MESTRES DOS MESTRES


Mestres não nasceram hoje. Nem ontem. Nem anteontem. Mestres existem desde sempre. Todas as culturas os homenageiam. A mitologia grega, por exemplo, destaca o centauro Quíron. Ele tem cabeça, tronco e braços como nós. Mas, da cintura pra baixo, é cavalo — com quatro patas, rabo e pelos. 

Quíron conhecia medicina como ninguém. Também sabia tudo sobre guerras e música. Muitos heróis foram educados por ele. Asclépio foi um deles. Motivado pelo mestre, o jovem estudou tanto que virou o deus da medicina. Até hoje os médicos o exaltam. Usam o símbolo dele — o bastão com a serpente enrolada.

Aquiles foi outro. O mestre lhe ensinou os mistérios, as artes e as artimanhas de lutas e batalhas. As lições valeram. Na Guerra de Troia, Aquiles ganhou os combates. Virou o maior herói grego de todos os tempos. Mas, numa brincadeira, feriu Quíron. O centauro sentiu tanta dor que suplicou a Zeus que o matasse.

Como atender o pedido? Imortal não morre. Mas mestre é mestre. Ofereceu a imortalidade a Prometeu. E partiu pro mundo dos mortos. O deus dos deuses transformou-o na constelação de Sagitário. Ela se parece com o voo de uma flecha. Sabe por quê? É louvor ao saber, que eleva a natureza animal em espiritual. Por isso, os sagitarianos adoram viajar, conhecer outras culturas e passar pra frente os conhecimentos. São mestres dos mestres.
Eu ensino, eu aprendo
O professor ensina. O aluno aprende. Certo? Certo. Mas, de vez em quando, os papéis se invertem. Numa ou noutra atribuição, o respeito à regência se impõe. Ensinar joga em quatro times. Quer ver?

Intransitivo: O professor ensina, o aluno aprende.

Transitivo direto: O professor ensina a lição.

Transitivo indireto: O professor ensina ao aluno.

Transitivo direto e indireto: O professor ensina a lição ao aluno.

Troca-troca
O português adora a elegância. Por isso adota a regra de ouro do estilo — variar pra agradar. Em vez de repetir palavras, pede socorro aos pronomes. Um deles é o átono. Olho vivo! O objeto direto é o, a. O indireto, lhe. Veja exemplo da troca de seis por meia dúzia:

O professor ensina a lição ao aluno.

Ele ensina alguma coisa. O quê? A lição. A lição é o objeto direto. Vamos trocá-lo pelo pronome? O resultado fica assim: O professor a ensina ao aluno.

Podemos também substituir o objeto indireto. Aí, estendemos tapete vermelho e recebemos o lhe com banda de música: O professor lhe ensina a lição.

Eles disseram
"Não quero que ele invente e fale só. Quero que escute o seu discípulo falar por sua vez." (Montaigne)

"Magister dixit." ("Foi o mestre que disse", provérbio da Idade Média.)

"O mestre que não sabe se deixar ultrapassar por um aluno é um mestre ruim." (Elsner)

"Não poderás ser mestre na escrita e leitura sem ter sido antes aluno. Quanto menos na vida!" (Marco Aurélio)

"Aos professores fica o convite para que não descuidem da missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem águias, não apenas galinhas. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." (Paulo Freire)





