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O Idoso e a Maturidade
 

O idoso não é velho

Acumula sabedoria. É dicionário de vida.

Exemplo e conselheiro para os mais novos.

O idoso já passou por todas as fases da vida

e atingiu a maturidade. Maturidade é sinônimo de serenidade.

Equilíbrio e força de vida.

O idoso que cumpriu com seu dever ao longo da caminhada

vive em paz consigo mesmo e coleciona amizades

já driblou os dissabores,

trabalhou para o sustento da família, uniu corações,

deu a mão a quem precisou, acarinhou os mais necessitados

e ainda carrega o brilho nos olhos de quem possuiu

o segredo da sabedoria da terceira idade!

O idoso cercado pelo amor da família

e o respeito dos mais novos,

carrega a paz no coração e aproveita

com tranquilidade os dias que renascem a cada manhã!

O idoso pode até virar criança de vez em quando,

precisando de um carinho especial,

Mas com certeza, também tem muito amor para

dar a quem dele precisar.

Ser idoso saudável é passar a idade cronológica

com sabedoria.

Caminhando, praticando esportes, conversando,

trocando ideias, e mantendo o humor em alta,

tornando assim, a existência mais suave e feliz!

Ser idoso é seguir o fluxo da natureza

sonhando ainda com a certeza de já ter

encontrado o doce sabor da maturidade!



Autor: Antonio Marcos Pires
 
 
 
 
* * *

Dia 30/05/2013 - CORPUS CHRISTI
 
Eis o Pão daVida
 
 
Eis o Pão da vida, eis o pão do céu.
Que alimenta o homem em marcha para Deus
 

Um grande convite o Senhor nos fez e a igreja repete
Por toda vez feliz quem ouve e alegre vem.
trazendo consigo o amor que tem.

 
Um dia por nós o senhor se deu, do sangue da cruz, o amor nasceu
e ainda hoje ele dá vigor aos pobres aos fracos ao pecador.
 
 
Se o homem deseja viver feliz, não deixe de ouvir o que a igreja
diz procure sempre se aproximar do Deus feito pão para nos salvar.
 
 
Quem come este pão sempre viverá, pois Deus nos convida a ressuscitar,
ó venham todos, comei também o pão que encerra o sumo bem.
 
 
 
