O Supremo Tribunal Superior foi sábio quando por maioria entendeu que não se pode negar ao homem a busca de algo que diminua o seu sofrimento, o seu mal, enfim, em busca duma vida feliz. Então, vejamos a notícia:
“O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou nesta quinta-feira (29.05.2008), as pesquisas com células-tronco embrionárias, ao derrubar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a Lei de Biossegurança. Dos 11 ministros da corte mais importante do país, seis deram parecer favorável à lei. Os outros cinco votaram parcialmente a favor, com ressalvas diferentes. Um debate sobre o possível controle do Conselho Nacional de Saúde sobre os comitês de ética das instituições responsáveis pelas pesquisas marcou o final da sessão”.
Essa Lei de Biossegurança é a Lei nº. 11.105/05, em particular, o seu Artigo 5º., que autoriza a pesquisa genética de embriões e deixou ao Conselho Nacional de Saúde o controle dos problemas éticos, subordinado ao Ministério da Saúde.
Alguns ministros do STF votaram com restrições, para que no futuro, a engenharia genética não fosse usada para fins escusos. Não se admite que com a atual explosão demográfica do mundo, somente em dois países, a China e a Índia, têm mais de dois bilhões de seres humanos, os cientistas usem essas células embrionárias para clonar seres humanos, não obstante, elas serem de uma valia inquestionável para cura de doenças crônicas, incuráveis, e na produção de órgãos.
O ministro Celso de Mello foi de uma realidade mórbida ao justificar o seu voto: “Desculpem-me a expressão, mas o destino de todos os embriões seria o lixo sanitário. Dá- se- lhes, portanto, uma destinação nobre”. Enquanto isto, uma nota da CNBB, colocando em dúvida a decisão do STF que numa votação apertada, por maioria simples, liberou as pesquisas com células-tronco e justifica: “não se trata de uma questão religiosa, mas de promoção e defesa da vida humana, desde a fecundação, em qualquer circunstância em que se encontra”, e arremata: “no mundo inteiro, não há até hoje nenhum protocolo médico que autorize pesquisas científicas com células-tronco obtidas de embriões humanos em pessoas, por causa do alto risco de rejeição e de geração de teratomas. Ao contrário do que tem sido veiculado e aceito pela opinião pública, as células-tronco embrionárias não são o remédio para a cura de todos os males”.
Na trama “O DNA de Emanuel”, tive o cuidado de demonstrar a importância das pesquisas de células-tronco embrionárias e adultas para o tratamento de doenças crônicas, incuráveis, porém, tive o cuidado redobrado de demonstrar que é de somenos importância para evolução da humanidade, a reprodução assistida, em laboratório, pois a fecundação e a reprodução naturais são mais simples e eficientes, além da impossibilidade, atual, de se clonar um ser humano além do seu fenótipo, isto é, além da aparência, com as mesmas potencialidades cognitivas e psicológicas.
Emanuel, um ser humano perfeito fisicamente, desde o início manifestou um comportamento estranho, psicótico, bipolar e por conta dessa instabilidade mental, teve várias atitudes sociais reprováveis e tem um triste fim.
O autor
“O Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou nesta quinta-feira (29.05.2008), as pesquisas com células-tronco embrionárias, ao derrubar a Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a Lei de Biossegurança. Dos 11 ministros da corte mais importante do país, seis deram parecer favorável à lei. Os outros cinco votaram parcialmente a favor, com ressalvas diferentes. Um debate sobre o possível controle do Conselho Nacional de Saúde sobre os comitês de ética das instituições responsáveis pelas pesquisas marcou o final da sessão”.
Essa Lei de Biossegurança é a Lei nº. 11.105/05, em particular, o seu Artigo 5º., que autoriza a pesquisa genética de embriões e deixou ao Conselho Nacional de Saúde o controle dos problemas éticos, subordinado ao Ministério da Saúde.
Alguns ministros do STF votaram com restrições, para que no futuro, a engenharia genética não fosse usada para fins escusos. Não se admite que com a atual explosão demográfica do mundo, somente em dois países, a China e a Índia, têm mais de dois bilhões de seres humanos, os cientistas usem essas células embrionárias para clonar seres humanos, não obstante, elas serem de uma valia inquestionável para cura de doenças crônicas, incuráveis, e na produção de órgãos.
O ministro Celso de Mello foi de uma realidade mórbida ao justificar o seu voto: “Desculpem-me a expressão, mas o destino de todos os embriões seria o lixo sanitário. Dá- se- lhes, portanto, uma destinação nobre”. Enquanto isto, uma nota da CNBB, colocando em dúvida a decisão do STF que numa votação apertada, por maioria simples, liberou as pesquisas com células-tronco e justifica: “não se trata de uma questão religiosa, mas de promoção e defesa da vida humana, desde a fecundação, em qualquer circunstância em que se encontra”, e arremata: “no mundo inteiro, não há até hoje nenhum protocolo médico que autorize pesquisas científicas com células-tronco obtidas de embriões humanos em pessoas, por causa do alto risco de rejeição e de geração de teratomas. Ao contrário do que tem sido veiculado e aceito pela opinião pública, as células-tronco embrionárias não são o remédio para a cura de todos os males”.
Na trama “O DNA de Emanuel”, tive o cuidado de demonstrar a importância das pesquisas de células-tronco embrionárias e adultas para o tratamento de doenças crônicas, incuráveis, porém, tive o cuidado redobrado de demonstrar que é de somenos importância para evolução da humanidade, a reprodução assistida, em laboratório, pois a fecundação e a reprodução naturais são mais simples e eficientes, além da impossibilidade, atual, de se clonar um ser humano além do seu fenótipo, isto é, além da aparência, com as mesmas potencialidades cognitivas e psicológicas.
Emanuel, um ser humano perfeito fisicamente, desde o início manifestou um comportamento estranho, psicótico, bipolar e por conta dessa instabilidade mental, teve várias atitudes sociais reprováveis e tem um triste fim.
O autor










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