O denuncismo, as perguntas em aberto e as histórias pela metade


A Veja. Que chama o senador Demóstenes Torres de “mosqueteiro da ética” – ele caiu por envolvimento com a máfia do jogo do bicho. Que mostra o pau, jamais a cobra, sobre os dólares cubanos para irrigar a campanha petista. Que coloca gays, cabras e espinafres na mesma frase. Que confunde lunáticos sociopatas com “trovões da razão” – e dá a eles espaço cativo para proferir ofensas sobre vítimas de tortura, cantar atriz assaltada e fazer loas ao justiçamento. Que escreve resenhas sobre biografias e é desmentida pelos próprios biógrafos. Que coloca branco em trajes servis para falar do mundo pós-PEC das Domésticas. Que pede ao leitor “soltar o seu inglês” às vésperas de sua editora adquirir uma rede de escolas…de inglês.
A Veja.
Quem a conhece sabe que está em campanha – e tem razões para desconfiar até quando ela diz que água molha. A campanha é antiga e remonta a disputas anteriores de mesmo enredo: o enredo novelesco de tensões eternas entre sombra e luz, bem e mal.
Quando em campanha, a semanal se permite fazer ilações mil sobre adversários com um empenho não observado quando os amigos se metem em encrencas. Eles, os amigos, também sabiam que o eleitor era enganado quando diziam não haver crise de água em São Paulo? Sabiam dos maços de dinheiro apreendidos com correligionários no meio da campanha? Sabiam que um presidente da legenda levara uma bolada para impedir investigações na Petrobras?
As dúvidas existem, mas tem lado – e precisam ser impressas a tempo de melar uma eleição já suficientemente lamentável e escalar os cães de guarda para repetir robotizadamente a palavra impeachment. Legalidade nos olhos dos outros é refresco.
O ambiente político gera desconfiança por onde se olhe, mas uma coisa é certa: um doleiro de relações multipartidárias interessado em reduzir a pena de uma condenação certa está disposto a dizer o que sabe. Diz saber, por exemplo, que Lula e Dilma sabiam dos desvios na Petrobras em benefício de aliados e, como se não soubessem, nada fizeram. Na época, um era presidente da República, a outra, ministra. É bom que se desconfie, mas é bom que se diga: ninguém, ao menos entre os eleitores, tem nada a perder se respostas exigidas pela declaração fossem respondidas. Uma delas é: o doleiro citou mesmo os dois petistas? O advogado do investigado não confirma nem desmente. Alega que o depoimento é sigiloso. Mas apurações de crédito maior indicam que sim, como mostrou reportagem de capa da Folha de S.Paulo. Desta primeira pergunta surgem outras, que podem ser esclarecidas antes, durante e depois da eleição de domingo – vença Dilma Rousseff, vença Aécio Neves, vença o papa:
- As suspeitas terão o mesmo tratamento a partir de segunda-feira?
- O doleiro terá mais ou menos crédito do que Roberto Jefferson, que disse com todas as letras ter alertado Lula sobre a compra de apoio parlamentar?
- Desta vez, quem alertou quem e como?
- Quem ganhou o que com a suposta omissão?
- Como o governo conseguiu acobertar o esquema quando era alvo de todas as lupas e holofotes após o escândalo do mensalão?
- Quem enriqueceu enquanto o esquema funcionou?
- Vão seguir o dinheiro?
- A lista de autoridades citadas será destrinchada?
- Saberemos dos conhecimentos de Francisco Dornelles, primo de Aécio Neves e ex-presidente do PP, o partido-pivô da acusação, ou este será apenas um detalhe?
- O que os supostos corruptores, no caso as grandes empreiteiras, têm a dizer?
- Em algum momento o sistema de financiamento empresarial de campanha, nascente da confusão entre público e privado na política, será colocado em xeque?
- Quem será formalmente denunciado e formalmente julgado?
Porque uma coisa é evitar as perguntas – e narrar ou desmentir as histórias conforme as afinidades. Outra é ampliar as perguntas, compreender o momento político, a crise de representação, a relação de interesses das partes envolvidas, inclusive de quem se dispõe a mergulhar na história só molhando os pés. A investigação profunda, sem oportunismo nem amarras do confronto entre candidatos sob orientações de marqueteiros, é tudo o que se espera a partir de agora. De golpismo, barrigadas e narrativas pela metade a nossa história está repleta.

ABL elege o historiador pernambucano Evaldo Cabral de Mello para a sucessão do Acadêmico João Ubaldo Ribeiro

Academia Brasileira de Letras elegeu, dia 23 de outubro, o novo ocupante da Cadeira 34, na sucessão do Acadêmico, romancista, cronista, jornalista e tradutor João Ubaldo Ribeiro, falecido no dia 18 de julho deste ano. O vencedor foi o diplomata, historiador e escritor pernambucano Evaldo Cabral de Mello, que obteve 36 votos. Votaram 20 Acadêmicos presentes e 16 por cartas.
Os ocupantes anteriores da cadeira foram: João Manuel Pereira da Silva, fundador – que escolheu como patrono o sacerdote, poeta e autor de diversas obras líricas de caráter filosófico Sousa Caldas –, Barão do Rio Branco (José Maria da Silva Paranhos Júnior), Lauro Severiano MüllerDom Aquino CorreiaR. Magalhães Jr. e Carlos Castelo Branco.
Saiba mais
O novo Acadêmico
Evaldo Cabral de Mello nasceu no Recife em 1936 e atualmente mora no Rio de Janeiro. Estudou Filosofia da História em Madri e Londres. Em 1960, ingressou no Instituto Rio Branco e dois anos depois iniciou a carreira diplomática. Serviu nas embaixadas do Brasil em Washington, Madri, Paris, Lima e Barbados, e também nas missões do Brasil em Nova York e Genebra, e nos consulados gerais do Brasil em Lisboa e Marselha.
Um dos mais destacados historiadores brasileiros, Evaldo Cabral de Mello é especialista em História regional e no período de domínio holandês em Pernambuco no século XVII, assunto sobre o qual escreveu muitos de seus livros, como Olinda restaurada (1975), sua primeira obra, Rubro veio(1986), sobre o imaginário da guerra entre Portugal e Holanda, e O negócio do Brasil (1998), sobre os aspectos econômicos e diplomáticos do conflito entre portugueses e holandeses. Sobre a Guerra dos Mascates e a rivalidade entre brasileiros e portugueses em seu Estado natal, publicou A fronda dos mazombos (1995).
Escreveu, também, O norte agrário e o Império (1984), O nome e o sangue (1989), A ferida de Narciso (2001) e Nassau: governador do Brasil Holandês (2006), este para a Coleção Perfis Brasileiros, da Companhia das Letras. É organizador do volume Essencial Joaquim Nabuco, da Penguin-Companhia das Letras.
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Traz um amor pra mim!

