Divisão por causa de Jesus
Lc 12, 49-53
 
Jesus continuou: 
- Eu vim para pôr fogo na terra e como eu gostaria que ele já estivesse aceso! Tenho de receber um batismo e como estou aflito até que isso aconteça! Vocês pensam que eu vim trazer paz ao mundo? Pois eu afirmo a vocês que não vim trazer paz, mas divisão. Porque daqui em diante uma família de cinco pessoas ficará dividida: três contra duas e duas contra três. Os pais vão ficar contra os filhos, e os filhos, contra os pais. As mães vão ficar contra as filhas, e as filhas, contra as mães. As sogras vão ficar contra as noras, e as noras, contra as sogras.
 
Comentário do Evangelho
A paz inquieta
 
João Batista, ao batizar Jesus, já anunciara que o próprio Jesus batizaria no Espírito Santo e no fogo. É o fogo do amor, que Jesus deseja ver aceso na terra. O batismo, que exprime a entrada no Reino pela prática da justiça, atinge sua plenitude em Jesus, com sua vida de amor, até a morte na cruz, armada pelos poderosos deste mundo. Porém, o amor é mais forte do que a morte, e a vida cheia de amor é eterna. 
Aparentemente, causa surpresa a afirmação sobre as divisões na família. Antes, Jesus, ao enviar seus discípulos em missão, incumbiu-os de levar a paz às casas que o recebessem. No evangelho de João, Jesus afirma: "Deixo-lhes a paz, a minha paz lhes dou, não como o mundo dá". A paz do mundo é a paz do império, seja romano ou estadunidense, com sua coalizão. Faz-se as guerras de conquista, e sobre os escombros da guerra decreta-se a paz da submissão ao império. É a falsa paz de uma sociedade individualista, excludente, ambiciosa do dinheiro e prenhe de violência. A própria família está sob a influência desta ideologia, muitas vezes resistindo à mensagem de Jesus. A ruptura com valores tradicionais de sucesso e enriquecimento neste mundo, pela opção à prática do serviço e do amor, gera conflitos e divisão.
 
Oração



Pai, que o batismo de Jesus, por sua morte de cruz, purifique-me de todo pecado e de toda maldade, como um fogo ardente, abrindo o meu coração totalmente para ti. 

Fonte:www.paulinas.org.br  

Os patos de Rui Barbosa


Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe: 
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada. 

E o ladrão, confuso, diz:
"- Dotô, eu levo ou deixo os pato?" 
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Parece piada, não acha?
Cortesia:
Eme Carmo

DITADOS POPULARES EM LINGUAGEM JURÍDICA 

A fêmea ruminante deslocou-se para terreno sáfaro e alagadiço. 
(A vaca foi para o brejo) 

Desejo veementemente que V.Sa. receba contribuições inusitadas em vossa cavidade retal. 
(Vá tomar no cu) 

Desejo veementemente que V.Sa. performe fornicação na imagem de sua própria pessoa. 
(Vá se fuder) 

Creio que V.Sa. apresenta comportamento galhofeiro perante a situação aqui exposta. 
(Você tá de sacanagem) 

Prosopopeia flácida para acalentar bovinos. 
(Conversa mole pra boi dormir ) 

Romper a face.  
(Quebrar a cara) 

Creditar um primata. 
(Pagar um mico) 

Inflar o volume da bolsa escrotal. 
(Encher o saco) 

Impulsionar a extremidade do membro inferior contra a região glútea de outrem. 
(Dar um pé na bunda) 

Derrubar, com a extremidade do membro inferior, o suporte sustentáculo  de uma das unidades de acampamento.  
(Chutar o pau da barraca) 

Deglutir um batráquio... 
(Engolir um sapo) 

Colocar o prolongamento caudal em meio aos membros inferiores. 
(Meter o rabo entre as pernas) 

Derrubar com intenções mortais. 
(Cair matando) 

Eximir de qualquer tipo de sorte.  
(Azarar) 

Aplicar a contravenção do Senhor João, este deficiente físico desprovido de um dos membros superiores. 
(Dar uma de João sem braço)  

Sequer considerar a utilização de um longo pedaço de madeira. 
(Nem a pau) 

Sequer considerando a possibilidade da fêmea bovina expirar fortes contrações laringo-bucais.  
(Nem que a vaca tussa) 

Sequer considerando a prática de conúbio carnal. 
(Nem fudendo)  

Derramar água pelo chão através do tombamento violento e premeditado  de seu recipiente. 
(Chutar o balde) 

O orifício circular conjugado, localizado na parte ínfero-lombar da região glútea de um individuo em avançado estado etílico, deixa de estar em  consonância com os ditames referentes ao direito individual de  propriedade.  
(CU DE BÊBADO NÃO TEM DONO)



Recebi sem indicação da AUTORIA.