* * *


Fernando Gabeira
24/05/2013
Artigo publicado no jornal O Estado de S.Paulo

Desembarco mareado nesta nova estação do progresso. Sou pela abertura dos portos e não vejo argumento mais forte do que centenas de caminhões engarrafados esperando o momento de exportar sua carga.
Chego mareado não pelo balanço das ondas, mas pelo espetáculo agitado em terra firme. Um longo psicodrama que não pude acompanhar em todos os detalhes por causa das tarefas cotidianas. Mas já o pressentia. Para articular seu governo na nave do Congresso, a senhora escolheu Ideli Salvatti. Com as características da nova ministra, a escolha a transformaria rapidamente de Salvatti em Afundatti: independentemente de suas qualidades, simplesmente não é a pessoa para o cargo. Pode ser amiga, fiel, apaixonada pela causa, mas, que diabo, isto é uma República! Em vez de elevar o nível da política, como se pede a uma presidenta, ela a joga no chão e a pisoteia com o salto alto.
O mais impressionante, à distância, é o reality show no Congresso. Conheço alguns personagens, da política fluminense, e não acreditava no que lia: Eduardo Cunha, guerrilheiro que obriga o governo a recuar. Como assim? Eduardo Cunha fazendo emboscadas, dispersando quando o inimigo se concentra, concentrando-se quando o inimigo se dispersa?
Eduardo Cunha, o líder do retrocesso, diziam algumas outras notas. Será? Cunha não se bate pelo progresso nem pelo retrocesso. Seus parâmetros são outros. Lembro-me de uma sessão que ele presidia. Discutimos e tive a sensação de que não estava me olhando. Disse: “Por favor, olhe para mim”. E ele: “Estou olhando”. Percebi, subitamente, que olhava sem olhar. Ele falava de dentro de uma caverna.
Garotinho, pensando em Cunha, chamou a emenda dos portos de emenda dos porcos. Foi sua contribuição. Saiu quase ileso no outro dia, quando Ronaldo Caiado afirmou que ele, Garotinho, tinha cheiro de porcos.
Nada como o tempo para serenar os ânimos. Cheirar não é ser. Abre espaço para um acidente, ter passado por um chiqueiro, posado para uma foto com porquinhos no colo.
Imaginem essa confusão numa atmosfera fechada, uma espécie de abrigo antiaéreo onde se entra e sai sem ver a passagem do dia para a noite, o próprio amanhecer. Pizzas, frangos, um batalhão de alimentos entra pelos corredores e deságua na cantina abarrotada. Cochilos, intervalos para o futebol, é verdade isso que a imprensa mostrou. E, naturalmente, os gases: 500 pessoas reais concentradas no mesmo espaço, disputando os mesmos sofás. O que importam esses detalhes para a história da modernização dos portos? Se o preço de distribuir renda é degradar a política, por que não usar o mesmo raciocínio para desatar o nó no comércio exterior?
Pelo rádio ouço uma comentarista lembrar que a emenda dos portos seria aprovada mais rapidamente no Senado, pois os senadores, mais velhos, não aguentariam a maratona. Como apenas seis horas bastaram para rever algo que os deputados levaram dias para concluir, supõe-se que têm uma invejável juventude intelectual. Falsa suposição. Os senadores fazem o que quer o governo. Garantidos suas verbas e seus cargos, nada têm a temer, exceto um colapso do serviço de chá.
O episódio da emenda dos portos mostrou mais uma vez o descompasso entre o crescimento econômico e a qualidade política. Acho esse caminho insustentável. Mas posso estar equivocado, aplicando uma visão dinâmica a algo que tende a sobreviver, se essa for mesmo a escolha nacional, por comodismo ou indiferença.
Confrontado com as expectativas da redemocratização, o processo político brasileiro degradou-se. Se as previsões falharam no passado, de que adianta renová-las? Pensar o futuro, só recorrendo à ficção científica. Que bichos ocuparão as denúncias na tribuna? Antes havia o dinossauro, que se tornou simpático, o veado, que perdeu sua conotação negativa. O porco é o bicho do momento, mas o próximo pode ser a iguana, a barata ou o dromedário? Tudo é possível na enorme fazenda petista, onde os bichos se acalmam só quando sentem o cheiro do dinheiro no ar.
O drama dos portos ocorre num momento de comemoração do partido dominante, que se orgulha publicamente de elevar milhões de pessoas à classe média. Na festa, a filósofa Marilena Chaui disse que odeia a classe média por suas posições fascistas e conservadoras. Então, elevam a vida das pessoas para melhor conseguirem odiá-las?
Se a classe média é reacionária e fascista, resta procurar uma classe social democrata e progressista, salvadora. Seriam os operários os portadores da nova moral? Lula, por exemplo, beijando a mão de Jader Barbalho e dizendo que Newton Cardoso é o Pelé da política?
Com seu talento filosófico, Chaui poderia até nos convencer da tese de Lula de que não existiria poluição se a Terra não fosse redonda. Como a Terra gira e a Lusitana roda, slogan que sempre marcou o negócio das mudanças no Rio, o poluído planeta, pelo menos, está em movimento. Cedo ou tarde essa mistificação que vê o fascismo só nos outros e veste de pureza um partido corrompido até a medula pode ser desmascarada.
O discurso de Chaui, no entanto, é sintomático. Depois de impor a ideia de que a degradação política é essencial para mover o País, está tudo pronto para tratar as pessoas como se tratam os deputados no plenário. O sadomasoquismo nacional entra em nova fase. Os brasileiros da classe média são roubados de dia e insultados à noite nas tertúlias literárias do PT. Se gostam ou não, é problema deles.
Desde o início da democratização me bati pela liberdade de escolha em questões delicadas, incluída essa de gostar de apanhar. Se os eleitores preferem um Parlamento cheio de Cunhas e os empresários adoram tratar suas questões com eles, temos somente de nos resignar e esperar que combatam entre si e sejam devorados pela própria cobiça.
Aos poucos, vamos compondo um novo e inquietante dístico para a Bandeira Nacional: “Barbárie e Progresso”. Salve, salve.

