NESTA MINHA BAHIA MORENA


   

 

Nesta minha Bahia morena

  Consuelo Pondé de Sena*

       
       Não preciso dizer que sou apaixonada por minha terra. As críticas que lhe faço, e não são poucas, nada têm a ver com este território abençoado. São acusações dirigidas à maioria  do  seu povo, do qual  faço parte, e a muitos dos seus dirigentes que não a amam  como deveriam.
     Faltam-nos  políticos  capazes de lutar em benefício desta parte do território brasileiro; deste pedaço de chão  exaltado  por Gabriel Soares de Sousa, na obra mais enciclopédica do período, conforme escreveu o historiador Varnhagen, na  História Geral do Brasil. Falta, à maior parte do povo soteropolitano, educação, civilidade e respeito ao bem público. Falta, a muitos políticos, o sincero desejo de servir sem interesse.
      Gabriel Soares, como é mais conhecido, deve ter chegado ao Brasil  na armada  que conduziu o governador Francisco Barreto em 1569. Radicou-se na Bahia, onde enriqueceu, adquiriu propriedades, criou rebanhos de bois e de muares, multiplicou engenhos de açúcar, terrenos, valendo-se da mão de obra dos escravos africanos e de índios forros. Inquieto, desbravador, empreendeu muitas viagens para o Sul, como é possível depreender da minuciosa descrição da costa e dos acidentes geográficos.
       Seu Tratado Descritivo do Brasil é uma obra seminal para o conhecimento da nossa terra e a nossa gente, merecendo a apreciação insuspeita de José Honório Rodrigues, que o reputava o mais importante trabalho sobre o Brasil do século XVI, opinião corroborada por todos que se ocupam da história do país.
       Neste texto, longe de querer tratar da “saga” heróica do grande cronista, sou tentada a proceder a alguns comentários  sobre  o que escreveu sobre a Bahia  de Todos-os- Santos, a partir do povoamento da capitania doada a Francisco Pereira Coutinho.
       Esse nobre cavalheiro, procedente de Lisboa,  desembarcou  na Ponta do Padrão (Farol da Barra) e fundou a Vila Velha, em cujo sítio reuniu uma povoação e construiu uma fortaleza sobre o mar, convivendo, amistosamente, com os índios, nos primeiros tempos. Alí os moradores fizeram suas roças e lavouras.
      Dentro de algum tempo, porém, surgiram hostilidades entre sua gente e os naturais da terra, ficando a Vila do Pereira literalmente cercada, a ponto de ser necessário buscar, por mar, água e mantimentos da capitania de Ilhéus.
     No espaço de tempo de 7 a 8 anos, com algumas tréguas, ocorreram grandes fomes, doenças e outros problemas, a ponto de não mais ser possível suportar a tensão  entre colonos e tupinambás, que não só matavam, mas também comiam seus adversários. Diante dessa situação insustentável, o donatário deslocou-se com sua gente para Ilhéus. Esse afastamento gerou promessas de paz e  boa amizade por parte dos índios.
      Decidiu, então, o donatário  regressar à Bahia, tendo por conta do mau tempo chegado  à costa da ilha de Itaparica. Alí, porém, os tupinambás daquela banda mataram-no, e aos seus acompanhantes, escapando dessa carnificina, Diogo Álvares, o Caramuru.
      Nas mãos daqueles inimigos pereceu, portanto, o malogrado donatário, perdendo, assim, não apenas a vida, mas tudo que havia acumulado na Índia, nos anos que lá viveu
      Mas, é tempo de deixar de lado essas primícias e proceder às observações sobre o clima da BTS, no testemunho abalizado de quem a conheceu tão profundamente em tempos que, infelizmente, não alcançamos.
     Assim, por exemplo, ao  versar sobre o clima da Bahia, descreve Gabriel Soares:  “A Bahia de Todos  os Santos está arrumada em treze graus e um terço, como fica dito atrás; onde os dias em todo o ano são quase iguais com as noites e a diferença que têm os dias de verão aos do inverno é uma hora até hora e meia”. Mais adiante, acrescenta: “E há-se de notar que nesta comarca da Bahia, em rompendo a luz da manhã, nasce com ela justamente o sol, assim no inverno como no verão.
      E em se recolhendo o sol à tarde, escurece juntamente o dia e cerra-se a noite; a que matemáticos deem razões suficientes que satisfaçam a quem quiser este segredo, porque mareantes e filósofos que a esta terra foram, nem outros homens de bom juízo não tem atinado até agora com a causa porque isso seja”. Soares de Sousa declara a fertilidade da terra: “da grandura da Bahia de Todos os Santos e do seu poder, é bem que digamos a fertilidade dela um pedaço, e como produz  em si as criações das aves e alimárias de Espanha e os frutos dela, que nesta terra se plantam”.
     Como se pode observar, clima  melhor não há neste Brasil, nem brisas mais suaves cortam os ares deste país. Aqui não se sente  frio  enregelante, nem calor abrasador. Somos sempre servidos, Deus haja, pelo vento fresco e brando,  pela viração  que sopra do mar e da terra, envolvendo a atmosfera da Cidade do Salvador em tépida e suave aragem.