O destino é o que baralha as cartas, mas nós somos os que jogamos./William Shakespeare

AÉCIO TEM 53,2% E DILMA 46,8%, DIZ PESQUISA DE JORNAL DO GRUPO RECORD

Segundo pesquisa do Instituto Veritá divulgada ontem o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, teria 53,2% dos votos válidos no segundo turno, enquanto  Dilma Rousseff, do PT, aparece com 46,8%. O Instituto Veritá  foi contratado pelo jornal Hoje em Dia de Minas Gerais para fazer a pesquisa. O jornal é igado ao grupo Record. Os números são o inverso dos apresentado pelo Instituto DataFolha. Os percentuais consideram apenas os votos válidos. A pesquisa ouviu quase o dobro dos eleitores ouvidos pelo DataFolha e tem 95% de confiança. Se for considerada a votação total, com brancos e nulos, Aécio tem 47% das intenções. Dilma aparece com 41,4%. Os indecisos somam 7,8% e outros 3,7% votariam em branco ou nulo. A margem de erro da pesquisa é de 1,4 ponto percentual para mais ou para menos. O levantamento do Instituto Veritá foi realizado entre os dias 17 de outubro e 20 de outubro. Foram ouvidos 7.700 eleitores em 213 cidades de todos os Estados brasileiros. Ainda segundo essa pesquisa, o índice de rejeição da presidenta Dilma é maior que o de Aécio. O levantamento apontou que 46,1% dos eleitores não votariam na petista de jeito nenhum, enquanto 39,1% afirmam o mesmo sobre o tucano. 

Fonte: Blog do Val Cabral


Desejo mórbido de imortalidade
R. Santana
O homem é o único animal que tem consciência da morte. Os animais irracionais não sabem que vão morrer, não sabem que são efêmeros, não sabem o que é vida eterna, seu comportamento é instintivo, é animal. Mas, o homem é um ser pensante, não age somente por instinto, diferente do animal irracional, o homem sabe usar a percepção, a emoção e a cognição, tem consciência que é limitado, sabe que vai morrer e a imortalidade da alma continua um mistério.
            O homem se angustia sempre desde que não encontra resposta para sua existência. O homem não conhece seu eu, de onde veio e para onde vai, Sócrates sugere como principal conhecimento: “Conhece-te a ti mesmo”. Se o homem se conhecesse, se ele tivesse uma explicação lógica e não religiosa da finalidade de sua existência, talvez, sua vida tivesse mais significado, sua ansiedade fosse menor. O futuro do homem além- túmulo é uma especulação secular ainda sem resposta. 
            A religião não é “o ópio do povo”, não deixa o homem entorpecido, também, “não é freio social”, todavia, a fé em Deus é necessária para conter os instintos primitivos do homem e torná-lo um animal político. Se o homem perdesse de vez a esperança de vida eterna, o seu lado ruim, corruptível e inescrupuloso, iria prevalecer mais nas relações humanas e sociais. Se não fosse a religião, os instrumentos do estado de censura, prevenção, repressão e jurídico seriam de somenos importância. O homem tem medo íntimo de perder o seu encontro com Deus, sua promessa de vida eterna, portanto, lhe é de somenos importância, as punições humanas e a morte.
            O homem sempre alimentou o desejo mórbido de imortalidade, mas a imortalidade é uma hipótese e não um fato, por isto, suas angustias e seus conflitos existenciais permanentes. Porém, a criatura é semelhante e não igual ao Criador em inteligência e criatividade. Cônscio de que não pode vencer a morte e desconhece seu destino além-túmulo, ele inventa e produz tudo que lhe possa eternizar na ciência, na filosofia, na literatura, na arte e na música. A História é pródiga em exemplos, desde o homem primitivo que pintava e esculpia em paineis de pedras naturais sua realidade até os dias de hoje.
            Os nabucodonosores, os faraós, os césares, as cleópatras foram reis personalistas e megalomaníacos por excelência, as pirâmides de Queops, de Quefrem e Miquerinos, os jardins suspensos da Babilônia, os mausoleus suntuosos, as “bibliotecas” e a fundação de cidades dentre outros exemplos, foram artifícios usados pelos governantes para imortalizá-los.
            As escavações arqueológicas encontraram no Oriente, no Ocidente, nas Américas, aliás, em todas as partes do mundo, objetos personalizados, estruturas de poder daquela época, culturas enterradas, cujo objetivo era gravar o poder do governante de plantão ou restos de civilização. Quem leu “Eram os Deuses Astronautas?”, tem uma ideia de quanto o homem e os deuses fizeram para deixar sua impressão, sua marca, ao longo dos tempos. Hoje, essa herança cultural e a memória dos antepassados permanecem, praticamente, preservadas.
