Prof. Lourival e a filha. Homenagem da semana do Saber-Literário. Parabéns!!!

Machado e o realismo cético

Antonio Olinto
Vive a literatura brasileira sob a inarredável presença de Machado de Assis, que nos empurra de um lado para outro, exige que o decifremos e analisemos, que o neguemos várias vezes antes de curvarmos a cabeça diante de sua força. Quem foi na realidade o Bruxo, de que maneira se apossou ele da inteligência e das emoções de um País? Conquistou um estilo que não se confunde com nenhum outro, compreendeu-nos como ninguém e até zombou de nós todos que vivemos neste vale de ciúmes.
A vasta bibliografia machadiana passou a ter, nesta passagem de um século a outro, mais uma análise de boa qualidade. É a do recém-lançado livro de Luiz Alberto Pinheiro de Freitas, "Freud e Machado de Assis: uma interseção entre psicanálise e literatura". Postou-se aí o autor em posição correta diante da esfinge Machado, ao dizer, desde o começo, que a psicanálise é "um saber conjuntural e conjectural", que leva a "dúvida" como base de um caminho. Também na "dúvida" se colocava Machado em sua análise do inconsciente, de modo parecido com o que Freud adotaria anos mais tarde. Foi na literatura (Ésquilo, Sófocles, Shakespeare, Goethe, Dostoievski) que Freud encontrou exemplos que pudessem elucidar suas teses. Talvez por ser, a literatura, ao contrário do estilo monológico das ciências exatas, o diálogo sendo também um caminho para a dúvida, enquanto o monólogo busca a certeza.
A parte central do livro de Luiz Alberto é a análise das mulheres de/em Machado de Assis, principalmente suas mulheres "pecadoras": a Virgília de "Memórias Póstumas de Brás Cubas", a Marcela do mesmo romance, a Sofia de "Quincas Borba" e Capitu de "Dom Casmurro". Em contextos diferentes, analisa também Helena, Iaiá Garcia, a Flora de "Esaú e Jacó", Fidélia e Carmo de "Memorial de Aires". O ciúme e a traição envolvem os personagens, em tragédias silenciosas ou não tanto, em textos a que não faltam o humor e a ironia. A densidade psicológica da população machadiana abre caminhos na compreensão de um relismo antes de tudo cético. Nota o autor do livro de agora:
"O texto machadiano, na atualidade, está muito valorizado na medida em que ele está fundado no pessimismo e no humor. Machado percebia, com clareza, o lado trágico das relações humanas. Este lado trágico, já presente em Shakespeare e Sófocles, para citar dois autores muito presentes na literatura freudiana, nos fala do permanente mal-entendido dos encontros humanos, de um ser humano permanentemente acossado por outro, pelas forças da natureza, bem como pelo pior de todos os detratores - seu mundo interno."
A primeira "pecadora", Virgília, apresenta uma certa naturalidade gozosa no adultério. O "realismo cético" surge, em "Brás Cubas", com uma força literária que vinha revelar um novo Machado, em nada parecido com o de "Ressurreição", "Iaiá Garcia" e "Helena". Falando em "filosofia cética e proustiana", cita Luiz Alberto trecho de "Brás Cubas", em que Brás diz:
"Creiam-me, o menos mau é recordar; ninguém se fie da fidelidade presente; há nela uma gota de baba de Caim. Corrido o tempo e cessado o espasmo, então sim, então talvez se pode gozar deveras, porque entre uma e outra dessas duas ilusões, melhor é a que se gosta sem doer".
Nada mais "realismo cético" do que isto. Mas logo depois, em "Quincas Borba", mais atravessado de tragédia do que seus outros romances, paixão, ciúme, e loucura se misturam. O ciúme está acima de tudo, principalmente no homem, no macho, oprimido pela mulher que atrai outras atenções.
A Sofia de "Quincas" não trai, mas joga o jogo da sedução em que envolve tanto o marido, Palha, como o apaixonado Rubião, na ingenuidade que o tornou insano. Luiz Alberto chama-a de "metade gente, metade cobra". Seus diálogos, com o marido de um lado, com Rubião do outro, são obras primas de atração por parte da mulher, com idas e vindas entre o oferecimento e a quase entrega, ligados a um recuo em que a sedução se esmera em abrir uma certeza para o futuro. Ela brinca também com o marido, chamando-lhe a atenção para o assédio tranqüilo do apaixonado.
Capitu é, sem dúvida, o ápice da criação literária brasileira, com seus olhos de ressaca, sua objetividade no armar situações e seu fim mais ou menos solitário. Se Virgília traiu e Sofia deu a entender que sim, mas não, de Capitu há certezas num e noutro lado. Os livros de Fernando Sabino e Domicio Proença Filho dizem e não dizem, o brasilianista William Grossman, professor na Universidade de Nova York, organizador de um julgamento em que seus alunos dariam o veredicto de traição ou não, depois das falas de um promotor e uma advogada de defesa (o resultado absolveu Capitu) estão entre os muitos que se curvaram sobre o mistério de Capitu.
Dir-se-ia que Machado, que foi feliz no casamento (a Carmen de "Memorial de Aires" seria um retrato de Carolina) aceitava a frase que Victor Hugo colheu no Chateau de Chambord, "Souvent femme varie/Bien fol est qui s'y fie!" (Muitas vezes a mulher varia/Bem tolo é quem nela se fia!). Hugo usou os versos em seu texto "Le roi s'amuse" e a adaptação da ópera de Verdi, inspirada em Hugo, "Rigoletto" popularizou a "La donna è mobile"...
"Freud e Machado de Assis: uma intercessão entre psicanálise e literatura", de Luiz Alberto Pinheiro de Freitas, merece atenção. Lançamento da Editora Mauad, projeto gráfico do Núcleo de Arte Mauad.