*Consuelo Pondé de Sena é membro correspondente da ALITA

 

SAIBA QUEM É CONSUELO PONDÉ DE SENA

Nasceu em Salvador, no dia 19 de janeiro de 1934, filha do médico Edístio Pondé e de Maria Carolina Montanha Pondé. Casou-se com o neurologista Plínio Garcez de Sena e teve quatro filhos: Maíra Pondé de Sena, psicóloga, Maria Luíza Pondé de Sena, assistente social, Maurício Pondé de Sena, guia de turismo e Eduardo Pondé de Sena, psiquiatra.
Cursou o Infantil na Escola Santa Clara de sua tia Maria do Carmo Pondé, ingressando, aos sete anos, no Colégio N.Sa Auxiliadora, onde cursou o primário e o secundário, dele saindo em 1949. Em seguida, matriculou-se no Colégio N. Sa das Mercês, onde cursou o Clássico, concluindo-o em 1952. Naquele Colégio foi redatora e diretora do jornalzinho SERUIAM. Habilitou-se, então, ao vestibular de Geografia e História, logrando a primeira colocação. Diplomou-se a 10 de dezembro de 1956, tendo por paraninfo o historia-dor José Wanderley de Araújo Pinho, seu mestre de História do Brasil e da Bahia.
Durante o curso manifestou preferência pelas disciplinas de natureza antropológica, tendo sido designada pelo Prof. Thales de Azevedo secretário do Seminário de Antropologia, por ele criado naquela Faculdade, com cujo mestre também trabalhou em pesquisa na Escola Parque (Escola III), na rua Marquês de Maricá. Ainda quando estudante colaborou com o prof. Carlos Ott, em pesquisa no Arquivo da Arquidiocese de São Salvador e com o Prof. José Valadares na bibliografia da Arte Brasileira, conforme está consignado na publicação pertinente deste autor.
Atraída pelo estudo da língua Tupi, e incentivada pelo prof. Frederico Edelweiss, dedicou-se a esse estudo tornando-se, posteriormente, sucessora daquele mestre no ensino da mesma disciplina. Substitui-o em duas oportunidades, em 1959 e 1960, quando afastado do ensino por motivo de saúde. Assumiu definitivamente a docência de Língua Tupi em 1963, dela se afastando apenas em 1993, após 31 anos de trabalho. Em 1974, foi nomeada diretora do Centro de Estudos Baianos da UFBa, por intermédio da Portaria nº 1322.
Cursou o mestrado de Ciências Sociais, completando os créditos em 1977, quando apresentou sua dissertação intitulada - Introdução do Estudo de Uma Comunidade do Agreste Baiano - Itapicuru - 1830-1892, orientada pelo Professor José Calasans, de quem fora discípula desde o curso secundário.
Entre os cargos administrativos ocupados, foi Chefe do Departamento de Antropologia e Etnologia da FFCH da UFBa, Diretora do Centro de Estudos Baianos da UFBa(1974-1983), Diretora da Associação Baiana de Imprensa (1984), Conselheira do Conselho Permanente da Mulher Executiva da Associação Comercial (1982), ocupando sua vice-presidência, Conselheira da Associação Comercial, ocupando função na Mesa Diretora da Casa(1985), Diretora da Casa de Ruy Barbosa(1985), Membro da Diretoria do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia(1982), exercendo, na oportunidade, a função de Oradora, Diretora do Arquivo Público do Estado da Bahia (1987), Presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, empossada em 1996 e reeleita várias vezes, Membro da Comissão Estadual das Comemorações dos 150 anos de nascimento de Castro Alves, Membro da Comissão Estadual Comemorativa da Revolução dos Alfaiates, Membro do Conselho Consultivo da Associação Bahiana de Imprensa (ABI).
Sócia Correspondente dos Institutos Históricos de Minas Gerais, Santa Catarina, Tiradentes, Rio de Janeiro, Brasileiro, Paraíba, Sergipe,Teresópolis (MG) e Pernambuco.
Membro da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), Associação Nacional de Professores Universitários de História (ANPUH), Sociedade Brasileira de Pesquisa Histórica, Academia Baiana de Educação, Academia Portuguesa da História.
Presidiu o IV e V Congressos de História da Bahia (1999-2001), o I Encontro de História Brasil-Paraguai (2001), além do V Encontro dos Institutos Históricos do Nordeste (2003). Colaboradora dos jornais Tribuna da Bahia e A Tarde, este último onde até permanece. É autora de vários artigos publicados em revistas especializadas do país.
Possui os seguintes livros publicados: Portugueses e africanos em Inhambupe, 1750(1977),Introdução ao estudo de uma comunidade do agreste baiano: Itapicuru (1979), A imprensa revolucionária na Independência (1983), Os Dantas de Itapicuru (1987), além das crônicas Cortes no Tempo (1997) eA Hidranja Azul e o Cravo Vermelho (2003).
Atualmente, Consuelo Pondé de Sena ainda preside o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia e tem por projeto principal ampliar e atualizar os dados da sua dissertação e escrever o livro: Consuelo - a derradeira musa de Castro Alves e outros estudos. 

Fonte: Academia de Letras de Itabuna - ALITA

Quando morre um homem - Ruy Belo
Quando eu um dia decisivamente voltar a face
daquelas coisas que só de perfil contemplei
quem procurará nelas as linhas do teu rosto?
Quem dará o teu nome a todas as ruas
que encontrar no coração e na cidade?
Quem te porá como fruto nas árvores ou como paisagem
no brilho de olhos lavados nas quatro estações?
Quando toda a alegria for clandestina
alguém te dobrará em cada esquina?