            O homem coloca suas ideias no papel, modifica as existentes, inventa, produz, sistematiza, preocupado em contribuir para sua civilização, diminuir seus males, entretanto, é movido pela crença que seus feitos sejam lembrados pelas posteridades futuras.  Conta-se que Euclides da Cunha tinha medo de ser esquecido depois de sua morte, mesmo com a crítica especializada positiva de seu poema em prosa, no início do nosso regime republicano: “Os Sertões”. A Guerra de Canudos, uma epopeia da terra, do homem e da luta, na cidadezinha de Canudos, hoje, Euclides da Cunha, no recôndito do Nordeste.
            Porém, a população cresceu (7 bilhões de habitantes no planeta), os meios de informação ainda mais, atualmente é possível registrar um fato do outro lado do mundo com imagem e voz em tempo real. São pouquíssimas as atividades científicas, literárias e artísticas solitárias, tudo é feito a quatro mãos. Se alguém se propõe escrever uma novela ou adaptar texto já feito para grande mídia, por exemplo, não o faz sozinho, atrás de si existe uma equipe que lhe dá suporte técnico e lhe subsidia com informações específicas. O mesmo ocorre com os grandes inventos, não são mais produzidos individualmente, mas em grandes laboratórios com sofisticada tecnologia. 
            A quantidade de produção em qualquer atividade humana é de somenos importância, importa o valor artístico, literário e científico da obra. Uma obra se pereniza se tiver originalidade, oportunidade histórica, aprovação social ou científica. Não obstante Castro Alves ter sido um gênio, se ele não tivesse tido a coragem de cantar a libertação dos escravos em seus versos e não tivesse desafiado o status quo daquela época, hoje, estaria entre os poetas menores e esquecidos para sempre.
            Os livros, nas várias modalidades, sempre contribuíram para preservar a memória do homem, desde o início dos tempos, porém num processo seletivo darwiniano, sobraram poucos livros de lá pra cá: poucos livros da cultura grega, poucos livros da cultura romana, os livros da Bíblia de cultura judaica, outros da cultura oriental, alguns livros de cultura alemã, britânica e francesa e os cinco séculos mais recentes da cultura americana. Persistiram por muito tempo, as enciclopédias, francesas e britânicas, livros como fonte de pesquisa, hoje, o papel do Google.
            Com o mundo informatizado contemporâneo, de informação rápida e atual, a enxurrada de livros eletrônicos, em que n livros podem ser armazenados num chip e uma biblioteca armazenada num sistema, poucos livros sobreviverão por muito tempo, o destino da maioria é o lixo eletrônico, portanto, mais difícil para o homem comum concretizar o seu desejo mórbido de imortalidade.
            Por isso, surgiram aqui, acolá e alhures, as fundações e as academias de letras, de artes e de ciências, com o objetivo de armazenar todas as produções dos notáveis de uma região, de uma cidade, de um estado e do país. Porém, nem sempre o critério de admissão numa academia é justo, ultimamente, o jornalista Merval Pereira do sistema Globo, homem de um só livro e várias reportagens, desbancou injustamente, Antônio Torres, escritor baiano, com obra literária extensa, livros traduzidos em vários países do mundo, para Academia Brasileira de Letras – ABL.
Quem já leu “Farda, fardão e camisola de dormir” do nosso amado Jorge, irá ver que as academias nem sempre são ambientes lúdicos e de paz, os golpes rasteiros, as futricas, o sectarismo político, os egos inflados e os apadrinhamentos permeiam suas atividades dia a dia, nem sempre os melhores e mais honestos intelectuais se sobressaem nesse mar de vaidades e interesses espúrios.
Para ser imortal “não basta morrer”, é necessário que sua obra encontre eco na comunidade local, comunidade regional e comunidade mundial. As insígnias, as láureas e as comendas “internacionais”, adquiridas por critérios Deus sabe como, jamais imortalizarão obras sem mensagem original, sem significado social, sem proposta de mudança, medíocres, vômitos de outros autores, servirão, no máximo, para enfeitar o peito do incauto homem de ciência, de letra ou de arte.
Enfim, sei que seremos imortalizados, não pelo homem vaidoso, rasteiro, individual escorregadio e efêmero, seremos imortalizados pela promessa de vida eterna de Jesus Cristo, Ele que é solidário na dor, no sofrimento, sem distinção econômica, social, raça ou  credo, mas agrega todos como seus filhos eternos com qualidades e defeitos humanos.

