Que me confina,
Ladra da compreensão,
Tantas lágrimas roubadas do meu coração.
Que desolação!
És gelada como o inverno,
Afiada como um punhal
Que sangra o dia-a-dia
De muitos que feriste
Com a ausência dos amados.
Trépida fico...
Quando penso,
Quando sinto
A tua dolorosa presença.
Enigmática, insidiosa morte!
Já roubaste alguns meus
Já roubaste alegrias minhas
Já roubaste sonhos meus.
És ladra!
És falsa!
És egoísta!
Funesta, trevas.
Roubas alguns de muitos
Amores, sabores de outros
Mas não roubas a saudade,
Lembranças... o amor
Que mansamente aplacam minh´alma.
Aí, és derrotada!
LUCRECIA ROCHA
http://br.mc364.mail.yahoo.com/mc/compose?to=lucreciarocha@gmail.com











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