Paulo Roberto Gaefke

Quando você deixa o seu coração falar,
ele pode demonstrar demais, até exagerar.
Mas sempre será sincero, e vai revelar,
o que anda escondido em seu íntimo.
O que nem sempre sabemos expressar.

A dor, a raiva, a ansiedade e o desejo.
A vezes tudo isso misturado,
na carência de um beijo que não veio,
de um abraço que ficou partido ao meio.
No desejo louco de um cheiro que não sai do seu nariz.
Cheiro gravado na alma, que aflita diz:
Traz um amor pra mim!

E você: deixa o seu coração falar?

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Paulo Roberto Gaefke



Não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo, a única falta que terá, será desse tempo que infelizmente não voltará mais.'/Mário Quintana 

Engolindo Sapo! Ops... Rato!

Um bêbado chega em casa e vê a mesa toda desarrumada com alguns restos de comida do dia anterior. 
Morrendo de fome ele resolve fazer uma boquinha, ou melhor, devorar tudo que vê pela frente. Como o seu estado não era dos melhores ele acaba comendo um pequeno rato que estava em cima na mesa.
Percebendo a burrada que fez, ele sai a procura de um hospital. 
Depois de rodar alguns quilômetros em zigue-zague ele vê um muro branco, estaciona e entra correndo, sem saber que aquilo na verdade era um hospício. 
— Me ajuda, doutor! — ele grita para o primeiro homem vestido de branco que vê. — Eu engoli um rato, doutor! Hic... O que eu faço? 
Então o louco de plantão resolveu examinar o bêbado e lhe prescreveu uma receita. 
O bêbado saiu de lá e foi direto pra farmácia. 
— Seu farmacêutico! — gritou ele, entrando no estabelecimento. — Eu engoli um rato... Hic... E o médico me deu essa receita! Traz esse remédio pra mim! Hic... Urgente! 
O farmacêutico olhou pra receita e começou a rir. 
— O que foi? — perguntou o bêbado — Tá rindo do quê, cara? 
— Olha só o que tá escrito na receita! — disse ele, sem parar de rir. — "Tomar um gato de duas em duas horas e colocar uma ratoeira no cu!"

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Você sabia? A primeira página da História do Brasil foi escrita por Nosso Senhor