Autor: Rilvan Batista de Santana

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Os legados de Norberto Bobbio

Miguel Reale
Quando, em 1983, Norberto Bobbio veio ao Brasil, a convite da Universidade de Brasília, coube-me a honra de saudá-lo em nome dos pensadores brasileiros. Lembrei, de início, que tivera a iniciativa, na década de 1960, de tornar mais conhecido seu pensamento entre nós graças à inclusão, na Coleção Direito e Cultura, por mim dirigida na Editora Saraiva, de bem escrita monografia de autoria do padre Astério de Campos sobre suas teorias.
Desde então fiquei cada vez mais convencido de que Bobbio nunca se preocupou com a qualificação de sua própria posição filosófica, preferindo o papel de maior esclarecedor e mentor das idéias jurídicas e políticas fundamentais, visando sempre ao aprimoramento da democracia.
Assim sendo, declarei não considerá-lo um neopositivista, como geralmente se fazia, mas sim um filósofo que timbrava em extrair o suco essencial das doutrinas, sem se filiar a nenhuma delas.
Na resposta por ele dada e que muito me sensibilizou, concordou o mestre itálico com a minha observação, chegando a se considerar menos um filósofo do que um teórico da ciência, sem ter tido jamais a pretensão de "formular concepções gerais da realidade" (cfr. Carlos Henrique Cardim, organizador - Bobbio no Brasil - Ed. Universidade de Brasília, 2001, página 31).
Talvez terá sido a sua maior contribuição à história da cultura a sua constante preocupação no sentido de revelar o essencial das doutrinas fundamentais. Ninguém, a meu ver, soube penetrar tão profundamente na essência do pensamento filosófico-jurídico de Kant, sem se tornar kantista, ou de Hegel ou Marx sem ser hegeliano ou marxista.
Preferia ser, como então asseverou, um homem do Renascimento, "um anão sobre os ombros dos gigantes", podendo, assim, ver mais ou melhor do que eles, a cuja existência devemos ser eternamente gratos. Essa é uma das atitudes mais complexas e difíceis, constituindo a opção pelo amor da idéia como idéia, tão-somente em função dos valores supremos do processo cultural, para o progresso impessoal da ciência.
Uma das obras mais aliciantes de Benedetto Croce é O que Está Vivo e o que Está Morto na Filosofia de Hegel, na qual é apresentado o que há de profundo e perene no idealismo hegeliano, sem necessidade de se tornar adepto dessa corrente de pensamento. Pode-se dizer que Bobbio aplicou essa diretriz em relação aos fundadores da ciência jurídico-política atual, dispensando especial atenção às condições peculiares de cada momento histórico.
Na realidade, ele foi além da mera apreciação doutrinária dos livros e monografias dos autores, porquanto aplicou os mesmos critérios relativistas no exame da época em que eles atuaram, daí resultando um historicismo aberto às inovações imprevisíveis da sociedade e da ciência, livre dos obstáculos e impedimentos apontados por Karl Popper em sua conhecida crítica do historicismo O que mais me seduz na obra de Bobbio é a sua crítica histórica, a sua capacidade de captar o que há de mais significativo e fecundo nas produções filosóficas e científicas, sempre em íntima e concreta correlação com as necessidades individuais e coletivas.
Ele, por exemplo, soube ver, em Hobbes, mais do que um teórico do Leviathan, do Estado autoritário (como via de regra se fazia), para nos revelar um pensador empenhado em demonstrar a positividade essencial do poder, motivo pelo qual tanto o direito como a política não podem deixar de ser estudados como ciências positivas. Nesse sentido, lembrava ele o ensinamento hobbesiano de que "auctoritas, non sapientia, facit leges" (a autoridade, não a sabedoria, faz as leis). Era, em suma, toda uma nova visão de Hobbes que se descortinava graças à sua aguda interpretação.
Nessa ordem de idéias, em seu pronunciamento em Brasília, Bobbio confessava que se considerava "positivista no sentido jurídico, e não no sentido filosófico", acrescentando que o neopositivismo foi para ele uma experiência útil, visto parecer-lhe que os instrumentos lingüísticos que ele fornece à análise do direito são da maior relevância para a hermenêutica jurídica.
O mesmo equilíbrio se nota no concernente à "Teoria Pura do Direito" de Hans Kelsen, cuja contribuição maior seria constituída pela demonstração de que no direito o essencial é a sua dimensão normativa, parecendo-lhe secundário o fato de ser esta apresentada de maneira formalista, sob a influência de Kant. O importante no kelsenismo, no seu entender, é a visão do ordenamento jurídico como um escalonamento normativo, válido de per si e não como criação do poder estatal.
No que se refere à "teoria tridimensional do direito" - cujos pressupostos me pareciam presentes em seu pensamento -, Bobbio declarou ter-se aproximado de minha posição, pela seguinte razão. "Teoria tridimensional quer dizer exatamente que o mundo do direito tem de ser visto sob três pontos de vista inseparáveis: o ponto de vista dos valores, o ponto de vista das normas e o ponto de vista dos fatos. Daí surge a filosofia do direito propriamente dita, ou seja, a filosofia dos valores jurídicos, a teoria geral do direito que se ocupa do ordenamento jurídico, e a sociologia do direito que se ocupa do direito como fato. Creio que, se se quiser ter uma visão completa da experiência jurídica, será necessário ter em vista esses três pontos de vista. A diferença está em que jamais teorizei essas três dimensões do direito, embora as tenha aplicado, sem nunca ter elaborado uma teoria a respeito delas" (obra citada, página 30).
Com esses três exemplos, penso ter demonstrado que o que caracteriza a crítica histórica de Norberto Bobbio é a constante procura dos elementos essenciais, evitando generalidades que possam suscitar dúvidas.
Por outro lado, esse empenho pelo essencial nunca implicou a aceitação de qualquer reducionismo, perdendo-se o pesquisador na busca de um único elemento para explicar experiências complexas como as do direito e da democracia.
Nesse sentido, poder-se-á talvez afirmar que, em sua longa vida criadora, nenhuma aspiração terá sido maior do que a persistente indagação de Bobbio quanto à essência da democracia, que uns fundam na liberdade, enquanto outros invocam a igualdade.
Para ele, e é um dos mais relevantes legados de seu fecundo magistério, liberdade e igualdade são valores necessariamente complementares, o que o fez - a exemplo do que já o fizera Carlos Rosselli, na longínqua década de 1930 - optar pelo "socialismo liberal", após várias experiências, intensamente vividas, como a do marxismo e da social-democracia. Liberalismo e socialismo, a seu ver, não são idéias ou ideais contrapostos, mas que devem, ao contrário, se conciliar entre si, na medida em que o permitam as variáveis situações históricas de cada povo.
Essa conclusão não o impedia de considerar-se um "homem de esquerda", posição que, a seu ver, se justificará até e enquanto houver tantas desigualdades e exclusões sociais como as que ainda existem. No meu entendimento, todavia, se liberalismo e socialismo convergem no sentido de uma solução conciliadora, tanto o "socialismo liberal" como o "liberalismo social", de minha preferência, apontam para o centro superador do conflito das ideologias. É essa a conclusão a que chego em meu livro O Estado Democrático de Direito e o Conflito das Ideologias (Saraiva, 2ª edição, 1999).