 
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Uma notícia que está abalando o Egito
 Depois do haitiano que ficou 27 dias nos escombros e disse que uma
pessoa lhe deu água, veja a notícia interessante que vem ao nosso
conhecimento.
Um muçulmano egípcio matou sua esposa porque ela estava lendo a Bíblia e
então a enterrou com seu bebê nascido há poucos dias e uma filha de 8
anos de idade.
As crianças foram enterradas vivas! Ele então disse à polícia que um tio havia matado as crianças. Quinze dias mais tarde, outra pessoa da família morreu.
Quando foram enterrá-la, encontraram as duas crianças sob a areia? E VIVAS!
O país ficou em choque e o homem será executado... Perguntaram à menina de oito anos como ela havia conseguido sobreviver por tanto tempo e ela disse: "Um homem que usava roupas brilhantes e com feridas que sangravam em suas mãos, vinha todos os dias para nos alimentar. Ele sempre acordava minha mãe para dar de mamar à minha irmã".
Ela foi entrevistada no Egito numa TV nacional por uma mulher jornalista que tinha o rosto coberto. Ela disse na TV pública, 'Foi Jesus quem veio cuidar de nós, porque ninguém mais faz coisas como essas!'
Os muçulmanos acreditam que Isa (Jesus) aparecerá para fazer coisas desse tipo, mas as feridas em Suas mãos dão provas de que Ele realmente foi crucificado e que Ele está vivo!
Também ficou claro que a criança não seria capaz de inventar essa história e não seria possível que essas crianças vivessem sem um milagre verdadeiro.
Os líderes muçulmanos terão muita dificuldade em lidar com essa situação e a  popularidade do filme 'Paixão de Cristo' não os ajuda!
Como o Egipto está bem no centro da media e da educação do Oriente Médio, você pode ter a certeza de que essa história vai se espalhar rapidamente.
Jesus Cristo ainda está deixando o mundo de pernas para o ar!


(Recebido por e-mail sem menção de autoria)
 
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Aprender a viver é aprender a voar

Vivemos uma pós-modernidade insana. A princípio construímos máquinas que aparentemente garantiriam uma melhor qualidade de vida, sobraria tempo para o nosso lazer, para nossos filhos e netos, mas o que tem acontecido é que a sobra de tempo está sendo usada para trabalhar mais, investir mais e jogarmos nossa qualidade de vida pelo ralo. E esta ascensão econômica, social, ocorre ao longo de décadas, que parecem anos ou meses, dias, segundos, milésimos. O salmista dizia: "Tudo passa rapidamente e nós voamos."
Voar e um dom concedido a algumas aves, que possuem ossos ocos (=pneumáticos). Mas o que se vê nas primeiras décadas do terceiro milênio é que nossa vida corre tão célere quanto o voo de um pássaro. A questão é que aprender a voar nunca foi uma tarefa tão fácil. Imagine um pássaro ansioso pela necessidade de fazer o filhote aprender a voar. O problema é que a única maneira disto acontecer eram as sucessivas quedas livres até o filhote ser capaz de bater eficazmente as suas asas. Quando isto não acontecia e a queda vertiginosa era inevitável os pais se lançavam velozmente para salvá-lo agarrando-o antes que encontrasse o chão.
Na existência humana o aprendizado do voo das aves é uma metáfora muito interessante. Não seria por aí que o mestre Jesus em seu conhecido sermão da montanha nos orienta a olhar as aves do céu? Assim como pássaros precisamos aprender a voar, e para isso mergulhar vertiginosamente em busca das oportunidades para aprendermos por nós mesmos.
Nossa existência é contada em dias. E isto inclui uma realidade de alegrias e infortúnios administrados pela dupla bom senso e humor. Assim, voar é valorizar cada momento da vida, com sabedoria, é saborear o ineditismo de cada instante.
Precisamos entender o quanto as coisas preciosas são frágeis. Como é fácil desestabilizar relacionamentos fazendo uso de palavras, é fácil jogar lixo em uma nascente, difícil é despoluí-la.
Nessa dimensão, viver bem é superar um passado de culpas e ressentimentos, é abandonar as más lembranças e acariciar as boas. Viver é uma arte, o voo é um prazer mesmo que seja curto. Viver é imitar os pássaros que voam despreocupadamente debaixo do sol ou da tempestade. Assim como pássaros, precisamos aprender a superar os desafios do crescimento.

