
I
Sabes?...
Eu fui pelos vergeis cantando
E o meu amor as flores pressentindo
Música estranha! Foram pressentindo
O teu nome, eu ia soletrando.
II
E as aves logo em revoada, em bando
Acudiram das moitas, desferindo
Seu doce nome! Súbito, esse infinito
Gorjeio - aves e flores abrandando.
III
Perguntaram-me: “aquela que te adora
Não vive longe? E como estás contente?!
Eu respondi: “De mim distante, embora”.
IV
Trago-a no coração e na mente!
Calei-me. As aves e flores sem demora
O teu nome cantaram novamente.
Sabes?...
Eu fui pelos vergeis cantando
E o meu amor as flores pressentindo
Música estranha! Foram pressentindo
O teu nome, eu ia soletrando.
II
E as aves logo em revoada, em bando
Acudiram das moitas, desferindo
Seu doce nome! Súbito, esse infinito
Gorjeio - aves e flores abrandando.
III
Perguntaram-me: “aquela que te adora
Não vive longe? E como estás contente?!
Eu respondi: “De mim distante, embora”.
IV
Trago-a no coração e na mente!
Calei-me. As aves e flores sem demora
O teu nome cantaram novamente.
Autora: Fanny Oliveira Brito da Silva










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