O Estado de São Paulo (São Paulo) 31/01/2004

Terceiro boletim do DataNunes desmente o Datafolha, prova que ‘empate técnico’ quer dizer ‘em
cima do muro’ e constata que Aécio continua 10 pontos acima de Dilma 20/10/2014

Até recentemente, o Brasil esquecia a cada 15 anos o que havia acontecido nos 15 anos anteriores. O intervalo entre os surtos de amnésia foi dramaticamente reduzido. No caso das pesquisas eleitorais, por exemplo, o país agora esquece a cada 15 dias o que aconteceu faz 15 dias. O afundamento do Datafolha e do Ibope consumado em 5 de outubro mal completou duas semanas. Mas parece mais antigo que o naufrágio do Titanic, informa a credulidade de incontáveis nativos reapresentados a levantamentos estatísticos que prenunciam a reprise do desastre.
A pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta segunda-feira é apenas outro chute de longa distância que vai mandar a bola às nuvens ou fazê-la roçar o pau de escanteio. Na sopa de algarismos servida pelo instituto na semana passada, Aécio Neves tinha 51% dos votos válidos e Dilma Rousseff, 49%. Nesta tarde, ela apareceu com 52% e ele com 48%. Quer dizer que a candidata à reeleição ultrapassou o adversário tucano e lidera a corrida?
Não necessariamente, previne a margem de erro de 2% (para cima ou para baixo). O que há é um “empate técnico”, expressão que quer dizer “em cima do muro”. Tanto ela quanto ele podem ganhar, descobriram os videntes de acampamento cigano. Em números absolutos, Dilma teria subido em quatro dias 4 milhões de votos. (Ou 2 milhões, murmura a margem de erro para baixo; ou 6 milhões, grita a margem de erro para cima).
Sejam quais forem as reais dimensões da multidão, é gente que não acaba mais. De onde teria saído? Das grutas dos indecisos ou dos porões que abrigam os que pretendem votar em branco é que não foi: segundo o mesmo Datafolha, esse mundaréu de eleitores não aumentou nem encolheu. Teriam legiões de aecistas resolvido mudar de lado? Pode ser que sim, avisa a margem de erro para cima. Pode ser que não, replica a margem de erro para baixo.
A coisa fica mais confusa quando se fecha a lente sobre as cinco regiões em que se divide o mapa nacional. Os dois institutos enxergam Aécio com vantagem considerável no Sul, no Sudeste e no Centro-Oeste. Dilma reina no Nordeste e vence no Norte. Seria esse patrimônio eleitoral suficientemente encorpado para impor-se ao restante do Brasil? Não, adverte a recontagem dos índices e eleitores de cada região. (“Nem que a vaca tussa”, diria a presidente cujo vocabulário anda tão refinado quanto o andar de John Wayne ao fim de um dia de filmagem especialmente exaustivo).
Os horizontes se turvam de vez com a contemplação isolada das unidades da federação. Sempre segundo as usinas de índices contraditórios, Aécio já superou Dilma no Rio Grande do Sul, equilibrou a disputa no Rio, assumiu a liderança em Minas Gerais, cresceu extraordinariamente em Pernambuco. Subiu em praticamente todos os Estados. Mas a soma dos levantamentos estaduais avisa que foi Dilma quem cresceu mais. As alquimias dos ibopes da vida, decididamente, não são acessíveis a cérebros normais.
Para acabar com a lengalenga, e botar ordem no bordel das porcentagens, o DataNunes acaba de divulgar o terceiro boletim sobre o segundo turno. Como se sabe, é o único instituto que, em vez de pesquisas, faz constatações, com margem de erro abaixo de zero e índice de confiança acima de 100%. Como o crescimento de Dilma no Nordeste foi neutralizado pelo avanço de Aécio nas demais regiões, os índices não mudaram: com 55%, o senador do PSDB continua 10 pontos percentuais à frente de Dilma, estacionada em 45%.
A troca de acusações intensificada nos últimos dias nada mudou. Os simpatizantes do PT não ficaram chocados com as agressões verbais de Dilma, nem estranharam o vocabulário de cabaré vagabundo usado por Lula. Sempre foi assim. Os partidários de Aécio, exaustos do bom-mocismo que contribuiu para a derrota de Serra em 2002 e 2010 e para o insucesso de Geraldo Alckmin em 2006, aplaudiram o desempenho do líder oposicionista.
Graças à altivez e à bravura de Aécio, pela primeira vez os vilões do faroeste não conseguiram roubar até a estrela do xerife. Pior: desafiados publicamente, os campeões da insolência piscaram primeiro. No debate da Record, Dilma escancarou já na entrada do saloon a decisão de fugir do tiroteio verbal que esquentou o confronto no SBT. Compreensivelmente, Aécio resolveu levar a mão ao coldre com menos frequência. Mas os fatos e a sensatez recomendam que se mantenha na ofensiva.
Foi depois do debate na Globo, o último promovido no primeiro turno, que um Aécio Neves exemplarmente combativo assumiu de vez o papel de porta-voz dos muitos milhões de indignados. A tática do coitadismo, adotada por Dilma por ordem de Lula, é mais uma prova de que a seita lulopetista está com medo. Teme que o adversário utilize toda a munição de que dispõe e faça com Dilma o que Dilma fez com Marina Silva. O clube dos cafajestes sonha com um líder oposicionista desarmado.
Sobretudo por isso, Aécio Neves tem o dever de manter engatilhado o trabuco retórico. Ele representa hoje o Brasil que resiste há 12 anos a um bando para o qual os fins justificam os meios. No domingo, o país não vai simplesmente optar entre um homem e uma mulher. A nação escolherá entre a decência e o crime, a honradez e a corrupção, o Estado de Direito e o autoritarismo bolivariano, os democratas e os liberticidas, a luz e a treva, a modernidade e a velharia.
Mais que o segundo turno da eleição presidencial, vem aí um plebiscito: o PT continua ou para? Segue colecionando delinquências impunes ou cai fora? A primeira alternativa mantém o país enfurnado na trilha do atraso. A segunda pavimenta a estrada que leva para longe do primitivismo e conduz ao mundo civilizado.