 
Agenilda Palmeira é professora
Membro da Academia Grapiúna de Letras (Agral)
nildinh@hotmail.com

 
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Cura verdadeira
 
Todas as criaturas humanas adoecem. Raras são aquelas que trabalham para a cura real.
A ação medicamentosa, por si só, não restaura integralmente a saúde.
O comprimido ajuda. A injeção melhora. Entretanto, não podemos esquecer que os verdadeiros males procedem do coração.
A mente é uma fonte criadora e a vida plasma, em nós mesmos, aquilo que desejamos.
Assim, a medicação não nos valerá muito se prosseguirmos tristes e acabrunhados, porque a tristeza é geratriz e mantenedora de muitos males.
Como poderemos pretender ter a saúde restaurada, se nos permitimos a cólera ou o desânimo por muitas horas?
O desalento é anestésico que entorpece e acaba por destruir quem o cultiva.
A ociosidade que corrompe as horas e a inutilidade que desperdiça o tempo valioso extingue as forças físicas e as do Espírito.
Mesmo porque, a mente ociosa acaba por se dedicar a muitas coisas ruins, como a maledicência e a crítica destrutiva.
Se não sabemos calar, nem desculpar; se não ajudamos, nem compreendemos, como encontrar harmonia íntima?
Por mais que o socorro espiritual venha em nosso favor, devoramos as próprias energias com atitudes negativas.
E, com respeito ao socorro médico, mal surgem as primeiras melhoras, abandonamos o remédio, a dieta, os cuidados, demonstrando a nossa indisciplina.
Por isso, se estamos doentes, antes de qualquer medicação, aprendamos a orar e a entender, a auxiliar e a preparar o coração para a grande mudança.
Fujamos da indelicadeza e do azedume constante que nos conduzirão à brutalidade no trato com os demais.
Enriqueçamos nossos fatores de simpatia pessoal, pela prática do amor fraterno.
Busquemos intimidade com a sabedoria, pelo estudo e a meditação.
Não manchemos nosso caminho. Sirvamos sempre. Trabalhemos na extensão do bem a todos.
Guardemos lealdade ao Mestre Jesus a quem dizemos seguir e permaneçamos com a certeza de que, cultivando a prece, vibrando positivamente pela vida, abraçando a oração diária, desde logo, a medicação de que nos servirmos atuará rápida e beneficamente em nosso corpo.
* * *
Que queres que eu te faça? Perguntou Jesus ao cego de Jericó, que O buscava.
Que me devolvas a visão, respondeu Ele.
Acreditas firmemente que eu possa te curar? Retornou o Mestre a indagar.
E como a resposta fosse afirmativa, o cego passou a enxergar.
No fato em destaque, observamos que a vontade do paciente e a fé no profeta de Nazaré, foram as molas da cura.
Portanto, a cura real somente nos alcançará se melhorarmos as nossas disposições íntimas e atendermos aos preceitos médicos com disciplina e seriedade.
Redação do Momento Espírita, com base no cap. 86 do livro
Fonte viva, pelo Espírito Emmanuel, psicografia de Francisco
Cândido Xavier, ed. Feb.

http://blog.forumespirita.net/2013/05/19/cura-verdadeira/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+blogforumespirita+%28Blog+F%C3%B3rum+Esp%C3%ADrita%29

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Após a consulta, o sujeito pergunta ao médico:
- Quanto é a consulta, doutor?
- São duzentos Reais.
- Duzentos?! Não tem um desconto para um colega de profissão?
- O senhor também é médico?
- Não, eu também sou ladrão!

***

Na escola, a professora falava dos animais:
- Para que serve a ovelha, Marcinha?
- Pra nos dar a lã, professora...
- E para que serve a galinha, Marquinho?
- Pra nos dar os ovos...
- E para que serve a vaca, Joãozinho?
- Pra nos passar os deveres de casa...