Ruy de Moura Belo (São João da Ribeira, Rio Maior, Portugal, 27 de fevereiro de 1933 - Queluz, 8 de agosto de 1978) - Além de poeta, foi contista e ensaísta. Licenciado em Filologia Românica e em Direito pela Universidade de Lisboa, obteve o grau de Doutor pela Universidade Gregoriana de Roma. Também foi tradutor de Antoine de Saint-Exupéry, Montesquieu, Jorge Luís Borges e Federico García Lorca. Fonte: Noblat

Ontem em 5:46 PM
Antonio Cabral Filho enviou uma mensagem para você em Itabuna Centenária

Assunto: AGRADECIMENTO

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Ilmo Escritor Rilvan Batista de Santana, agradeço-lhe por aceitar meu pedido de amizade e faço votos de que construamos laços cada vez mais fortes. Espero poder compartilharmos as nossas produções bem como nossas visões de estética literária, Não poderia concluir sem antes convidá-lo a integrar o grupo que criei, com o devido apoio de nossa Ilustre Presidente Eglê Santos Machado, para divulgarmos nossas trovas e também contribuir para o desenvolvimento de todos aqueles que desejarem conhecer esse gênero literário. CONFRARIA DOS TROVADORES é um grupo aberto aos trovadores e a todos que dele desejarem participar, seja para ler, seja para divulgar sua produção. Portanto, sua pessoa é bem vinda. Despeço-me com os abraços calorosos!

N.E.: Estimado poeta Antônio Cabral Filho, será uma honra integrar a CONFRARIA DOS TROVADORES, não como trovador, não recebi dos céus esse dom, mas como viciado leitor e modesto divulgador dessa arte milenar da literatura de origem européia. Estou colocando à disposição dos confrades, o espaço do "Saber-Literário" para divulgação de suas produções. Fiquei ainda mais honrado pelo convite quando soube que a CONFRARIA DOS TROVADORES DE ITABUNA, tem como presidente, essa mulher ilustre das letras do Sul da Bahia, a poetisa Eglê Santos Machado. Fraternalmente, Rilvan Batista de Santana - Itabuna, 24 de abril de 2014.

Vamos respeitar as leis!
Antonio Nunes de Souza*

Nossas velhas leis, completamente obsoletas e passivas de correções imediatas, lamentavelmente, estão paradas nas mãos dos legisladores, logicamente por uma falta de desejos políticos, pois, como está, essa corja de mafiosos sempre se beneficiam protelando condenações nas diversas instâncias, terminando sendo absorvidos ou, na maioria das vezes, seus processos acabando nos esquecimentos ou engavetados por alguns corruptos pertencentes à justiça! Sem exageros da minha parte, infelizmente, é assim que acontece cotidianamente, sem que o povo tenha a condição de mudar e, muito menos, usufruir desses direitos asquerosos, já que não possuem prestígios, imunidades e, muito menos, dinheiro para as despesas e compras de sentenças! Quero deixar bem claro que não estou generalizando em nenhuma hipótese. As carapuças, certamente, serão vestidas apenas por aqueles que assim procedem!
Até aí tudo mal, mas, aparecerem outras leis como vem acontecendo ultimamente, sempre novas e beneficiando classes sociais, etnias, religiões, etc., agora mesmo, acabo de ler na mídia (não sei até que ponto vai a veracidade) que os homossexuais, lésbicas, transexuais e afins, passarão a ter prisões especiais, com direitos a se trajarem com as roupas que desejarem (travestidos ou não), encontros íntimos, auxilio de reclusão e outras pequenas regalias protecionistas em função dos seus comportamentos sexuais!
Nada tenho contra os comportamentos e escolhas de opções sexuais! Adoro todos, respeito e acho que são pessoas merecedoras de todas as atenções que são dedicadas a qualquer cidadão brasileiro, mas, quando são criminosos, para mim passam a serem pessoas comuns que devem responder seus processos e penas com a igualdade dos heterossexuais, eunucos, os padres e freiras com seus votos de castidades, etc., pois, os castigos da lei são pelos crimes cometidos e não amenizá-los em função dos comportamentos ou hábitos dos culpados!
Basta a lei que prevalece há bastante tempo dentro do nosso código penal brasileiro, que é dado o direito a prisão especial aos portadores de diplomas superiores que, obviamente, foi oficializada para livrar a cara dos que estavam aprovando, assim como, aos seus privilegiados e futuros clientes. Fico imaginando alguns canalhas e cruéis assassinos, como esse médico que matou o filho essa semana, ter direito a celas especiais, somente por ter cursado faculdade. Nesses casos as acomodações deveriam ser piores e sem regalias, já que se tratava de pessoas com formações universitárias e deveriam refrear seus instintos animais.
Infelizmente, como disse o jornalista Olavo Carvalho: “Depois de um crime dê fiofó para ser beneficiado!”
 E eu já digo mais para sua maior garantia: ”Depois de qualquer ato passivo de cadeia, dê o chicote ou coloque as aranhas para brigarem e, para que não haja dúvidas, tire fotos com seus celulares para apresentar em juízo como testemunha!”. Nada de querer ser machão radical ou mulher feminista!


*Escritor – Membro da Academia Grapiúna de Letras de Itabuna – antoniodaagral26@hotmail.com

Declaração polêmica da Excelentíssima Presidente Dilma deixou o povo baiano revoltado.