Dom Afonso Henriques (1110 - 1185)
Carlos Sodré Lanna

Nosso Senhor Jesus Cristo aparece a Dom Afonso Henriques em 1139, instaura o Reino de Portugal e prevê uma grande missão para seus descendentes em “terras muito remotas”, que se realizará no Brasil.
Existe uma opinião difusa de que o Brasil ainda terá um papel muito importante a desempenhar no concerto das nações, uma esperança que se mantém desde o Descobrimento.
Devemos aprofundar as razões dessa conjectura, fundamentando-a com vistas fazer dela uma certeza a respeito de nosso futuro.
De fato, pesquisando os anais da História, podemos verificar que a predileção da Divina Providência pelo Brasil foi anunciada pelo próprio Nosso Senhor Jesus Cristo, muito antes que as naus de Pedro Álvares Cabral aportassem nas terras de Vera Cruz no ano de 1500.
O  nascimento de Portugal
Foi na Batalha de Ourique, a 25 de julho de 1139, que os portugueses tiveram que enfrentar os infiéis maometanos, achando-se então os lusos em grande inferioridade numérica: cem mouros para cada lusitano, segundo muitos cronistas idôneos.
Narram os historiadores que nessa batalha o grande rei português, com onze mil soldados, desfez o exército dos cinco reis mouros.
Os inimigos dos portugueses eram a flor dos maometanos espanhóis e africanos, belicosos, exercitados na guerra e confiados pelas vitórias de sua gente, com as quais sujeitaram a seu império grande parte do mundo daquele tempo.
Mas valeu aos portugueses seu grande esforço, a ventura de seu príncipe, e sobretudo o particular e extraordinário auxílio dos Céus.
De acordo com antiga tradição, Nosso Senhor Jesus Cristo veio em auxílio dos católicos portugueses, prometeu a Dom Afonso Henriques a vitória e ordenou-lhe que se tomasse rei. Surgiu assim o reino luso, batizado por seu primeiro monarca como Terra de Santa Maria.
Nosso Senhor aparece a Dom Afonso Henriques
Na noite anterior à Batalha de Ourique, Nosso Senhor Jesus Cristo apareceu a Dom Afonso Henriques, conforme relato do próprio rei: “Eu estava com meu exército nas terras de Alentejo, no Campo de Ourique, para dar batalha a Ismael e outros reis mouros que tinham consigo infinitos milhares de homens.
“Armado com espada e rodela saí fora dos reais, e subitamente vi à parte direita contra o nascente um raio resplandecente e indo-se pouco a pouco clarificando, cada hora se fazia maior, e pondo de propósito os olhos para aquela parte vi de repente no próprio raio o sinal da Cruz, mais resplandecente que o sol, e Jesus Cristo crucificado nela.
“Vendo pois esta visão, pondo à parte o escudo e espada, lancei-me de bruços, e desfeito em lágrimas comecei a rogar pela consolação de meus vassalos, e disse sem nenhum temor: a que fim me apareceis, Senhor?
Quereis, por ventura, acrescentar fé em quem tem tanta? Melhor é por certo que Vos vejam os inimigos e creiam em Vós, que eu, que desde a fonte do batismo Vos conheci por Deus verdadeiro, Filho da Virgem e do Padre Eterno, e assim Vos conheço agora.
“O Senhor, com um tom de voz, suave, que minhas orelhas indignas ouviram, me disse: ‘Não te apareci deste modo para fortalecer teu coração neste conflito, e fundar os princípios de teu reino sobre pedra firme. Confia, Afonso, porque não só vencerás esta batalha, mas todas as outras em que pelejares contra os inimigos de minha Cruz.
‘”Acharás tua gente alegre e esforçada para a peleja, e te pedirá que entres na batalha com título de rei. Não ponhas dúvida, mas tudo quanto te pedirem lhe concede facilmente.
Eu sou o fundador e destruidor dos reinos e impérios, e quero em ti e teus descendentes fundar para mim um império, por cujo meio seja meu nome publicado entre as nações mais estranhas.
E comporás o escudo de tuas armas do preço com que Eu remi o gênero humano, e daquele por que fui comprado dos judeus, e ser-me-á reino santificado, puro na Fé e amado por minha piedade’”.
“Eu tanto que ouvi estas coisas, prostrado em terra, O adorei, dizendo: Por que méritos, Senhor, me mostrais tão grande misericórdia? Ponde pois vossos benignos olhos nos sucessores que me prometeis, e guardai salva a gente portuguesa.
E se acontecer que tenhais contra ela algum castigo aparelhado, executai-o antes em mim e meus descendentes, e livrai este povo que amo como a único filho.
“Consentindo nisto, o Senhor disse: ‘Não se apartará deles nem de ti nunca minha misericórdia, porque por sua via tenho aparelhadas grandes searas e a eles escolhidos por meus segadores em terras muito remotas’.
“Ditas estas palavras desapareceu, e eu cheio de confiança e suavidade me tornei para o real”.
Missão Providencial de Portugal e do Brasil
Dia afortunado aquele em que a Cruz, projetada no firmamento, fez nascer um povo abençoado, forte e piedoso, por cujo meio Nosso Senhor veria seu “Nome publicado entre as nações mais estranhas”, sempre que os portugueses plantassem essa mesma cruz em terras remotas.
Por isso pôde um dia Vieira proclamar: “Deus deu a Portugal um berço para nascer e o mundo inteiro para morrer”.
Seguindo essa trilha de heroísmo, em 1385 o rei Dom João I expulsava os mouros das terras portuguesas e subia ao trono.
Desde então suas vistas se voltaram para mais longe e os portugueses deram início à epopeia que os levaria a “dilatar a Fé e o Império” por todo o orbe. Durante mais de um século e meio, os atos de abnegação e dedicação pela Fé se multiplicaram.
Em todos estes feitos estava sempre presente Nossa Senhora, a quem D. Afonso Henriques consagrara este povo nascido sob o signo da Cruz.
Era Ela que acompanhava Vasco da Gama à Índia, ou que na linda imagem da Senhora da Esperança, viajava na armada de Cabral ao Brasil.
Entre os portugueses não havia quem não sentisse uma força sobrenatural, na convicção de que Deus combatia ao seu lado, por ser ele um soldado da Cruz. E sob este signo venciam, apesar de todas as  incoerências e abusos que mancham qualquer empresa humana.
Após este longo itinerário de pensamentos e de evocações históricas, chegamos aos tempos atuais, e constatamos que há todo um trabalho de restauração a ser cumprido, mas que a Providência o deseja e o abençoará.
Não tem outro sentido o fato de que a Mãe de Deus tenha querido falar em Fátima ao mundo inteiro. Sua Mensagem se dirige a todos os homens, mas de modo imediato ao povo português e aos que lhe são mais próximos pelo sangue e pela história.
Pois Ela, no ano de 1500, estendeu seus braços imensos a uma vastíssima região que denominou Terra de Vera Cruz, depois Santa Cruz e, mais tarde, Brasil.
___________________________
Bibliografia: 
Frei Antonio Brandão, A Batalha de Ourique –– Crônica de Dom Afonso Henriques – Livraria Civilização Editora, Porto, 1945.
João Ameal. História de Portugal. Livraria Tavares Martins, Porto, 1958, 4ª edição.
Fonte: abim.inf



O dia D - Dia Drummond é um evento organizado pelo IMS para celebrar o aniversário do grande poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade (1902-1987). 
A ideia foi lançada em 2011 com o objetivo de fazer com que o dia 31 de outubro, data do nascimento de Drummond, seja comemorado e faça parte do calendário cultural do país. O objetivo do IMS é exclusivamente promover e difundir a obra do escritor pelo "mundo, mundo, vasto mundo" e, para isso, convida parceiros e amigos para celebrar a data. 
Livraria Cultura e Companhia das Letras
Local: Livraria Cultura - Conjunto Nacional 
Avenida Paulista, 2073
Teatro Eva Herz 
31 de outubro, às 21h. 