Tribuna da Imprensa em 09/01/2002


Ficção - O terror hidrográfico!

Antonio Nunes de Souza*

Ao ligar meu receptor da TV mundial e universal, já que somente temos uma única estação de transmissão via satélite, com tradução simultânea para todos os idiomas e dialetos terrestres, pude ver em quarta dimensão, uma notícia que, pela sua repetição, vinha assombrando todos os países, sem que a polícia internacional tivesse condições de amenizar esse tipo de prática criminosa. Estou referindo-me aos roubos arquitetados por quadrilhas internacionais das mais altas periculosidades, especialistas em roubos de cargas de água potável!
Estamos no ano de 2051, mas, desde os anos de 2035 que já acontecia fatos que davam para se prever que, dentro em breve, isso se tornaria uma rotina, deixando em perigo a população, pois, nessa época, os marginais já assaltavam os meninos que iam para as escolas tomando suas doses de um copo de água para sanarem as suas sedes diárias. Diga-se de passagem, que essa modesta dose, era ofertada pelo governo, já que a água que, eventualmente, corria nas torneiras, não tinha mais condições de serem recuperadas em função da alta poluição de mercúrio, coniformes fecais e outras sujeiras provocadas pelos comportamentos dos homens em nome do grande (?) progresso.
Naquele momento aparecia ao vivo uma quadrilha de andróides fabricados para esse fim, utilizando metralhadoras a laser e, a sua direita, outro caminhão tanque com uma mangueira fina e eficaz, que sugava toda água para seu recipiente, enquanto a polícia responsável pela fiscalização da distribuição na cidade tentava combater esse terrorismo urbano. E, essa modesta, mas, preciosa carga, estava acabando de chegar de um aproveitamento de um restante de geleiras do pólo norte, custando uma fortuna aos cofres públicos em termos de valores de importação.
Fiquei bastante triste e estarrecido, fui tomar o meu banho genérico no chuveiro de raios ultra limpex e, recordando meu tempo de criança, lembrei-me dos maravilhosos banhos que tomava no meu querido rio cachoeira, hoje, como a grande maioria do mundo, não mais existe!