Em uma palestra sobre a Petrobras no interior de São Paulo, um repórter perguntou sobre a greve da PM na Bahia e ela disse:

"É por isso que chamam baiano de preguiçoso, não sou eu que estou dizendo, mas todo boato tem um pouco de verdade"

Depois da declaração desastrosa o Governador da Bahia comentou em um programa de rádio que nem sabe mais o que dizer, e que a sorte dele que ele não é baiano e riu no final, mas afirmou que foi  apenas um mal entendido do baiano com a presidente Dilma.


Depois da situação critica, Dilma não quis comentar a situação e afirmou que a única solução são os policiais cubanos que chegaram em salvador nesta sexta.

Fonte: Blog Liberdade

Ferramentas Corretas
Por Jim Mathis
 
Quando eu tinha uns 12 anos, meu pai me levou a uma loja de ferragens para comprar meu primeiro jogo de ferramentas. Entre os primeiros itens que comprei constava um alicate. Junto com ele veio um sermão, que meu pai já fizera muitas vezes, sobre a importância de ter boas ferramentas, saber usá-las e cuidar delas. E ele sempre concluía com a mesma advertência:“Cuide de suas ferramentas e elas cuidarão de você”. 

Meu pai havia sido mecânico, mas a essa altura da vida tornara-se leiloeiro. Sua principal ferramenta agora era um microfone, um pesado Electro-Voice 635 cromado, que ele carregava numa sacola de pano. Era tão valioso para meu pai quanto havia sido a chave de fenda ou a chave inglesa em sua profissão anterior. 

Quando fui para a faculdade em 1966, gravei minhas iniciais “jdm” em cada uma de minhas ferramentas para evitar que ficassem de posse de alguém que não respeitasse o que é alheio. Ainda uso muitas delas quase todos os dias. Como você pode concluir, aprendi as lições que meu pai tão bem me ensinou. 

Hoje, como fotógrafo profissional, minhas ferramentas são câmeras digitais e adobe photoshop. Escolhi câmeras Pentax pelo seu design simples e pela reputação de durabilidade. Photoshop é meu software preferido porque não há nada que se aproxime de sua capacidade de melhorar e modificar fotos novas como antigas. Do mesmo modo que fiz com martelos, serras e similares, aprendi a avaliar câmeras e “ferramentas” de computação para realizar meu trabalho e busquei diligentemente compreender como usá-las corretamente. 

Como meu pai me ensinou, ter boas ferramentas, respeitá-las e adquirir o conhecimento e habilidades necessários para usá-las é a chave para o sucesso em qualquer área. E ao longo dos anos descobri que estes princípios se aplicam também à vida espiritual.

Para seguidores de Jesus Cristo no ambiente de trabalho do século XXI, a Bíblia pode ser — e deve ser — ferramenta tão valiosa quanto um manual, apresentação de vendas, orçamento, web site ou outro recurso de trabalho. As Escrituras proporcionam orientação e instrução ilimitadas sobre tópicos que vão desde ética e integridade, a comunicações e gestão para tomada de decisões. Considere o seguinte: 

Guia para o sucesso. Aprendendo e se esforçando para aplicar princípios bíblicos, tanto no trabalho quanto na vida pessoal, descobrimos provados princípios atemporais para um viver bem-sucedido. “Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei (as Escrituras) e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem-sucedido” (Josué 1.8). 

Recurso com múltiplos propósitos. Uma das mais importantes reivindicações da Bíblia é que ela foi escrita por Deus, que orientou os escritores dos diversos livros, apresentando Sua verdade para que toda a Humanidade a seguisse em todos as áreas da vida. Ela tem valor para instruir, apontar erro, auxiliar nas mudanças necessárias e mostrar como ter vidas produtivas e cheias de significado. “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2Timóteo 3.16-17). 

Questões Para Reflexão ou Discussão
 
1.   Quais as ferramentas mais valiosas que você possui? Você sabe usá-las e cuidar delas corretamente para que permaneçam utilizáveis?
2.   Como você interpreta a afirmação: “Cuide de suas ferramentas e elas cuidarão de você”? 
3.   Para o autor, a Bíblia é uma ferramenta muito útil para todos os aspectos da vida cotidiana, inclusive o trabalho. Qual sua opinião a repeito?
4.   Segundo Josué 1.8, como você compreende a definição para “sucesso”, em particular como o conceito é usado nos negócios e no mundo profissional?
 
Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos: Deuteronômio 6.4-9; Salmos 1.1-3; 119.9-11; Provérbios 1.7; Hebreus 4.12; 1João 1.1-7. 
 
Próxima semana tem mais!
 
MsC Jean Luiz Correia Baraúna
Baraúna Consultoria Contábil
(73) 3613-7771/8869-3561/9133-1845/9949-7771/8127-5976
Medite: "Pais que levam seus Filhos a Igreja não vão buscá-los na Cadeia"
  

Cantada do Ano!!!

Executivo de 40 anos   senta-se na poltrona do avião com destino a New York e maravilha-se com uma deusa sentada junto à janela. Após 15 minutos de vôo ele não se contém:

- É a 1ª vez que vai a New York?

- Não, é uma viagem habitual.

- Trabalha com moda?

- Não, viajo em função de minhas pesquisas. Sou sexóloga.