Leituras de poemas de Drummond - Paixão/Sexo/Amor 
Com Ana Cecília Costa, Daniel Maia, Elias Andreato, Tuna Dwek e convidados. 

Roteiro e direção de Andre Acioli. 
As senhas serão distribuídas 1h antes do evento na entrada do teatro. Sujeito à lotação.

Aula dia D, com a professora Ivone Dare

Em comemoração ao dia D, a Companhia das Letras preparou uma aula aberta sobre o livro O sentimento do mundo com a professora Ivone Dare + exibição do longa-metragem Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade 
18h - Exibição do longa - Vida e verso de Carlos Drummond de Andrade 
19h - Aula - O sentimento do mundo - Professora Ivone Dare 


Para participar, basta enviar nome completo para o e-mail auditorio@martinsfontespaulista.com.br - vagas limitadas. 
Participem. Comemore o nascimento do grande poeta brasileiro.

Livraria Martins Fontes — Paulista
Av. Paulista, 509 - Telefone: 2167-9900 

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Jardim Botânico dá presente no Dia do Servidor
 Os servidores públicos das diferentes esferas de governo (federal, estadual e municipal) poderão entrar de graça no Jardim Botânico do Rio de Janeiro na terça-feira, 28 de outubro - Dia do Servidor Público. 
Para o servidor usufruir da gratuidade, é preciso apenas apresentar o documento de identificação funcional na bilheteria do Jardim.
ds

JBRJ participa da campanha Outubro Rosa
museuEm apoio à campanha Outubro Rosa, de conscientização sobre o câncer de mama, o Jardim Botânico do Rio de Janeiro iluminou de rosa a fachada do Museu do Meio Ambiente. A campanha surgiu nos Estados Unidos, na década de 1990, e mobiliza um número cada vez maior de pessoas e instituições.

Especialista fala sobre plantas benéficas à saúde das mulheres
plantaA Dra. Lívia Carneiro, ginecologista e obstetra especialista em Fitoterapia (UFG), dá a palestra "Plantas medicinais amigas da mulher", na próxima quinta-feira, 30 de outubro, às 15h, na Coleção Temática de Plantas Medicinais. O encontro será uma oportunidade de aprendizado e troca de saberes sobre algumas plantas, como aloe vera, alecrim, sálvia, folha santa, hortelã graúda, moringa oleífera, açafrão, copaíba, lavanda e erva-cidreira. 
Informações e inscrições pelo telefone (21) 2294-6590. A Coleção Temática de Plantas Medicinais do Jardim Botânico do Rio de Janeiro fica ao lado do Parque Infantil.
 
Revista História, Ciência, Saúde - Manguinhos traz artigos de pesquisadores do JBRJ
O vol.21 nº3 da revista HCS-Manguinhos, publicada pela COC/Fiocruz, é dedicado à temática marítima, e conta com artigos de dois pesquisadores do JBRJ.
"O conhecimento da fauna marinha bentônica brasileira através dos tempos" é o título do artigo de Leila de Lourdes Longo e Gilberto Menezes Amado Filho (JBRJ). Já o artigo "Joséphine Schouteden-Wéry no litoral belga: uma bióloga entre o trabalho de campo e a formação de coleções" tem autoria de Alda Heizer (JBRJ) e Aline Cardoso Cerqueira.
historiaAlda é também editora convidada da edição, juntamente com Maria Margaret Lopes e Susana García. A publicação traz ainda uma resenha do livro "História, pesquisa e biodiversidade do Monumento Natural das Ilhas Cagarras", que contou com a participação de pesquisadores do JBRJ.
O número especial da revista foi lançado no Simpósio de História da Ciência e da Tecnologia, realizado de 8 a 11 de outubro, na UFMG.
Acesse a revista online. 

Fique ligado no Papa-cartão
A máquina Papa-cartão está passando por alguns locais no Jardim Botânico do Rio de Janeiro, a fim de atender a todos que desejem trazer para reciclagem seus cartões de plástico vencidos. Até dia 28 de outubro, ela está na varanda da sede da Associação de Amigos – AAJB. Depois irá para o foyer do Teatro Tom Jobim, de 29 a 31 de outubro.

Vem aí!
Festival Internacional Pequeno Cineasta – de 6 a 9 de novembro no Museu do Meio Ambiente. Mais informações: pequenocineasta.com.br/2014/festival. Grátis.
Concerto “Tom Jobim, 20 Anos de Saudade” – dia 9 de novembro, com o duo Brasil em Dois Pianos, formado por Fábio Caramuru e Marco Bernardo. Às 17h no Teatro Tom Jobim. Grátis.