***

Um português passa perto de um lago, e vê um cara se afogando...
- Socorro! Socorro! Por favor, me mande uma corda.
Ai o português fala:
- Que vergonha! Além de se afogar ainda quer se enforcar!

***

Numa blitz no porto, a polícia prende três sujeitos perigosos, dois americanos e um português.
Na cela da delegacia, um dos americanos lança um olhar desafiador para os outros dois presos, arregaça uma das mangas da camisa, mostra uma cicatriz enorme e diz:
- Kansas City, 1990.
O outro americano puxa a gola da camisa para o lado, mostra uma grande cicatriz no ombro e diz:
- New York City, 1990.
E o português, para não ficar pra trás, põe-se em pé, levanta a camisa, abaixa as calças e exibe orgulhoso uma cicatriz na barriga:
- Apendicite, 1993.

***

O sujeito entra na loja do Salim e pergunta:
- Salim está? - Salim foi pro Pará!
- Que pena! Logo hoje que vim pagar a minha prestação!
- Non, non, o senhor não entendeu! Salim foi propará o recibo!

***

O playboy ganhou uma Ferrari do seu pai e saiu pela estrada com o rádio ligado na maior altura a 300 quilômetros por hora. Então viu uma placa:
"Reduza a 80 quilômetros"
Ele ficou revoltado e seguiu viagem, logo viu uma placa:


"Reduza a 50 quilômetros"
Ele ficou mais revoltado ainda e logo avistou uma placa:
"Reduza a 30 quilômetros"
Logo depois ele chegou em uma cidadezinha e avistou mais uma placa:
"Bem vindo a Reduza"!

***

Logo que entrou no avião, o sujeito, muito medroso, cutucou uma aeromoça e perguntou:
- Moça, por favor! Este tipo de avião costuma cair muito?
- De jeito nenhum! - disse ela, muito segura.
Ele suspirou aliviado e a aeromoça completou:
- Este tipo de avião, quando cai, é de uma vez só!

***

A mãe coruja comenta toda orgulhosa com uma amiga:
- O meu filho completou 2 anos ontem e já está andando há seis meses!
- Nossa! Então ele já deve estar bem longe!



 
* * *
 

 

 


Ainda bem que vai tudo bem!
                                 Antonio Nunes de Souza*

 
Felizmente as coisas estão andando regularmente, apenas com alguns detalhes insignificantes logo corrigidos, mas, no âmbito geral, tudo está sobre controle e acontecendo dentro dos prazos esperados.

Estou referindo-me as obras de preparação para as copas que serão realizadas em nosso país. Uma competição agora e a copa do mundo futuramente. Fico alegre e satisfeito de ver que as premonições dos que os batizei e chamo de “urubus verde amarelos” que, ante patrioticamente, ficam agourando e criando pessimismo na cabeça do povo, espalhando notícias que tudo está errado, os aviões não terão aeroportos para pousos, que os turistas terão que descer de para quedas, não haverá hotéis e as hospedagens serão nas marquises da lojas e embaixo das ponte,tomando as moradias dos sem tetos e consumidores de crack, os assaltos serão programados pelos bandidos com horas marcadas, as ruas ficarão passivas de arrastões assim como as praias, enfim uma montanha de boatos, provando quanto são nocivas essas pessoas que não cultivam o mínimo de brasilidade, pensando apenas em denegrir seu próprio povo e país, taxando-o como incompetente para sediar eventos de altas qualidades, no intuito único de ser do contra ou, para defender grupos políticos que, como aves de rapina, estão ávidos para voltarem a ocupar seus antigos cargos e governos!

É inimaginável, ver esses espalhadores de boatos maléficos, continuadamente repetindo e ampliando suas denuncias vazias cheias de malícias, torcendo estupidamente para que algumas coisas não darem certo e eles se vangloriarem dizendo idiotamente: ‘’ Está vendo! Eu bem que dizia!” Vejam você a que ponto chega a mediocridade e a falta de cidadania nessas pessoas que, com interesses podres ou incompetência, agem contra seu próprio país. No momento e deverá ser sempre assim, seja quais forem os partidos que estejam nos governos, de procurarmos ajudar de alguma forma, no sentido de ver o nosso Brasil crescer cada vez mais, oferecendo melhores condições de vida para o seu povo, sem que haja essa brutal disparidade na distribuição de rendas.