 - Suas pesquisas dedicam-se a que?

-No momento, pesquiso as características do membro masculino.

 - A que conclusão chegou?

-Que os Índios são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e que os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito. Logo, são eles que proporcionam mais prazer às suas parceiras. Desculpe-me senhor, eu estou aqui falando mas não sei o seu nome...

 - Mohammed Pataxó!

FONTE: Enviado por Edilson José de Santana - Salvador (BA)

SURPRESAS SÃO MELHORES QUE PROMESSAS. João Batista de Paula – colaborador do Planeta
Letras.
 
Quem vive de promessas são os santos! Quem vive de promessas são os políticos! Promessa é divida! Prometeu tem que cumprir! Vamos evitar a boa fama de Mentiroso e da falta de sinceridade.

Na verdade, na maioria das vezes na sociedade em que vivemos, a sinceridade não se faz presente e tudo fica só na promessa. Entretanto, voga mais a boa surpresa. O Presente. A Palavra pronunciada e cumprida. É melhor a surpresa do que podemos fazer em favor de alguém, em favor da felicidade e do bem estar do outro do que só prometer.

Quando alguém te magoa você tem duas opções: Se vingar e ser feliz por alguns minutos, ou perdoar e ser feliz a vida inteira. E neste instante aparecer alguém, a surpresa boa, que nos ajude, nos apoie e nos estimule, seja  qual for nossa decisão, será  o melhor presente do dia.
 
Falsa propaganda gera antipatia e sofrimento  nas pessoas de boa fé. A boa surpresa gera felicidade e gratidão. Por isso, a sinceridade deve ser a base de qualquer relacionamento. É claro que as surpresas são  melhores que promessas! Surpresas agradáveis! Por que existem aquelas surpresas desagradáveis, inconvenientes, inoportunas, que, é melhor não fazer do que realizar pensando que está agradando. 

Todo cuidado é pouco ; e tudo depende do nosso sentimento; depende do momento, da hora, do dia, da hora certa e do momento certo.

Surpresa boa é ganhar um presente duradouro no dia incomum, que seja fora de data de aniversario, ou data alusiva ao dia dos namorados, mãe, pai, criança, ou mais. Mas, o importante e fazer a surpresa.

Presentear um amigo; uma boa ação.. Presentear a amiga; e de bom coração.. Visitar a pessoa querida, onde quer que ela se encontre, e outra bela surpresa.. Ofertar um presente, uma joia, uma roupa, um passeio, tudo isso faz parte da arte de surpreender quem amamos. Convidar alguém para um passeio inesquecível; é outra surpresa boa..
Presentear  quem gostamos com passagens aéreas para uma cidade turística, com hotel pago; agrada a todo mundo.

Surpresa boa é... É convidar alguém para ingressar numa entidade por ela ser benquista, amiga e querida.
É receber um abraço fraternal no momento do encontro a dois ou em grupo. É receber flores por algum sucesso obtido na vida.

Surpresa boa é doar  um dinheiro para outra pessoa, que vive a espera de um milagre, que quer realizar uns pequenos sonhos de consumo. Surpresa boa que vale mais do que promessa é... É oferecer ao cidadão, ou cidadã, um  troféu ou uma medalha, um cartão com mensagem singela, em reconhecimento  ao trabalho realizado por ela.
É saber ceder a vez  de brilhar para a pessoa que você ama ou gosta, em algum evento ou na disputa de quem sai e de quem fica .

Surpresa Boa é saber homenagear em vida alguém querido, alguém útil, alguém que faz da vida uma boa canção e uma excelente ação, em defesa do Bem Viver e do Viva Bem.

Surpresa boa é você falar bem de alguém e fazer boas  citações e referencias a determinada pessoa que quer agradar, sem que ela saiba da suas ações.

Surpresa Boa é  Manifestar apoio e incentivo a quem menos espera de você. Surpresa agradável e de excelente repercussão é você ajudar alguém, com o apoio logístico e cultural, desprovido de qualquer reconhecimento e recompensa.

É  comprar uma casa e dar de presente a pessoa que você sabe que precisa  dela, que faz parte do seu grupo de amizade. é bom ser rico de amigos.
É comprar um carro e oferecer para seu pai, sua mãe, seu amigo, seu primo, sua prima,  sem que ele tenha pedido. É  dar de presente um celular, ou um computador, para seu amado. Isto sim, são  Surpresas boas. 

Existem as surpresas desagradáveis que devemos evitar. Elas  são piores do que promessas de políticos. Prometer algo  alguém e não cumprir, vem logo o título de mentiroso.  Dizer que vai e não chega nunca, é um mal que deve ser eliminado para não causar sofrimento pela longa espera.

Surpresa desagradável é aquela que chega em sua casa e você não gosta. Surpresa desagradável é você receber um presente que não gosta. Surpresa desagradável é esperar uma noticia boa e ouvir uma ruim. Surpresa desagradável é surgimento de doença, pobreza e conflito.É pior do que promessas dos políticos e dos meios amigos. Surpresas são melhores que promessas...

Quando alguém te magoa você tem duas opções: Se vingar e ser feliz por alguns minutos, ou perdoar e ser feliz a vida inteira. E neste instante aparecer alguém, a surpresa boa, que nos ajude, nos apóie e nos estimule, seja  qual for nossa decisão, será  o melhor presente do dia. 