Cidadania e direito à morte digna

Candido Mendes de Almeida
O recente levantamento, pelas Nações Unidas, quanto ao avanço da democracia contemporânea concentra-se no aperfeiçoamento da defesa dos Direitos Humanos. No quadro mundial, essas conquistas enfrentam, fora do Ocidente, a poligamia e a mutilação ritual como manifestação das culturas, no seu direito à diferença, internacionalmente reconhecido. No caso brasileiro, realçou-se a nossa antecipação no reconhecimento constitucional do direito à morte digna.
O recente levantamento, pelas Nações Unidas, quanto ao avanço da democracia contemporânea concentra-se no aperfeiçoamento da defesa dos Direitos Humanos. No quadro mundial, essas conquistas enfrentam, fora do Ocidente, a poligamia e a mutilação ritual como manifestação das culturas, no seu direito à diferença, internacionalmente reconhecido. No caso brasileiro, realçou-se a nossa antecipação no reconhecimento constitucional do direito à morte digna.
A norma nasceu, já, no bojo da Comissão Arinos, trazida à Carta de 1988, no campo, exatamente, da afirmação das prerrogativas da pessoa ante o Estado de nossos dias. A movimentação destes meses em favor da causa da morte digna insiste na valorização da vontade individual, frente à defesa da vida a qualquer custo pela sociedade e, sobretudo, pelo mundo médico.
Uma deontologia profissional leva a forçar a sobrevivência como um bem maior, independentemente do desejo dos doentes. Não é outro, no seio da ética emergente da modernidade, o conflito entre o livre arbítrio e o bem comum. Chocam-se aí a eutanásia e a ortotanásia, ou seja, a luta ativa contra a morte, mesmo em situações terminais.
O avanço brasileiro, na proteção à morte digna, expressa uma resolução do Conselho Nacional de Medicina, que admite a possibilidade de todo paciente em declaração prévia de vontade, ou seja, em testamento vital, disciplinar, previamente, os limites do tratamento e o dispor sobre o seu término.
O nosso regime constitucional antecipou-se na prevalência da consciência individual, em situação que não se confunde, inclusive, com a do suicídio, já que diz respeito não a uma opção, mas à fatalidade da morte. E, exatamente nos termos da Carta, quer garantir a sua dignidade. O fortalecimento do debate público sobre essa temática, nestes dias, vem de par com uma toma de consciência acelerada sobre o dito testamento vital. E, em bem do humanismo contemporâneo, reforçado, hoje, pela nossa legislação e jurisprudência, a dispor sobre os mortos-vivos no sistema hospitalar nacional.


Jornal do Commercio(RJ), 30/5/2014

Conheça a impecável virtude de São Luís IX, o Rei Cruzado (parte I)


São Luis, estatua equestre de St Louis Missouri Fundo castelo de Pierrefonds São Luís IX: o rei cruzado retratado por seu companheiro de armas.

Em nome de Deus Todo-Poderoso, eu, João, senhor de Joinville, Senescal de Champagne, faço escrever a vida de nosso São Luís…
…E aquilo que eu vi e ouvi pelo espaço de seis anos que estive em sua companhia, na viagem de ultramar e depois que voltamos.
E antes de vos contar seus grandes feitos e sua cavalaria, contar-vos-ei o que vi e ouvi de suas santas palavras e bons ensinamentos, para que se achem aqui numa ordem conveniente, a fim de edificar os que ouvirem.
Esse santo homem amou Deus de todo o coração e agiu em conformidade com esse amor. Pareceu-lhe bem que, assim como Deus morreu pelo amor que tinha por seu povo, assim o rei colocasse seu corpo em aventura de morte, o que bem poderia ter evitado se tivesse querido, como se verá a seguir.
O amor que tinha a seu povo transpareceu no que ele disse a seu filho primogênito, durante uma grande doença que teve em Fontainebleau: 
“Bom filho — disse-lhe — peço-te que te faças amar pelo povo de teu reino, pois verdadeiramente eu preferiria que um escocês viesse da Escócia e governasse o povo do reino bem lealmente, a que tu o governasses mal”.
Amou tanto a verdade, que não quis recusar, mesmo aos sarracenos, o que tinha prometido, como o vereis mais adiante.
Foi tão sóbrio no paladar, que jamais em minha vida o ouvi mandar que lhe servissem quaisquer iguarias, como fazem muitos nobres, mas comia pacientemente o que seus cozinheiros lhe traziam.
Foi moderado em suas palavras, pois jamais em minha vida o ouvi falar mal de ninguém, e nunca o ouvi nomear o diabo, cujo nome está tão espalhado pelo reino, o que acredito não agrada nada a Deus.
Ele diluía seu vinho na proporção em que via que o vinho lhe poderia fazer mal. Perguntou-me um dia, na ilha de Chipre, por que eu não colocava água no meu vinho. Eu lhe disse que os médicos não o ordenavam, por eu ter uma cabeça grande e um estômago frio, e que não podia me embriagar. 
O rei disse-me que eles me enganavam, porque se eu não diluísse o vinho na minha mocidade, e quisesse fazê-lo na velhice, a gota e os males do estômago tomariam conta de mim, e nunca teria saúde; e que se eu bebesse o vinho totalmente puro na minha velhice, eu me embriagaria todos os dias, e que o embriagar-se era uma coisa muito vil para um valente homem.
Perguntou-me se queria ser honrado neste século e ter o paraíso depois de minha morte. Disse-lhe que sim, e ele continuou:
“Guardai-vos então de fazer ou dizer qualquer coisa que, se todo o mundo a souber, não a possais declarar e não possais dizer: ‘Eu fiz isso, eu disse aquilo’”.
Ele chamou-me uma vez e me disse: 
“Por causa do espírito sutil de que estais dotado, não ouso falar-vos de coisa que se refere a Deus. Por isso chamei os irmãos que estão aqui, pois quero fazer-vos uma pergunta”. 
A pergunta foi esta: “Senescal, quem é Deus?
Eu respondi: “É tão boa coisa como melhor não pode ser”. 
Continuou o rei: “Verdadeiramente está bem respondido, porque essa resposta que destes está escrita neste livro que tenho em mãos. Agora, pergunto-vos o que preferiríeis: ser leproso ou ter cometido um pecado mortal?”
E eu, que nunca lhe menti, respondi que preferiria ter cometido trinta pecados que ser leproso.
Quando os irmãos tinham partido, chamou-me a sós, fez-me sentar a seus pés e perguntou-me: “Como pudeste dizer-me aquilo?” 
Eu reafirmei o que lhe dissera, e ele continuou:
“Falais sem reflexão, como um avoado, pois não há lepra tão vil como a de se estar em pecado mortal. A alma que nele está é semelhante ao demônio do inferno. Por isso nenhuma lepra pode ser tão má.
“É verdade que quando o homem morre fica curado da lepra do corpo, mas quando o homem que cometeu o pecado mortal morre, não sabe e não é certo que tenha tido um arrependimento, e que Deus o tenha perdoado.
“Deve ter muito temor de que essa lepra lhe dure tanto tempo quanto Deus estiver no Paraíso. Assim, rogo-vos, tanto quanto eu possa, que tomeis a peito, pelo amor de Deus e de mim, o preferir que todo mal de lepra e toda outra doença chegue ao vosso corpo, antes que o pecado mortal chegue à vossa alma”.
Continua…