*Escritor –Membro da Academia Grapiúna de Letras –                   antoniodaagral26@hotmail.com

O SONHO PERDIDO

Desde pequena, Karina só conhecia uma paixão: dançar. Ainda bem jovem, ela já tinha um sonho. Queria ser uma das principais bailarinas do Ballet Bolshoi! 
Seus pais desistiram de lhe exigir empenho em qualquer outra atividade, visto que ela dedicava horas e horas à dança.
Os rapazes já haviam se conformado: no coração de Karina só havia lugar para o ballet. Tudo o mais era sacrificado pelo objetivo de se tornar bailarina do Bolshoi.
Um dia, Karina teve sua grande chance. Conseguiu uma audiência com o Diretor do Bolshoi, que estava selecionando aspirantes para a Companhia.
Nesse dia, Karina dançou como se fosse seu último dia na Terra. Colocou tudo o que sentia e que aprendera em cada movimento, como se uma vida inteira pudesse ser contada em um único passo.
Ao final, aproximou-se do renomado Diretor e lhe perguntou:
- Então, o senhor acha que posso me tornar uma grande bailarina?
- Não acredito, minha jovem... Você precisa de algo mais para se transformar em uma grande bailarina.
Na longa viagem de volta à sua aldeia, Karina, em meio às lágrimas, imaginou que nunca mais aquele "Não" deixaria de reverberar em sua mente. Meses se passaram até que pudesse novamente calçar uma sapatilha e fazer seu alongamento em frente ao espelho. 

Dez anos mais tarde, Karina, já uma estimada professora de ballet, criou coragem de ir à exibição anual do Bolshoi em sua região.
Sentou-se bem à frente e notou que o senhor Davidovitch ainda era o Diretor Master.
Após a exibição, aproximou-se dele e contou-lhe o quanto ela queria ter sido bailarina do Bolshoi e quanto lhe doera, anos atrás, ter ouvido dele que ela não seria capaz disso.
E o diretor respondeu:
Mas, minha filha... Eu digo isso a todas as aspirantes.
Com o coração ainda palpitando, Karina não conseguiu conter a revolta e a surpresa, dizendo:
- Como o senhor foi capaz de cometer uma injustiça dessas? Eu poderia ter sido uma grande bailarina se não fosse o descaso com que o senhor me avaliou!
Havia solidariedade e compreensão na voz do Diretor, mas ele não hesitou ao responder:
- Perdoe-me, minha filha, mas você nunca poderia ter sido grande o suficiente, se foi capaz de abandonar o seu sonho pela opinião de outra pessoa.


(autor desconhecido)


Recebi de Gisele Cristina

"Não quero ser invasivo. Se você, por qualquer motivo não quiser mais receber minhas mensagens, me avise, para que eu possa, SEM RESSENTIMENTOS, retirar o seu nome da minha lista de destinatários.''

O CORAÇÃO NÃO ENVELHECE

Você já ouviu dizer que o "Coração não Envelhece".? É verdade! O que envelhece é o corpo, não a alma.

Ainda que os anos tenham passado, perceba como você pensa e sente do mesmo modo que sempre fez. Essencialmente, seus desejos e sonhos são os mesmos. 

Talvez você não os possa realizar com a mesma desenvoltura de antes, e dai a necessidade de inteligentes ajustamentos. 

Ajuste-se, então; mas não se anule. Irradie juventude pelo seu bom sorriso, sua alegre disposição, pelo calor do seu coração e o brilho do seu olhar; pelo seu grande entusiasmo e pela sua paixão.

Ponha paixão em tudo que você faz e nunca se sentirá velho.