Bêbado Regenerado

Em uma velha estrada, bem longe da cidade, vinha um bêbado andando até avistar um boteco. Chegando até lá, o bebum entrou para matar a sede. Ele chega até o balcão e pede:
- Por favor, um copo de leite de rã integral...
Surpreso, o dono do bar, responde:
- Olha, meu amigo... Eu não tenho.
E o bêbado pede novamente:
- Ah, então pode ser um copo de leite de cobra asiática. Sem pele, por favor...
Mais uma vez o dono do bar responde:
- Hummm, também não tenho.
O bebum fica exaltado e exclama:
- Aposto que leite de porco gelado o senhor não tem, né?
O velho do bar, responde:
- Olha, amigo, eu acho que você está brincando com a minha cara. Vai pedir direito ou não?
O bêbado, descontente, olha para o céu, aponta e diz:
- Ó senhor é prova que eu queria um leite... - bate no balcão e completa - vamos lá, me dá logo uma pinga!

Fonte: 


Última vontade - Ruy Belo


Quando a sereia se ouvir
no coração desolado como uma cidade
recorda que te procurámos através das árvores
E tu escondias-te por trás dos frutos
e recolhíamos as mãos
cheias apenas de tempo
Sempre brincaste conosco
desde os dias da nossa juventude
Puseste-nos nos olhos
estação sobre estação e  a vida dava  as mãos
de árvore para árvore à volta da terra
Ia de ramo morto para ramo vivo
como um pássaro mais e nós ríamos
na  tua transparência
Fechem-se-te agora os lábios
sobre a palavra que somos
Perdoa se algum dia
errámos com o coração
Não nos deixes morrer longe de Jerusalém.


Ruy de Moura Belo (São João da Ribeira, Rio Maior, Portugal, 27 de fevereiro de 1933 - Queluz, 8 de agosto de 1978) - Além de poeta, foi contista e ensaísta. Licenciado em Filologia Românica e em Direito pela Universidade de Lisboa, obteve o grau de Doutor pela Universidade Gregoriana de Roma. Também foi tradutor de Antoine de Saint-Exupéry, Montesquieu, Jorge Luís Borges e Federico García Lorca. 

Fonte: Noblat

Foto: Ricardo Stuckert
Fonte: GOOGLE

Capítulo 172

VOCÊ, que é pai, é a criatura mais feliz sobre a face da Terra. Levante os braços aos céus e agradeça a Deus a misericórdia que lhe concedeu. Mas lembre-se de que não basta dar aos filhos o sustento e a instrução. Algo existe mais importante que tudo isso: é o exemplo. Dê a seus filhos o exemplo do trabalho, da honestidade, da dignidade em toda a sua vida.

Do livro MINUTOS DE SABEDORIA, de C. Torres Pastorino
Ed. Vozes

"O sorriso enriquece os recebedores sem empobrecer os doadores."/Mário Quintana 

Dúvidas E Incertezas
 "Mas ele lhes disse: Por que estais perturbados? E por que sobem dúvidas ao vosso coração?" (Lucas 24:38)

Pedro era um jovem que vivia duvidando de todas as coisas. Para ele, tudo era difícil e suas atitudes só demonstravam incertezas. Um dia, um de seus melhores amigos lhe perguntou: "De que adianta você viver nessa incerteza? Em que ela o ajuda? Que espera com sua descrença?" Pedro não tinha certeza nem sobre o que responder. Seu amigo, então, concluiu: "Só há uma coisa que suas dúvidas sobre o amanhã conseguem -- impedir a possibilidade de você ser feliz hoje!"

Poderemos nós alcançar o sucesso almejado no futuro? Poderá o nosso trabalho nos conduzir a cargos mais elevados e salários maiores? Poderemos melhorar de vida, ter uma casa nova, um carro mais confortável, um patrimônio capaz de nos proporcionar uma boa aposentadoria? Poderemos, afinal,  realizar todos os nossos sonhos?

 Quando ficamos ansiosos sobre tudo isso, sofrendo antecipadamente ou nos angustiando por coisas que poderão ou não acontecer, perdemos a oportunidade de vivenciar momentos de alegria, de regozijo, de descanso e felicidade. Melhor é confiar no Senhor, deixar tudo em Seu altar, esperar pela vontade soberana de Deus e procurar viver o dia de hoje com o que temos e somos e agradecer ao Senhor Jesus por estar conosco, por caminhar ao nosso lado, por nos proteger dos dias maus, por nos garantir a felicidade mesmo que nada do que almejamos seja alcançado.

  O amanhã é incerto? Vamos viver o momento atual. O futuro  nos será favorável? Jesus está conosco e de qualquer maneira seremos vitoriosos. As montanhas serão movidas e lançadas ao mar? O Senhor estará ao nosso lado e se as montanhas não se moverem, nós as ultrapassaremos. A morte nos alcançará em breve? Se isso acontecer, estaremos com Cristo e se não acontecer, Cristo estará conosco. Seja qual for o dia de amanhã, quero estar com meu Senhor e, assim, desfrutar a verdadeira felicidade.