Fonte: heroismedievais.blogspot

SIGNOS


ARIES - o Diabo de desafio enérgico

Confiante e entusiasta.
Divertido.
Ama um desafio.
EXTREMAMENTE impaciente.
Às vezes egoísta.
Fusível curto (enfurece facilmente).
Vivido, inteligência apaixonada e afiada.
Gosta de sair.
Perde interesse depressa - facilmente entediado.
Egoístico.
Inteligente
Mandão
Corajoso e afirmativo.
Tende a ser físico e atlético.

VIRGEM - O Perfeccionista

Dominante em relações.
Conservador.
Quer ter sempre a última palavra.
Argumentativo.
Preocupado.
Muito inteligente.
Antipatiza com barulho e caos.
Ansioso.
Trabalhador.
Leal.
Bonito.
Fácil de falar.
Difícil de agradar.
Severo.
Prático e muito exigente.
Frequentemente tímido.
Pessimista.

ESCORPIÃO - o Intenso

Muito enérgico.
Inteligente.
Pode ser ciumento e/ou possessivo.
Trabalhador.
Grande beijador.
Pode ficar obsessivo ou reservado.
Guarda rancor.
Atraente.
Determinado.
Amores que dão em relações longas.
Falador.
Romântico.
Pode ser às vezes egocêntrico.
Apaixonado e emocional.

LIBRA - o Harmonizador

Agradável a todos os que estão em sua companhia.
Indeciso.
Tem um sex appealsem igual.
Criativo, enérgico e muito social.
Odeia estar só.
Calmo, generoso.
Muito amoroso e bonito.
Gosta de flertar.
Cede muito facilmente.
Tende a deixar para depois.
Muito crédulo.

AQUÁRIO - o Amado


Otimista e honesto.
Doce personalidade.
Muito independente.
Inventivo e inteligente.
Amigável e leal.
Pode parecer não emotivo.
Pode ser um pouco rebelde.
Muito teimoso, mas original e sem igual.
Atraente no lado de dentro e fora.
Personalidade excêntrica.

GÊMEOS - o Tagarela

Inteligente e engenhoso.
Parece estar sempre de saída, muito falador.
Vivo, enérgico.
Adaptável mas com necessidade de se expressar.
Argumentativo e franco.
Gosta de mudança.
Versátil.
Ocupado, mas às vezes nervoso e tenso.
Fofoqueiro.
Pode parecer superficial ou incoerente.
Só e sujeito a mudança.
Bonito fisicamente e mentalmente.



LEÃO - O chefe

Muito organizado.
Precisa de ordem nas vidas deles/delas - como estar em controle.
Gosta de limites.
Tende a assumir tudo.
Mandão.
Gosta de ajudar os outros.
Social e gosta de sair.
Extrovertido.
Generoso, amável.
Sensível.
Energia criativa.
Confiantes neles próprios.
Bons amantes.
Fazer a coisa certa é importante para Leão.
Atraente.

CÂNCER - O Protetor

Emocional.
Pode ser tímido.
Muito amoroso e gentil.
Bonito.
Sócios excelentes para toda a vida.
Protetor.
Inventivo e imaginativo.
Cauteloso.
Tipo de pessoa sensível.
Necessidade de ser amado pelos outros.
Magoa-se facilmente, mas simpático.