(Ubiratam Rosa)
Mensagem extraída do livro 
"Caminhos da Sabedoria"


"Experiência não é o que acontece com você; é o que você faz com o que acontece com você."
/Aldous Huxley)

Capítulo 10 – AULA DE PAZ


Há coragem para variadas situações, disse o mentor da Vida Maior. Temos a coragem de esquecer as ofensas, aquela de sofrer por amor a determinadas criaturas, aquela outra de arrostar com as próprias dificuldades sem perder a esperança, mas, ao nosso ver, a coragem maior é a de aceitar os nossos erros no caminho para o Senhor, receber críticas com humildade, sofrer em razão dessas nossas faltas, tudo fazer ao nosso alcance a fim de corrigir-nos com paciência, sem perder o bom ânimo, e seguir para a frente.

Emmanuel/Francisco Cândido Xavier
Do livro MIGALHA, ed. UEM

CADA VEZ MELHOR


André é o tipo de pessoa que você gostaria de conhecer. Está sempre de bom humor. Quando alguém lhe pergunta como está, a resposta é: “Cada vez melhor!”

Um dia, um amigo lhe perguntou:
- É impossível ser uma pessoa positiva 24 horas por dia. Como você consegue isso?
André respondeu:
- Toda manhã, ao acordar, digo a mim mesmo: “André, você tem duas escolhas hoje – ficar de bom humor ou ficar de mau humor”. Sempre escolho a primeira opção. Cada vez que algo de ruim me acontece, posso escolher bancar a vítima ou procurar algo positivo e aprender com isto.
- Ah, mas isso não é nada fácil – disse o colega.
- Sim, é fácil! A vida é feita de escolhas. Sempre há uma escolha. Você escolhe como reagir à situação e como as pessoas afetarão o seu humor. São nossas escolhas que definem nossas vidas.
Anos depois, eu soube que André havia cometido uma séria distração: deixou a porta de serviços de seu restaurante aberta pela manhã e foi rendido por assaltantes. Enquanto abria o cofre, a mão tremeu pelo nervosismo e ele errou a combinação do segredo. Os ladrões entraram em pânico e atiraram nele. Por sorte, foi encontrado a tempo de ser socorrido e levado para o hospital. Depois de vinte horas de cirurgia e semanas de tratamento, teve alta.

Quando o encontrei e lhe perguntei como estava, ele respondeu:
- Cada vez melhor!
E me contou o ocorrido:
- Eu estava caído no chão, ensanguentado, e lembrei que tinha duas escolhas: viver ou morrer. Escolhi viver.
  - Você não teve medo?
- Os paramédicos foram ótimos, me diziam que tudo ia ficar bem. Mas quando entrei na sala de emergência e vi a expressão dos médicos e enfermeiras, fiquei apavorado. Em seus lábios eu lia: “Esse ai já era”. Decidi que tinha de fazer algo. Havia uma enfermeira que fazia muitas perguntas e quis saber se eu era alérgico a alguma substância. Respondi: “Sim, claro”. Todos pararam para ouvir. Tomei fôlego e continuei: “Sou alérgico a balas!” Entre risadas, eu disse: “Escolhi viver, me operem com essa certeza.”
E até hoje, quando perguntam como ele está, a resposta é:
- "Cada vez melhor!"



(do livro Atitudes Vencedoras, de Carlos Hilsdorf)
Baseado em fatos reais.

André sobreviveu graças à competência dos médicos e graças à sua atitude. Todo dia temos a opção de viver plenamente. A vida é feita de escolhas.
Paz e Alegria, sempre!