Fonte: Itabuna Centenária


Segundo Turno: o que quer o Brasil?


Leo Daniele
Votar é manifestar a própria vontade, e para isso importa saber o que se quer. Este é um princípio geral, nobre e óbvio.
Ora, nas presentes eleições, muitas vezes o cidadão é tratado como uma criança, que nada sabe distinguir, e que diante de um panorama confuso, ou não toma nenhuma posição, ou recebe passivamente a descrição do candidato como se recebe um produto proposto por um marqueteiro.
Com uma diferença: se o produto é analisado com atenção porque em caso de erro vai pesar no próprio bolso, no caso do votante isso vai acontecer provavelmente só depois…
Para se saber o que se quer, cumpre utilizar o trinômio clássico: ver, julgar, agirVer com objetividade, sem otimismos nem pessimismos; julgar com critérios fundados (logo adiante darei uma sugestão); e agir, ou seja, voto livre, consciente e patriótico.
No item relativo ao julgar, passo a palavra ao Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, que divulgou recentemente excelente manifesto. Nele estão fixadas as seguintes ideias:
“A defesa da vida humana inocente desde a fecundação até a morte natural, isto é, o rechaço à legalização do aborto, da eutanásia, e das drogas;
  • Defesa da família como Deus a fez: um homem e uma mulher;
  • A não intromissão do Estado no direito dos pais à educação dos filhos;
  • Proteção às propriedades rurais e urbanas, alvo crescente de invasões;
  • Amparo ao agronegócio, esteio de nossa economia;
  • Rejeição à sovietização do Brasil através de “conselhos populares” e “movimentos sociais”.
Sem a adoção desses itens, o manifesto prevê que “o Brasil real e profundo viverá à margem do mundo oficial, sem se sentir representado”.
É triste, mas previsível. Estamos vendo e vivendo isto.
Que Nossa Senhora Aparecida, Rainha e Padroeira do Brasil, tome conta do que é seu e nos proteja, é o que desejamos.

Fonte: abim.inf

Dicas para acabar com essas danadas em casa....




  • Vale destacar que as formigas se escondem em lugares, por exemplo, onde caiu massinha do azulejo, caiu o rejunte… São nesses buracos que elas entram e fazem seus ninhos.
  • Para resolver o problema, em primeiro lugar, é necessário descobrir onde as formigas estão escondidas.
  • Para buscar “o caminho” delas, você pode colocar uma isca qualquer em uma tampinha de garrafa. Por exemplo, um pouquinho de mel, água açucarada, ou seja, qualquer alimento que atraia essas formigas.
  • Para chegar até a isca em questão, as formigas farão um caminho, indicando claramente o local de onde estão saindo. Uma vez sabendo isso, fica muito mais fácil fazer o controle.
  • Para fazer o controle propriamente dito, Lucia sugere colocar uma mistura de detergente e água em partes iguais dentro de uma seringa, injetando, em seguida, o líquido dentro do buraco onde estão as formigas. “Com certeza lá estão as crias e as rainhas – já que essas formigas doceiras possuem muitas rainhas; em contraposição às saúvas,que possuem uma única rainha que cuida de todo o formigueiro”, diz.
  • Fazendo isso, você inundará o buraco onde as formigas estão fazendo o ninho, e elas morrerão.
  • Porém, outras formigas poderão volta àquele buraco posteriormente, caso ele não seja definitivamente fechado. “Após a injeção da solução, os furinhos e as cavidades devem ser todos fechados com massa, silicone ou sabão em pasta”, destaca Lucia.
  • Se desejar, para tapar esse buraco, você pode fazer seu próprio vedante. Para isso, misturará um pouco de cimento branco e pó usado para pregar o azulejo na parede com um pouquinho de água. Com essa “papinha”, poderá fechar aquele buraco e, eventualmente, outros que achar pela casa.