PEIXES - o Sonhador

Bom coração e pensativo.
Muito criativo e imaginativo.
Pode ficar reservado e vago.
Sensível.
Não gosta de detalhes.
Sonhador e irreal.
Simpático e amoroso.
Desinteressado.
Bom beijador.
Bonito.

CAPRICÓRNIO - O Paciente

Pessoa agressiva e sábia.
Prático e rígido.
Ambicioso.
Tende a estar bonito.
Humorístico e engraçado.
Pode ser um pouco tímido e reservado.
Frequentemente pessimistas.
Tendem a agir antes de pensar e podem ser às vezes pouco amigáveis.
Guarda rancor.
Gosta de tudo que é diferente
Gosta de competição...
Obtêm o que eles querem.

TOURO - o Resistente

Encanta, mas é agressivo.
Pode parecer enfadonho, mas não é.
Trabalhador duro.
Amável.
Forte, tem resistência.
Seres sólidos e estáveis e seguros dos modos deles/delas.
Não procuram atalhos.
Orgulhosos da beleza deles/delas.
Pacientes e seguros.
Fazem grandes amigos e dão bons conselhos.
Bom coração.
Amam profundamente - apaixonados.
Expressam-se emocionalmente.
Propenso a temperamento - acessos de raiva ferozes.
Determinado.
Cedem aos seus desejos frequentemente.
Muito generoso.

SAGITÁRIO - O otimista

Favorece o ego.
Orgulhoso.
Gosta de luxo, e de jogar.
Social, gosta de sair.
Não gosta que lhe imponham responsabilidades.
Frequentemente fantasia.
Impaciente.
Aventureiro
Tem muitos amigos.
Coquete, gosta de flertar.
Conquistador e "galinha" enquanto não se apaixona de verdade.
Não gosta de seguir regras.
Às vezes é hipócrita.
Inconsequente, vive se arrependendo do que fala.
Antipatiza com espaços apertados e roupas apertadas.
Não gosta que duvidem dele.
Bonito por dentro e por fora.

Recebi sem indicação da AUTORIA.



O destino é o que baralha as cartas, mas nós somos os que jogamos./William Shakespeare



Transa Mágica

Em um bar o cara chega pra mulher e pergunta: 
— Tá a fim de uma transa mágica? 
— Transa mágica? — perguntou ela, curiosa. — Como é isso, cara? 
— Simples — respondeu ele. — Eu te como e você desaparece!

Divisão por causa de Jesus
Lc 12, 49-53
 
Jesus continuou: 
- Eu vim para pôr fogo na terra e como eu gostaria que ele já estivesse aceso! Tenho de receber um batismo e como estou aflito até que isso aconteça! Vocês pensam que eu vim trazer paz ao mundo? Pois eu afirmo a vocês que não vim trazer paz, mas divisão. Porque daqui em diante uma família de cinco pessoas ficará dividida: três contra duas e duas contra três. Os pais vão ficar contra os filhos, e os filhos, contra os pais. As mães vão ficar contra as filhas, e as filhas, contra as mães. As sogras vão ficar contra as noras, e as noras, contra as sogras.
 
Comentário do Evangelho
A paz inquieta
 
João Batista, ao batizar Jesus, já anunciara que o próprio Jesus batizaria no Espírito Santo e no fogo. É o fogo do amor, que Jesus deseja ver aceso na terra. O batismo, que exprime a entrada no Reino pela prática da justiça, atinge sua plenitude em Jesus, com sua vida de amor, até a morte na cruz, armada pelos poderosos deste mundo. Porém, o amor é mais forte do que a morte, e a vida cheia de amor é eterna. 
Aparentemente, causa surpresa a afirmação sobre as divisões na família. Antes, Jesus, ao enviar seus discípulos em missão, incumbiu-os de levar a paz às casas que o recebessem. No evangelho de João, Jesus afirma: "Deixo-lhes a paz, a minha paz lhes dou, não como o mundo dá". A paz do mundo é a paz do império, seja romano ou estadunidense, com sua coalizão. Faz-se as guerras de conquista, e sobre os escombros da guerra decreta-se a paz da submissão ao império. É a falsa paz de uma sociedade individualista, excludente, ambiciosa do dinheiro e prenhe de violência. A própria família está sob a influência desta ideologia, muitas vezes resistindo à mensagem de Jesus. A ruptura com valores tradicionais de sucesso e enriquecimento neste mundo, pela opção à prática do serviço e do amor, gera conflitos e divisão.
 
Oração



Pai, que o batismo de Jesus, por sua morte de cruz, purifique-me de todo pecado e de toda maldade, como um fogo ardente, abrindo o meu coração totalmente para ti. 

Fonte:www.paulinas.org.br  

Os patos de Rui Barbosa


Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus amados patos, disse-lhe: 
- Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa.
Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada. 

E o ladrão, confuso, diz:
"- Dotô, eu levo ou deixo os pato?" 
 ====
Parece piada, não acha?
Cortesia:
Eme Carmo

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