"Todos ouvem o que você diz. Os amigos escutam o que você fala. Os melhores amigos prestam atenção ao que você não diz.’’(Anônimo)

Já é carnaval cidade!
Antonio Nunes de Souza*

Como diz a letra poética e bonita, que não me recordo o autor, “Já é carnaval cidade, acorda pra ver”, pois, na nossa querida Bahia, nós brincamos carnaval o ano todo, todos os dias e ainda achamos tempo para trabalharmos e fazer o nosso Estado crescer perante todos os outros. Será um milagre? Nada disso, meu filho, nós pertencemos a nova etnia brasileira que, maravilhosamente, é guerreira, lutadora e sempre procura vencer os maiores obstáculos que nos são postos pela frente. Somos, orgulhosamente: Afrodescendentes, negros, mulatos, sararás, morenos, pardos, enfim, os verdadeiros brasileiros que, com a participação forte dos índios, nos deram não só uma melhora nos cabelos, como também, aquela gostosa preguiça para descansar entre um festa e o trabalho. Lógico que não somos de ferro, mas, temos uma têmpera que o aço nos inveja!
Na nossa cidade, que já festejou esse evento muitos anos atrás com galhardia e espetáculos dos mais empolgantes, contando com as maiores bandas, melhores artistas e uma organização impecável, infelizmente, aos poucos foram decaindo, decaindo, até chegar a não existência da folia momesca. Uma pena, lamentável, mas, por determinações políticas, esses dias comemorados em todo Brasil, foram legados ao esquecimento. Deixando a cidade vazia de festas e cheia de tristes saudosistas.
Como acontece todos os anos, com maior ou menor escala, teremos a tradicional “Lavagem do Beco do Fuxico” contando com a participação dos tradicionais Blocos dos Casados, Mendigos de Gravata, Maria Rosa e outros que não recordo os nomes, mas, são esses que, com esforço, fazem esse acontecimento não cair nas malhas do esquecimento, contando com a orgulhosa e qualificada clientela do bar do Rei das batidas, Mestre Alencar. Esse ano além das charangas e bandinhas dos blocos, haverá uma apresentação no trio elétrico com nosso querido compositor baiano, criador real da nova música baiana com a dança do Tititi e seu maior sucesso que avançou por todo Brasil; Nega do cabelo duro! Grande músico, compositor, cantor que, por muitos anos, abrilhantou nossas festas itabunenses!
Então amigos, faltando duas semana para a oficialização da abertura, não deixem de cantar, mexer as cadeiras, fazer caras e bocas, pois, Já é carnaval cidade, acorda pra ver!


*Escritor – Membro da Academia Grapiúna de Letras de Itabuna – antoniodaagral26@hotmail.com

 QUEM AMA -  João Batista de Paula. Escritor e Jornalista.
 
Viva o amor.
Viva a beleza que vem de Deus.
Viva a bondade.
Viva a vida.
Viva você que ama.  
 
Quem ama, vive.
Quem ama, ora.
Quem ama, canta.
Quem ama, brinca.
Quem ama, agradece.
Quem ama, não tem raiva.
Quem ama, edifica o lar.
Quem ama, faz boas amizades.
Quem ama, vive a dois.
Quem ama, faz história.
Quem ama, louva.
Quem ama, canta.
Quem ama, brinca.
Quem ama, junta as mãos.
Quem ama, tem esperança.
Quem ama, tem fé.
Quem ama, tem esperança.
Quem ama, tolera.
Quem ama, tem paciência.
Quem ama, perdoa.
Quem ama, tem brilho no coração.
Quem ama, presenteia.
Quem ama, sente.
Quem ama, compartilha.
Quem ama, curte a vida.
Quem ama, faz o bem.
Quem ama, faz poesia.
Quem ama, faz filosofia.
Quem ama, aproxima pessoas.
Quem ama, não tem maldade.
Quem ama, quer o bem de todos.
Quem ama, acha tudo belo.
Quem ama, respeita.
Quem ama, confia.
Quem ama, não trai.
Quem ama, não mata.
Quem ama, tem gratidão.
Quem ama, é feliz.
Quem ama,  sorrir.
Quem ama,  brilha,
Quem ama, ama.
 
Viva o amor.
Viva a beleza que vem de Deus.
Viva a bondade.
Viva a vida.
Viva você que ama.  