As formigas estão saindo de uma tomada elétrica?
Nesse caso, você não poderá usar nada líquido. “Quando os ninhos estão dentro de tomadas, o que se deve fazer é jogar dentro delas um pouco de talco que vai repelir as formigas”, explica Lucia.
Isso ocorre porque, o talco – que é um pó muito fininho – “fecha” os “buraquinhos” laterais do corpo das formigas, por onde elas respiram, fazendo, consequentemente, com que elas morram.
Por fim, vale citar ainda o caso das formigas chamadas carpinteiras – que são aquelas que saem só à noite. Para resolver o problema com esse tipo de formiga, é necessário usar vinagre (branco comum).
Dica: spray com vinagre para evitar o aparecimento de formigas
O vinagre, aliás, é um produto que a maioria das pessoas tem em casa e que pode ser utilizado no sentido de evitar o aparecimento de formigas em lugares indesejados. Isso porque as formigas não gostam de vinagre (nem de limão).
Então, acabou de lavar a louça?! A pia está limpa?! Espirre um pouco de vinagre no local. Para isso, deixe à sua disposição uma mistura com um pouco de vinagre branco e água dentro de um borrifador.

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O destino é o que baralha as cartas, mas nós somos os que jogamos./William Shakespeare

                                                                                                                                                                  CARTOGRAFIA DE DIREITOS HUMANOS DE SÃO PAULO RESGATA HISTÓRICO DA CIDADE
Plataforma digital que mapeia a cidade tem lançamento em 4 de novembro, seguido de encontro nos dias 6 e 7/11 com artistas e intelectuais convidados para discutir a memória dos movimentos sociais paulistanos
 
Cidade de importantes acontecimentos, sobretudo os que envolvem movimentos sociais, São Paulo terá sua história mapeada pelo projeto Cartografia de Direitos Humanos em plataforma digital a ser lançada no dia 4/11 (terça-feira), a partir das 20h, no Centro Universitário Maria Antonia.
 
Promovido pela Cátedra Unesco de Educação para Paz, Direitos Humanos, Democracia e Tolerância e o Instituto de Estudos Avançados da USP, e contemplado no Edital 2013 da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária, o projeto Cartografia de Direitos Humanos de São Paulo resgata lugares que sediaram as lutas e as conquistas por direitos humanos na capital paulista.
 
Em seu conteúdo, reunirá informações coletadas na primeira fase do projeto, com marcos selecionados que simbolizam temas ligados a Não-Discriminação Racial (Movimento Negro Unificado, UNEafro e Terras Indígenas Tenondé Porã); Não-Discriminação por Sexo e Gênero (Parada LGBT, Marcha das Vadias, União de Mulheres de São Paulo e Jornal Brasil Mulher); Direito ao Trabalho (CUT - Central Única dos Trabalhadores, Greves de Osasco e Oboré); Direitos Civis e Acesso à Justiça (Comissão Justiça, Paz e Massacre do Carandiru, Ato Ecumênico de 1975 em homenagem à Vladimir Herzog, exposição do MPF (Re) Conhecer... Para Nunca Esquecer! e o NEV - Núcleo de Estudos da Violência); Direito à Cidade (Jornadas de Junho de 2013 e MMC - Movimento de Moradia do Centro); Migração (Praça Kantuta e Marcha dos Imigrantes); Liberdade de Expressão e de Reunião (Sarau do Binho); Luta pelo Estado de Direito e Movimentos Políticos (Batalha da Maria Antônia e Comício das Diretas Já no Vale do Anhangabaú nos anos 1980).
 
Para cada marco selecionado, foram colhidos depoimentos, imagens e textos que auxiliam na (re)construção da sua história e que, agora, podem ser consultados na plataforma online. O sistema permitirá, também, que novos marcos sejam adicionados e, assim, abranja um número ainda maior de conquistas.
 
Ao longo do ano, o projeto também realizou algumas atividades culturais com o objetivo de estimular a sociedade a entender o significado dos direitos humanos. A produção de duas oficinas deu origem à Mostra Fotográfica e Literária, que serão apresentados durante o lançamento.
 
Além do lançamento da plataforma, nos dias 6 e 7 de novembro, das 10h às 18h30, também como parte do projeto Cartografia de Direitos Humanos de São Paulo, será realizado o encontro Memória, Arte e Educação em Direitos Humanos. Coordenado por Rossana Rocha Reis, docente da FFCLH e do IRI e membro do conselho da Cátedra Unesco de Educação para Paz, Direitos Humanos, Democracia e Tolerância, o evento público é gratuito e tem sede no IEA-USP. Na série de mesas-redondas, convida especialistas de áreas de a literatura, dança, cinema, imagem e artes plásticas para discutir o papel das artes na educação em Direitos Humanos, com transmissão ao vivo na internet pelo site http://www.iea.usp.br/aovivo.
 