Autor: Paulo Barbosa


Fonte: Facebook

Fonte: Facebook

TV ITABUNA
CLIMA DESCONTRAÍDO NO PROGRAMA BEM VIVER
Na data comemorativa do Descobrimento do Brasil, 22 de Abril, o casal de escritores de Itabuna, Expedita Maciel Viana e João Batista de Paula, foi recebido na TV Itabuna, no Programa Bem Viver, pelo professor e apresentador Miguel Lima ; e o Professor presidente do Clube do Poeta de Itabuna, Antonio Oliveira, para uma entrevista cultural e descontraída.
Na verdade, o mundo precisa da poesia, dos artistas e do que é bom e belo. 
Expedita Maciel Viana, autora do Livro Vim, vi e venci, falou da arte de viver bem, além de falar da Campanha Compaixão Animal, solicitando atenção para o conjunto BNH, no Cruzamento das Ruas Getulio Vargas e Rua Santa Luzia, onde os motoristas de veículos, passam em alta velocidade, vez que, o local é residencial, onde funcionam um colégio infantil, uma igreja, uma academia, uma casa de eventos . “ Nenhuma providência tem sido adotada por parte do poder publico municipal, onde já foram registrados várias ocorrências de acidentes”, disse Expedita.
Ela também falou do amor e do ato de agradecer a Deus, enfatizando que “ Se prostar os joelhos no chão para agradecer a Deus pela vida, pelo ar que respiramos, pelo dia, ainda, é pouco”. E como boa católica dedicada, diz não concordar com a campanha de que “ Deus vai dar bens materiais as pessoas, naquela campanha que eu sou isso, eu sou aquilo, hoje tenho duas casas, três carros, ou mais ”.
O poeta Antonio Oliveira, leu a poesia de autoria de Expedita Maciel, intitulada “eu canto maravilhada” Que mereceu, inclusive, aplausos do apresentador Miguel Lima. Realmente, foi uma feliz apresentação.
Quanto ao escritor e Jornalista João Batista de Paula, o apresentador e professor Miguel Lima, enfatizou e apresentou os livros escritos por João, citando: A Biblia do Inconveniente, a Bela Face do mal e o Viva Bem.
João de Paula falou das mensagens escritas e disse que seu propósito é, exatamente, gerar felicidade, com frases do dia a dia. O apresentador leu uma das frases do livro que diz “ Deus não joga, mas fiscaliza”. O escritor disse que Deus tudo Vê, Deus sabe dos nossos procedimentos, por isso devemos viver de acordo com as leis divinas. 
Quanto ao livro a Bíblia do Inconveniente, o autor justificou que são vários temas, pautados nas inconveniências que são cometidas no dia a dia, como por exemplo, donos de lojas colocando papelão nas portas como se fossem tapetes. Ele citou, por exemplo, ações do puxa saco que faz de tudo para se dar bem.
Quanto ao Livro Viver Bem, Bem viver, o escritor falou que o essencial é ter Deus no coração, servir o melhor ao próximo, tirando a ira do coração da gente. 
“ Não acho justo me impregnar de coisas ruins e amargas “, disse Miguel Lima. Ele fez a indicação do Livro para os telespectadores. João de Paula leu a prosa poética “ Mundo dos Felizes”, publicada no Jornal Direitos, dia 20 de Abril, deste ano. 

Antonio Oliveira, perguntou se o escritor estava rico. O escritor respondeu: “ Estou Sim. Nunca vendi nenhum livro. Tenho quase 11 mil impressos; mas, em cada livro tem o número da minha conta bancária. Quem quiser fazer um depositozinho É de grão em grão que a galinha enche o papo. Veja como eu estou gordo”. 
A entrevista foi maravilhosa, um encontro cultural, que fez bem a todos nós. 
No intervalo teve a seção de fotos e autógrafos.
Aproveitamos a feliz oportunidade e agradecemos especiais ao Programa Bem Viver, Miguel Lima e Antonio Oliveira; ao Jornal Direitos, do professor, escritor e advogado Vercil Rodrigues aos Administradores do Itabuna Centenária, Eglê Santos Machado; e Rilvan Batista Santana, do Saber-Literário, pela Boa Fama, proporcionado a nós.

12/07/2012 12:09 - Ceres Marylise [não autenticado*]


"Rilvan Fomos contemporâneos quando professores na ativa; eu, no CEACM, e você, no Colégio Estadual. Naquela época havia limites na prática educacional, fosse na família ou na escola e já começava a se delinear na prática, teorias de Freire, Piaget, Vigotsky, Wallon, Binet, etc... Roussaeu, A.Teixeira e Lauro de O. Lima eram mais antigos e suas teorias também vieram se juntar às mais novas, chamadas de "boom" inovador. Hoje, são Perrenoud, Houssay, Hernandez e outros, que fundamentam, também com as contribuições dos antigos teóricos, a atual LDBEN Tenho a mais absoluta certeza, Rilvan, que todos nós, professores daquela época, jamais imaginaríamos que futuramente, nossos colegas iriam se defrontar com essa juventude que mata, tortura, agride e não reconhece o valor de um professor. Claro, com exceções; mas isso, quando o jovem é educado na família com princípios e valores éticos, aprendendo a respeitar o próximo nos vários estratos sociais, a ser temente, obediente, praticando a solidariedade e respeitando as individualidades... e não, os pais se submeterem à vontade e capricho dos filhos, tornando-se reféns dos mesmos! Por isso, concordo plenamente com a argumentação exposta sabiamente no seu conto: a saudade e o aplauso à prática desses mestres (não, com os mesmos moldes), mas que nos faz refletir sobre a necessidade do retorno à educação com limites e com mudanças na prática, estudando realmente os conteúdos programáticos; afinal, foram tantas as facilidades que impuseram à prática educacional nas últimas décadas, onde os alunos são aprovados, principalmente nas escolas públicas em sua maioria, através de "trabalhos, dramatizações e marcação com X nas questões de múltipla escolha (que facilita o trabalho do professor, corrigindo só gabaritos), que o ensinar e aprender perderam suas finalidades específicas. Para quê estudar se sabem que serão aprovados com essas "provas"? Desculpe-me o tratado... mas precisava também me juntar a essa saudade. PARABÉNS!"