Capítulo 09 – DEUS SABE


Deus conhece, em verdade, todos os sofredores.
Não acuses ninguém pela dor que há nas ruas.
Não agraves a luta das crianças sem lar.
Não faças julgamento de supostos culpados.
O que o Céu quer saber é o que fazes no bem.
Não condenes, ampara.
Deus acredita em ti.

Emmanuel/Francisco Cândido Xavier
Do livro MIGALHA, ed. UEM


--
Questão 525:  OS ESPÍRITOS EXERCEM INFLUÊNCIA SOBRE OS ACONTECIMENTOS DA VIDA?
Resposta:  Seguramente, pois que eles te aconselham.-"O Livro dos Espíritos", tradução de J. Herculano Pires, 65ª edição - LAKE, 2006


Uma velha senhora foi para um safári na África e levou seu velho vira-lata com ela. 
Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta de que estava perdido. 
Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço. 
O cachorro velho pensa: 
-'Oh, oh! Estou mesmo enrascado!
Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador ... 
Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto:
-Cara, este leopardo estava delicioso ! Será que há outros por aí ? 
Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueirar na direção das árvores. 
-Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco ! O velho vira-lata quase me pega! 
Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de proteção para si, informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum... 
E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa: 
-Aí tem coisa! 
O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo.O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz:
-'Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que acontece com aquele cachorro abusado!' 
Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa: 
-E agora, o que é que eu posso fazer ? 
Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas doloridas não o levariam longe...) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz: 
-'Cadê o filho da puta daquele macaco?  Tô morrendo de fome! Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e não chega nunca!
Imediatamente o leopardo se esquiva, sai para longe do cachorro e devora o macaco. 
Moral da história: Não mexa com cachorro velho... idade e habilidade se sobrepõem à juventude e intriga. Sabedoria só vem com idade e experiência.
Se você não mandar essa fábula a 5 velho(a)s amigo(a)s já, haverá menos 5 pessoas rindo no mundo. 
 É claro que eu não estou, de modo algum, insinuando que você esteja velho(a). 
Apenas um pouco mais experiente. 
Ou você não percebeu o tamanho da letra?

Autor: desconhecido

Olhar de “fimose”!
Antonio Nunes de Souza*

Quem tem hábito de ler minhas crônicas sempre observam algumas citações filosóficas do meu saudoso avô, com relação as coisas da nossa vida louca! Desta feita, lembro-me que ele dizia sempre: “Meu netinho quando você ver alguém com os olhos entreabertos, com as pálpebras caídas, como se fosse “fimose”, tenha medo, pois, normalmente, são figuras perigosas, falsas e desonestas”. Eu, ainda na adolescência, não levava muito em conta, uma vez que, como sempre, os tolos jovens não gostam de seguir os conselhos dos mais velhos, sempre com as alegações de caretas, exagerados, ultrapassados, etc., mas, com o passar do tempo, vamos aprendendo e começamos a lembrar de coisas importantes que nos foram passadas. E essa frase agora bateu forte com os acontecimentos atuais!
Trata-se do magistral rei das falcatruais e desvios de dinheiro do país, o tal do diretor CERVERÓ, diretor da nossa super saqueada PETROBRÁS! Não é que o indivíduo tem o olho esquerdo com olhar de “fimose”? Imagine se esse desgraçado tivesse os dos olhos com o mesmo defeito, teria passado a empresa totalmente para seus parentes e comparsas. Somente agora fui me lembrar dessa citação filosófica popular de meu avô e, comprovar que o velho tinha razão!
Claro e logicamente, não vou generalizar tal descoberta desse defeito congênito ou não, pois, com certeza, haveremos encontrará pessoas honestas e gabaritadas com seus olhinhos de “fimose” que Deus lhe deu, mas, que, se policiando muito ou por formação de caráter diferenciado, comportam-se de formas honrosas e respeitáveis. Entretanto, pelo sim pelo não, abram seus olhos e fiquem alerta com pessoas que apresentam essa característica!


*Escritor – Membro da Academia Grapiúna de Letras de Itabuna – antoniodaagral26@hotmail.com

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