 
PROGRAMAÇÃO:
 
(04/11) – TERÇA-FEIRA, DAS 20H ÀS 22H30
Lançamento Cartografia de Direitos Humanos de São Paulo
Local: CEUMA – Centro Universitário Maria Antonia
Endereço: Rua Maria Antonia, 294, Vila Buarque, São Paulo
 
20:00 Mesa de abertura
Martin Grossmann (ECA e IEA), Moacyr Novaes (FFLCH e PRCEU), Rossana Rocha Reis (Cátedra Unesco e FFLCH), Sergio Adorno (Cátedra Unesco e FFLCH)
 
20:30 Apresentação da Cartografia de Direitos Humanos de São Paulo
Abertura da Mostra Fotográfica e Literária

*Mais informações em
www.iea.usp.br/eventos/cartografia-lancamento ou pelo telefone (11) 3091-1666
 
**Evento público, gratuito e sem inscrição prévia.
 
 
(06/11) – QUINTA-FEIRA, DAS 10H ÀS 18H30
Encontro Memória, Arte e Educação em Direitos Humanos
Local: Sala de Eventos do IEA - Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo
Endereço: Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo
 
10:00 Mesa redonda - Imagem: Memória, arte e educação em direitos humanos.
Coordenação: Rossana Rocha Reis
Convidados: Cláudia Andujar, Marcio Seligmann, Tania Rivera, Janaina Teles.
 
14:00 Mesa redonda - Cinema: Memória, arte e educação em direitos humanos.
Coordenação: Vanessa Berner Ismail Xavier.
Convidados: Stella Senra, João Batista Andrade, Renato Tapajós.
 
17:00 Mesa redonda - Artes plásticas: Memória, arte e educação em direitos humanos.
Coordenação: Martin Grossman.
Convidados: Moacir dos Anjos, José Rufino, Leila Danziger.
 
 
(07/11) – SEXTA-FEIRA, DAS 10H ÀS 18H30
Encontro Memória, Arte e Educação em Direitos Humanos
Local: Sala de Eventos do IEA - Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo
Endereço: Rua Praça do Relógio, 109, bloco K, 5º andar, Cidade Universitária, São Paulo
 
10:00 Mesa redonda - Literatura: Memória, arte e educação em direitos humanos.
Coordenador: Paulo Endo Laura Mascaro.
Convidados: Paloma Vidal, Roberto Zular, Karl Erik Schollhammer.
 
14:00 Mesa redonda - Memoriais, monumentos, museus: Memória, arte e educação em direitos humanos.
Coordenação: Marcio Seligmann.
Convidados: Ricardo Brodsky, Fúlvia Molina, Horst Hoheisel, Andreas Knitz.
 
17:00 Mesa redonda - Dança: Memória, arte e educação em direitos humanos.
Coordenação: Carolina Coelho Brandão.
Convidados: Lia Rodrigues, Marika Gidali, Cássia Navas.
 
 
 ou pelo telefone (11) 3091-1666
 
**Evento público, gratuito e sem inscrição prévia.
 
Sobre o Projeto Cartografia de Direitos Humanos de São Paulo
 
“Cartografia de Direitos Humanos de São Paulo” é um projeto proposto pela Cátedra Unesco de Educação para a Paz, Direitos Humanos Democracia e Tolerância, sediada no Instituto de Estudos Avançados, em parceria com o Centro Universitário Maria Antônia da Universidade de São Paulo. Por meio de diversas linguagens artísticas, a iniciativa busca estimular a sociedade a entender o significado dos direitos humanos e, ao mesmo, tempo conhecer a história das lutas e das conquistas por direitos humanos que marcaram a cidade.
Sob a coordenação da professora Rossana Rocha Reis, do Departamento de Ciência Política da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e com a coordenação executiva de Rafael Borsanelli, chefe da Divisão de Comunicação do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, o projeto tomou forma e traz em seu bojo uma metodologia que aproxima o público do assunto de maneira reflexiva. Para reunir as informações deste trabalho, está sendo lançado o site www.cartografiadh.iea.usp.br, com entrevistas em vídeo com jornalistas, militantes sociais e ativistas que vivenciaram a prática dos direitos humanos em São Paulo. O site traz, ainda, um mapeamento - a cartografia  - de marcos espalhados pela metrópole que relembram e indicam os cenários associados à defesa dos direitos humanos. Nesse sentido, a cartografia mostra-se como uma importante ferramenta da plataforma digital. Dessa maneira, o público terá acesso a um conteúdo com referências que permitem conhecer o que são e quais são as histórias de luta pelos direitos na capital.  
O projeto foi contemplado pela Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP no edital de Difusão e Intercâmbio Cultural e Científico 2013 e conta com apoio do Ministério Público Federal e da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo.
 
Coordenação - Rossana Rocha Reis
Coordenação-executiva - Rafael Borsanelli
 
Equipe: Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer, Dina Lida Kinoshita, Fernando Aith, Flávia Inês Schilling, Gustavo Augusto Soares dos Reis, José Gregori, Paulo Cesar Endo, Sergio Adorno (membros da Cátedra Unesco de Educação para a Paz, Direitos Humanos Democracia e Tolerância), Martin Grossmann (diretor do Instituto de Estudos Avançados), Moacyr Ayres Novaes (Pró-Reitor Adjunto de Extensão Universitária), André Bueno, Amanda Kamanchek e Carolina Brandão.
 

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