Para nosso alento, vários estádios já estão prontos, muitas obras expressivas com seus andamentos (alguns atrasos, mas, previsíveis em grandes projetos), demonstrando os brasileiros que realmente amam a sua pátria que, com toda certeza, haveremos de ser, mais uma vez, reconhecidos mundialmente pela nossa pujança e está acabando o tempo que ficávamos deitados em berço esplêndido!

*Escritor Membro da Academia Grapiúna de Letras – AGRAL antoniodaagral26@hotmail.com
 
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Sob o Grande Coreógrafo 
Roberto Pompeu de Toledo


            A semana passada teve como destaques no mundo o atentado de Boston e a tensão pós-eleitoral na Venezuela, mas o colunista confessa que tem um fraco pela Coreia do Norte, e lamenta haverem arrefecido as ameaças e os filmetes mostrando os preparativos de guerra naquele país. A diversão era garantida. No dia 30 de março o governo de Pyongyang declarou-se em estado de guerra contra o inimigo do sul, e ameaçou um ataque, inclusive nuclear, que "explodiria" as bases americanas no Pacífico e "reduziria a cinzas" as instalações governamentais da Coreia do Sul. O comunicado foi lido na televisão, em nome do presidente Kim Jong-un, por um apresentador de terno escuro e gravata cinza, que enfatizava com voz forte, em certos momentos quase aos gritos, a gravidade da situação. O fundo era de um azul igualmente escuro, de céu na iminência de tempestade, e acordes heroicos abriram e fecharam a transmissão.

            Uma primeira evidência, com base no que as transmissões de televisão (estatal, naturalmente) filtram do país, é que a Coreia do Norte não conhece o teleprompter. Eis um fato de cuja relevância os dirigentes não se dão conta. Os apresentadores, seja o homem de terno cinza, seja uma mulher que às vezes também lê os comunicados oficiais, têm sempre os olhos baixos, colados ao texto sobre a mesa. Na época em que havia duas Alemanhas, a comunista começou a ruir quando seus cidadãos, ao conseguirem captar a televisão do outro lado, se deram conta da diferença entre as transmissões coloridas, com variadas opções, existentes por lá, e a TV em preto e branco, monocórdia e oficial, que lhes atazanava a paciência de seu lado. Os líderes da Coreia do Norte inverteram suas prioridades; investiram na bomba atômica, em vez de no teleprompter. A experiência alemã indica que modernizar a televisão é instrumento mais útil para a sobrevivência de um regime do que armas nucleares.

            Aos comunicados, acrescentava-se a divulgação de filmetes com desfiles e exercícios militares. Os desfiles com soldados em passos rigorosamente sincronizados, a indicar que um Grande Coreógrafo, de par com o Grande Irmão, zela pelos norte-coreanos, já conhecemos de outras crises. Mais inovadores foram os exercícios, como um que mostrava os soldados, dois a dois, envolvidos numa luta de judô, ou parecida com judô. Presumia-se que o país se preparava para uma tática que combinava o ataque nuclear com luta corporal. Em outro filme, os soldados treinavam tiros de pistola. À bomba nuclear e à luta corporal, juntava-se o tiro de pistola no plano de combate. Os soldados também eram mostrados em exercícios de ginástica cujos movimentos sincronizados igualmente traíam o dedo do Grande Coreógrafo.

            A grande estrela dos filmetes era, claro, Kim Jong-un, o novel líder máximo, o terceiro da dinastia no poder. Baby Kim foi mostrado dando instruções aos generais (o menino sabe mandar!), perscrutando o horizonte de binóculo (o menino enxerga longe!), e até, ele também, testando a mão numa pistola (ele está pronto para lutar!). A insistência com que aquela quase criança, ainda com o mesmo ar cândido com que foi fotografado numa visita clandestina à Disneylândia de Tóquio, era mostrada em tão adultas e graves poses sugere que o menino, no meio dos generais, na verdade não manda, não enxerga além do próprio nariz, nem está pronto para lutar. Ele é apenas a peça de arremate, a figura central de que o Grande Coreógrafo necessita para fazer mover o conjunto da engrenagem.