Nota do Editor:
Hoje, à tarde, quando li os comentários sobre minhas produções no site Recanto das Letras, encontrei este depoimento da acadêmica da ALITA, professora Ceres Marylise, que me deixou motivado para escrever mais sobre educação, por isto, copiei e divulgo para os meus leitores, não por considerar-me especialista em educação, mas por ser o comentário de uma pedagoga de  formação e poetisa de grandes recursos literários e linguísticos. 



NOTÍCIAS DE RILKE - Antonio Cabral Filho 


NOTÍCIAS DE RILKE

Meu primeiro contato com Rainer Maria Rilke  foi através do livro Elegias do Duino. Gosto do livro, até porque no momento da primeira leitura eu acabara de livrar-me dos poemas da Cecília Meireles escritos durante e após sua viagem à Índia.
Minha passagem à leitura de Rilke deu-se basicamente por isso: Pensar que ele fosse místico. Em parte eu estava certo, pois constatei em toda sua temática, ao longo de sua obra, a força dos poemas escritos sobre companheiros mortos, elegias a assuntos religiosos, réquiens por isso e por aquilo etc, mas não foi isso o que me fez esbarrar  com a sua poética, porém, basicamente, o contrário; ou seja, o fator materialista, como ele encara o labor poético.
Ao dizer isto, remeto-me à polêmica anacrônica a respeito da poesia aceitar ou não ser um assunto “sistêmico”, isto é, se ela aceita ou não conceitos filosóficos, enquadramentos ideológicos, aplicabilidades de caracter etc, tais como poesia idealista, materialista, religiosa, amorosa etc e afirmar aqui com todas as letras, que ISSO não me interessa, exatamente por considerar que qualquer tipo de obra estética é fruto do espírito humano e só será “objeto” a partir de uma escolha pelos indivíduos, mais nada.
Após deixar isso registrado, quero convidar a todos para conhecer a poesia de Rilke sem essas maniqueisses, como o faria também com dois grandiosos poetas brasileiros: Murilo Mendes e Jorge de Lima.  Mas o Rilke fez-me refletir sobre isso ( tudo!) por uma questão simples, um poema dele que chamou a minha atenção. O poema fala sobre a atitude dos poetas frente ao mundo, frente a si próprios e frente ao labor poético. É mais um dentre tantas ELEGIAS E RÉQUIENS DO RILKE, onde canta com bravura e fala da tão cantada ”oh velha maldição dos poetas” criticando exatamente a atitude conservadora  assumida , ainda , pela maioria das pessoas denominadas “poetas “ , que ao invés de se lamentarem perante ao mundo, à vida, às questões que afligem ao modo de vida e as atitudes que a tudo dizem respeito, deveriam mirar-se no exemplo da grama que transpõe a pedra e vai buscar o sol lá fora das grades dos jardins.
Na época em que ralava para encontrar informações sobre Rilke, entre os anos de 1978 e 80, me debatia sofregamente para colaborar nos Suplementos Literários, que pipocavam pelo país, mais ocupados em publicar aqueles que lhes dessem maior visibilidade dentre as panelinhas; mas aconteceu algo que eu jamais vou conseguir entender: Um poema meu saiu no Suplemento Literário Minas Gerais.

Não sei se o que tomou conta de mim pode ser chamado de EUFORIA, mas eu fui ao jornaleiro defronte ao edifício Avenida Central, na Avenida Rio Banco, 176, e comprei todo o estoque do Estado de Minas Gerais; saí distribuindo aos amigos, na Uff, onde cursava direito; no Curso Santa Rosa, Largo de São Francisco, onde cursei contabilidade, na Escola de Teatro Martins Penna, por onde passei e em todo o ambiente cultural carioca, muito agitado na época pela chamada Poesia Marginal, principalmente pelos Grupos Trote, Nuvem Cigana e Navilouca.
Mas coisa de um mês depois eu fiquei estupefato: Chegou-me um chamado do Correio para ir retirar uma remessa e lá fui eu munido de documentos e apreensões. Ao chegar no guichê, identifiquei-me para a funcionária. Ela foi lá dentro e voltou com um recibo para eu assinar. Era dinheiro e dizia tratar-se de Direitos Autorais sobre a publicação do meu poema Odor Primitivo pela Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais. Assinei e saí “explodindo” de felicidade. Eu nunca tinha experimentado uma sensação daquela: Receber Diretos Autorais!
Portanto, era “EUFORIA” sim o que eu sentira ao ver meu poema publicado, e  receber por isso já era demais! Fui direto à Livraria Camões e comprei os livros que eu mais “namorara” naqueles últimos meses e custavam mais de um salário mínimo, mas adquiri a Obra Completa de Rainer Maria Rilke.


Fonte: Eglê Santos Machado


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