            Tudo seria muito mais divertido se não se soubesse que o Grande Coreógrafo vai além de sincronizar movimentos exteriores. Ele atua igualmente na orquestração das emoções. Na Coreia do Norte multidões choram em conjunto, como se viu nos funerais de Kim Jong-ll, o pai de Baby Kim, e casais fazem visitas devocionais à estátua gigante de Kim ll-sung, o avô. São exteriorizações do controle das mentes. E o controle das mentes, como se sabe desde Orwell, caracteriza os regimes totalitários, distinguindo-os das simples ditaduras. Na Coreia do Norte, o totalitarismo, mais presente do que em qualquer outro regime atual, cumpre com eficiência sua função de infantilizar e dopar a população.

Revista Veja  edição 2318 de 24 de abril de 2013

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Escritor Rilvan Santana tem conto selecionado em Concurso Literário Internacional

 
O escritor Rilvan Batista de Santana,  membro fundador efetivo da Academia de Letras de Itabuna – ALITA onde ocupa a cadeira 09 que tem por patrono  o poeta itabunense Walker Luna inscreveu o conto O PESADELO  que por ter qualidade superior foi classificado como Hors Concours e fará parte da Edição do Livro “Os 7 pecados Capitais”  - Poesia, Conto e Crônicas - Edições AG.

Natural  de Lagarto/SE, Rilvan Santana veio para Itabuna ainda na primeira infância. Com muito esforço estudou e é  graduado em Filosofia/Matemática e pós graduado em Psicopedagogia. Foi professor do  IMEAM e diretor do Colégio Estadual de Itabuna – CEI.

Tem vários trabalhos publicados  em antologias  e é autor de nove livros de ficção: “O Juiz”, “Hanna”, “Retalhos da Vida”, “O Enviado”, “O DNA de Emanuel”, “Atir”, “Maria Madalena”,  O Empresário” e “A Face Obscura do Homem”.

           Rilvan é  administrador do SABER LITERÁRIO  http://www.saber literario.blogspot.com/  blog voltado para Arte e Cultura, um dos  mais acessados da região Grapiúna.

Sensível  e ousado, seus escritos (romances, contos, artigos, crônicas, cartas, etc.) proporcionam momentos de encanto, vibração e divertimento. Sempre levando o leitor a uma reflexão.

 

 

De: Arnaldo Giraldo <agiraldo@uol.com.br>
Para:
rilvan.santana@yahoo.com.br
Enviadas: Terça-feira, 14 de Maio de 2013 10:33
Assunto: 38 Concurso Literário Internacional- Seleção de Contos


Caros autores participantes da Seleção de Contos para a realização da Edição do livro "Os 7 pecados capitais".
Os resultados de Contos e Poesia já se encontram no site
http://www.giraldo.org (primeiro bloco do centro, parte de baixo).

No segundo bloco há a Proposta de Edição.
No site também já se encontra a capa prevista (Adaptada da pintura do século XV de Hieronymus Bosch - "Os sete pecados capitais", atualmente no Museu do Prado-Madrid)

Informações e dúvidas: e-mail:
agiraldo@uol.com.br

Arnaldo

 

 
(Veja trecho do conto “O Pesadelo”)
 
 
... “Fazia tempo que Marcos pouco dormia ou nada dormia desde que Dr. G. lhe comunicara o diagnóstico dos exames. Não entendia os desígnios de Deus, sempre lhe tinha sido amigo e fiel, procurou-Lhe no amor e não na dor. Agora, estava perdido, decerto, Deus lhe abandonara.
 
Não tinha medo da morte, mas se assustava com o sofrimento da doença, com sua nocividade, com sua maneira silenciosa e vil como que mina o ânimo e o corpo com os seus tentáculos de caranguejo, deixando o sujeito sem autoestima, desnorteado, igual ao lutador de boxe que toma de cheio um soco na fronte e não deseja beijar a lona, mas lhe escurecem as cordas e os cantos do ringue...
 
Dr. G. cuspia palavras de fogo: “Não existe operação, o seu câncer é sistêmico, você vai se estrebuchar em sangue nesta cama”. Marcos com respiração sôfrega não compreendia: “Hein... hein... hein!?”, Dr. G. mais enfurecido gritava: “Tu vais morrer se desmanchando em sangue!!!”, o mundo caía-lhe sobre a cabeça.”...
 
Rilvan Batista de Santana
 


 
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21.mai.2013 - Fotografia divulgada pela Guarda Nacional de Oklahoma mostra equipes de resgate procurando por vítimas nos escombros de escola no bairro de Moore, em Oklahoma City, que foi destruída por um tornado que atingiu a cidade no domingo (19). Ao menos 91 pessoas, 20 delas crianças, morreram em consequência da passagem de tornados pelo centro-sul dos Estados Unidos desde então Oklahoma National Guard /EFE

Sobe para 91 o número de mortos em passagem de tornado por Oklahoma
Do UOL, em São Paulo
 21/05/2013
 
Aumentou para 91 o número de pessoas mortas após a passagem de um tornado com ventos de até 320 km/h na região de Oklahoma City (EUA), informou na madrugada desta terça-feira (21) o escritório legista do Estado de Oklahoma.
Entre os mortos, 20 são crianças, confirmou mais cedo o porta-voz do escritório, Amy Elliott.
Pelo menos sete das crianças mortas eram alunas da escola primária Plaza Towers, uma das unidades de ensino mais destruídas pelo tornado. De acordo com Elliott, a maioria das crianças mortas tinha menos de 12 anos.
Pais angustiados, mantidos afastados pelas equipes de emergência, estavam reunidos perto dos escombros da escola. O tornado letal também afetou a escola primária Briarwood.
Além das vítimas, fontes hospitalares e autoridades locais confirmaram 145 feridos, dos quais 70 são crianças.
Entre os edifícios afetados pelo tornado há também um cinema e um hospital. O centro médico de Moore foi evacuado, e todos os pacientes levados para outros hospitais. Abrigos de emergência foram criados em Oklahoma City, em especial nas igrejas.
"Sabemos que há um grande número de feridos e que perdemos muitas infraestruturas nesta comunidade e em todo o Estado", disse a governadora de Oklahoma, Mary Fallin, sobre o tornado, que afetou principalmente a cidade de Moore, de 55 mil habitantes.
Sobrevoando a área de helicóptero, a TV KFOR capturou cenas de destruição na cidade, com carros empilhados, casas destelhadas e pessoas caminhando entre os escombros.
"Há muitas medidas de segurança, tubulações de gás, cabos de energia elétrica que devemos revisar, mas não podemos fazer muito no momento", explicou o chefe de polícia Jerry Sillings, em uma referência às dificuldades das equipes de emergência de trabalhar no escuro.
O tornado
Com mais de três quilômetros de diâmetro, o tornado afetou principalmente o subúrbio sul de Oklahoma City, destruindo centenas de casas e edifícios em sua passagem. Durante 40 minutos, ele percorreu aproximadamente 32 quilômetros entre os distritos de Newcastle e Moore.
 
O presidente americano, Barack Obama, declarou estado de desastre na região, o que abre caminho para a ajuda federal às áreas devastadas nos condados de Cleveland, Lincoln, McClain, Oklahoma e Pottawatomie, informou a Casa Branca em um comunicado.
O prefeito de Oklahoma City, Mick Cornett, disse que o Estado e a Guarda Nacional participarão no resgate.
O Centro de Prognóstico de Tempestades da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês) assinalou que o tornado atingiu a categoria EF4, a segunda mais alta, com ventos entre 260 e 320 km/h.
O fenômeno natural foi registrado no auge da temporada de furacões, e há previsão de mais tempestades.
A última vez que um fenômeno dessa proporção atingiu Moore foi no ano de 1999, quando destruiu parte da cidade e causou a morte de 41 pessoas.
(Com AP, AFP, Reuters e Efe)
 
 
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Autor: Rilvan Batista de Santana

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R. Santana Editoras: Scortecci (SP), Guemanisse Teresópolis (RJ) e ALL PRINT (SP).

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